Rizin anuncia duelo entre Henderson e Sakuraba na luta agarrada

Hendo (esq) pega Sakuraba (dir) no grappling (Foto: Reprodução Twitter ks_saku39)

Hendo (esq) pega Sakuraba (dir) no grappling (Foto: Reprodução Twitter ks_saku39)

Ex-campeão do Pride em duas divisões de peso, Dan Henderson voltará a competir no Japão. Aposentado do MMA, o norte-americano irá enfrentar outra lenda em Kazushi Sakuraba. Os dois irão medir forças na luta agarrada, pelo Rizin, que acontecerá no dia 15 de outubro em Fukuoka. Os dois estiveram no último evento organizado pela companhia, que veio para preencher o vazio deixado pelo Pride no MMA japonês, e oficializaram a luta em cima do ringue do Rizin.

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Cormier (esq) perdeu para Jones (dir) no UFC 214 (Foto: Reprodução/Facebook UFC)
Após derrota, Cormier parabeniza Jones e se desculpa com árbitro

Os dois lutadores são reverenciados no Japão. Hendo foi campeão meio-médio (atualmente médio) e médio (hoje em dia, meio-pesado) do Pride e foi o único lutador a manter dois títulos do Pride em duas categorias diferentes simultaneamente. O feito foi repetido recentemente por Conor McGregor no UFC – o irlandês se tornou campeão pena e leve ao mesmo tempo, com vitórias sobre José Aldo e Eddie Alvarez. No Pride, Henderson tem vitórias sobre Wanderlei Silva, Vitor Belfort, Murilo Bustamante e Murilo Ninja.

Já Sakuraba, que veio do telecatch, foi conhecido no início do século como “Caçador de Gracies”, por suas vitórias épicas sobre membros da família que criou o jiu-jitsu brasileiro. O japonês venceu Renzo, Royler e Ryan Gracie, além de ter tirado a invencibilidade de Royce Gracie, que na época vinha de três títulos nos quatro primeiros torneios do UFC, incluindo uma lendária vitória no primeiro evento organizado pelo Ultimate, em 1993. No início do mês, o japonês foi eleito ao Hall da Fama do UFC, apesar de ter feito apenas duas lutas na promoção. Dana White reconheceu a contribuição de “Saku” ao MMA internacional.

Source: Portal da Luta

Veja o trailer oficial da superluta entre Mayweather e McGregor

Pôster oficial do duelo (Foto: Divulgação)

Pôster oficial do duelo já foi divulgado (Foto: Divulgação)

O Showtime Sports, canal responsável pela organização e venda dos pay-per-views para a superluta entre Floyd Mayweather e Conor McGregor, divulgou nesta segunda-feira (31) o trailer oficial do combate, que ocorrerá no dia 26 de agosto em Las Vegas. O vídeo, que tem pouco mais de 30 segundos, posiciona McGregor e Mayweather como os “reis” de seus respectivos esportes (MMA e boxe), mas avisa: só um reinará nos esportes de combate após o fim do duelo, que deverá bater todos os recordes de venda e audiência mundo afora.

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Após derrota, Cormier parabeniza Jones e se desculpa com árbitro

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A voz de Conor McGregor aparece brevemente durante o vídeo, e o campeão do UFC faz sua previsão para a superluta, “garantindo” que irá nocautear Floyd Mayweather até o quinto round do duelo, que tem duração prevista de 12 assaltos de três minutos. O norte-americano, por sua vez, tem uma de suas declarações mais famosas reproduzidas no trailer:

“Nenhum lutador na história dos esportes conseguiu fazer o que Floyd Mayweather fez”, declarou o boxeador, referindo-se a si mesmo na terceira pessoa.

Veja o trailer:

Source: Portal da Luta

Vídeo mostra Cormier desnorteado após derrota para Jones

Jones nocauteou Cormier (Foto: Reprodução/Twitter UFC Brasil)

Jones nocauteou Cormier (Foto: Reprodução/Twitter UFC Brasil)

Ex-campeão meio-pesado do Ultimate, Daniel Cormier não lidou bem inicialmente com a segunda derrota para o arquirrival Jon Jones, no UFC 214 do último sábado (29). Após ser atingido com um chute alto e mais socos e cotoveladas no chão, DC ficou irritado com o árbitro, pois não sabia que havia sido nocauteado. E novas imagens mostram as reações do norte-americano ao acordar após ser apagado por “Bones”.

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Jones nocauteou Cormier (Foto: Reprodução/Twitter UFC Brasil)
Vídeo: Veja o nocaute brutal de Jon Jones em Cormier no UFC 214

Desnorteado e confuso com o resultado da luta, Cormier se recusa a atender os pedidos dos comissários, que querem que ele se sente em um banco para recobrar a consciência completamente. DC anda pelo octógono sem saber o que está acontecendo e confronta “Big” John McCarthy em alguns momentos, irritado com o árbitro pela interrupção, que julgou prematura. Pouco depois, o ex-campeão veria no telão o replay da sequência que o nocauteou. Neste momento, ele começa a chorar e, inconsolável, se apoia em seus treinadores, incluindo o brasileiro Leo Vieira, responsável pelo jiu-jitsu do norte-americano.

Antes disso, porém, Cormier parece irritado, mesmo sem saber como foi nocauteado, e precisa que o presidente do UFC, Dana White, lhe conte como se deu a derrota para Jon Jones. Apesar da irritação inicial, DC pediu desculpas ao árbitro John McCarthy, parabenizou Jones pelo triunfo e agradeceu ao Ultimate e a White pela oportunidade.

Veja o vídeo:

Source: Portal da Luta

A vez delas! Mulheres mantém o Brasil no topo do UFC

Cyborg (esq) e Amanda (dir) são campeãs do UFC (Foto: Reprodução/Instagram UFC Brasil)

Cyborg (esq) e Amanda (dir) são campeãs do UFC (Foto: Reprodução/Instagram UFC Brasil)

Anderson Silva, José Aldo, Vitor Belfort… Nada disso. No UFC, o Brasil está representando entre o seleto grupo de campeões pelas mulheres: Amanda Nunes, no peso galo, e Cris Cyborg, no peso pena, são as únicas donas de cinturão do país no Ultimate. Com a vitória de Cyborg e as derrotas do desafiante Demian Maia, no UFC 214, além do revés sofrido por José Aldo no UFC 212, as meninas se firmaram como principais representantes do país no MMA.

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Vídeo: Assista o nocaute que rendeu o cinturão do UFC a Cris Cyborg

C. Cyborg é a nova campeã peso pena do UFC (Foto: Reprodução Facebook UFC)
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Esse cenário, no entanto, era pouco provável há alguns anos. O presidente do UFC, Dana White, chegou a declarar que nunca iria admitir duas mulheres se enfrentando no maior evento do mundo. Tudo mudou quando Ronda Rousey, com seu carisma e ferocidade, começou a ganhar notoriedade no Strikeforce. Após o Ultimate comprar o evento rival, White foi obrigado a engolir suas palavras e abriu caminho para o MMA feminino dentro de sua companhia.

A partir daí, as mulheres passaram a ter um caminho para vencer o preconceito que ainda rondava o esporte, tido como exclusivamente masculino. Com batalhas emocionantes, campeãs dominantes e atletas talentosas, o MMA feminino cresceu e apareceu no UFC. E as brasileiras entraram na onda, ajudando o esporte a chegar ao ponto de hoje, onde alguns dos maiores eventos da história do Ultimate foram liderados por elas – casos do UFC 200, quando a brasileira Amanda Nunes faturou o cinturão peso galo, e depois no UFC 207, evento que solidificou a Leoa como dona da divisão após vitória arrasadora e cima de Rousey.

Hoje, o Brasil manda no MMA feminino. Das três categorias de mulheres do UFC, duas são comandadas por brasileiras. Isso sem contar que o peso palha, a polonesa Joanna Jedrzejczyk, atual campeã da divisão, tem duas brazucas em sua cola: Cláudia Gadelha e Jéssica Andrade.

A própria Amanda já tinha sua história escrita no UFC antes mesmo de se tornar dona do cinturão até 61 kg. Isso porque a baiana foi a primeira mulher brasileira a conquistar uma vitória no octógono – ela venceu a alemã Sheila Gaff no UFC 163, em agosto de 2013, no Rio de Janeiro. Um mês antes, Jéssica Bate-Estaca, outra estrela em ascensão do MMA feminino do Brasil, havia iniciado a trajetória das mulheres brasileiros no Ultimate com derrota diante de Liz Carmouche.

 

Para enaltecer ainda mais os feitos das mulheres, o SUPER LUTAS preparou um especial para apresentar ao grande público as estrelas femininas do MMA nacional.

1) A ‘imbatível Cris Cyborg 

C. Cyborg é a nova campeã peso pena do UFC (Foto: Reprodução Facebook UFC)

C. Cyborg é a nova campeã peso pena do UFC (Foto: Reprodução Facebook UFC)

Considerada por muitos como a melhor lutadora de MMA de todos os tempos, Cyborg finalmente chegou ao topo do UFC. O cinturão peso pena conquistado no último sábado (29), quando nocauteou Tonya Evinger, serve para corar uma carreira repleta de conquistas, incluindo os títulos do Invicta FC e o extinto Strikeforce.

Invicta há 19 lutas, a atleta da Chute Boxe não sabe o que é perder desde 2005, quando foi superada em sua estreia como profissional. De lá para cá, são 18 vitórias e uma luta sem resultado. O que chama atenção, além dos números impressionantes, é a forma como Cyborg ‘atropelou’ suas adversárias: são 16 nocautes a somente dois triunfos por pontos. No Ultimate, já são três resultados positivos, o primeiro em sua divisão de origem – os dois primeiros foram em peso casado, até 63,5kg.

“Estou no melhor momento da minha carreira. Sei exatamente aonde quero atacar e como quero chegar à vitória. Este é o fim de um capítulo e o começo de outro na minha carreira. Holly Holm, Megan Anderson, são boas lutadoras, mas agora quero treinar e manter o meu título”, declarou Cyborg, que chegou ao seu terceiro título mundial.

2) Amanda Nunes, a pioneira

Amanda tem o cinturão dos galos (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

Amanda tem o cinturão dos galos (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

A baiana Amanda Nunes já era conhecida do público norte-americano por suas participações no Strikeforce. Mas foi em sua estreia pelo UFC que ela começou a cavar seu nome entre os fãs brasileiros. Com uma vitória arrasadora sobre Sheila Gaff, a Leoa iniciou uma trajetória de sucesso na companhia, interrompida brevemente por uma derrota para Cat Zingano. Desde então, porém, Amanda só acumulou vitórias, uma mais violenta do que a outra.

Após nocaute técnico por chutes baixos contra Shayna Baszler, a brasileira conquistou triunfos importantes sobre Sara McMann e Valentina Shevchenko, se credenciando para disputar o título no histórico UFC 200. E Amanda conquistou o cinturão de forma decisiva: depois de deixar a então campeã Miesha Tate tonta com excelentes sequências de boxe, a baiana finalizou “Cupcake” no primeiro round.

A coroação definitiva veio cinco meses depois. Diante da lutadora mais conhecida do mundo, Ronda Rousey, Amanda teve sua performance mais admirável, não dando chances para a norte-americano e conseguindo um nocaute brutal em apenas 48 segundos. A Era da Leoa começava oficialmente.

O único porém da trajetória de Amanda parece ser a parte física, que foi testada contra Shevchenko e quase lhe custou a vitória. Pois a revanche entre as duas promete resolver essa questão em torno do estilo da brasileira. Elas se enfrentariam no UFC 213, mas Nunes adoeceu no dia do evento e a luta foi remarcada para o UFC 215. Em setembro, a Leoa terá a chance de calar os poucos críticos que ainda restam.

3) Claudinha Gadelha e Jessica Bate-Estaca em busca do ouro 

Brasileiras irão se enfrentar em setembro (Foto: Reprodução Instagram claudiagadelhaufc)

Brasileiras irão se enfrentar em setembro (Foto: Reprodução Instagram claudiagadelhaufc)

Além de Cyborg e Amanda, mais duas brasileiras vêm brilhando no octógono. Trata-se de Claudinha Gadelha e Jéssica Bate-Estaca, atletas da categoria peso palha. Embora nunca tenham conquistado o cinturão do UFC, as duas já tiveram a oportunidade de lutar pelo título. No entanto, ambas foram derrotas pela campeã Joanna Jędrzejczyk, que segue reinando até 52kg.

Curiosamente, os caminhos de Gadelha e Bate-Estaca, 1ª e 4ª no ranking, vão se cruzar: as duas fazem um confronto 100% brasileiro no UFC Japão, dia 23 de setembro. A vitoriosa ficará próxima de uma nova oportunidade de disputar o cinturão, especialmente se a felizarda for Claudinha, que trava uma rivalidade acirrada com a polonesa.

Além da dupla, vale ficar de olho em outros nomes, como as invictas Ketlen Vieira e Viviane Sucuri, além da recém contratada Poliana Botelho, atleta da Nova União, e até mesmo Bethe Correia, que já enfrentou a estrela Ronda Rousey.

4) Ex-campeões em baixa 

Aldo perdeu o cinturão em junho passado (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

Aldo perdeu o cinturão em junho passado (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

Se as mulheres vivem fase iluminada, não se pode dizer o mesmo dos homens. Principais representantes do Brasil em um futuro não muito distante, os ex-campeões José Aldo, Renan Barão, Vitor Belfort, Anderson Silva, Junior Cigano e Fabrício Werdum não atravessam um bom momento.

Os casos de Anderson, Aldo e Barão são os mais emblemáticos, até mesmo pela semelhança dos casos. Os três se mantiveram invictos por muito tempo, mas entraram em um inferno astral após perderem a primeira no UFC. De 2013 para cá, desde que batido duas vezes por Chris Weidman, o Spider venceu apenas uma das seis lutas realizadas. Aldo, por sua vez, foi nocauteado em 13 segundos por Conor McGregor, se recuperou vencendo Frankie Edgar, mas foi novamente nocauteado, dessa vez por Max Holloway.

No caso de Barão, os resultados são alternados, mas as perfomances do ex-campeão dos galos estão cada vez mais apáticas – nas últimas seis pelejas, são quatro reveses e dois triunfos. Situação parecida com a de Vitor Belfort, que foi nocauteado em quatro de seus seis combates mais recentes.

Os pesos pesados Cigano e Werdum, assim como os compatriotas citados, também não vivem fase positiva. Vai Cavalo vem de derrota para Alistair Overeem, enquanto Dos Santos foi nocauteado por Stipe Miocic. Ao que tudo indica, vai demorar para um dos dois ter a oportunidade de voltar ao topo.

 

*Colaborou João Vitor Xavier

Source: Portal da Luta

Após derrota, Cormier parabeniza Jones e se desculpa com árbitro

Cormier (esq) perdeu para Jones (dir) no UFC 214 (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

Cormier (esq) perdeu para Jones (dir) no UFC 214 (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

O ex-campeão meio-pesado Daniel Cormier foi flagrado discutindo asperamente com “Big” John McCarthy após sua derrota para Jon Jones no UFC 214 do último sábado, mas pediu desculpas ao árbitro, além de parabenizar o rival pela vitória. Através de suas contas oficiais nas principais redes sociais, DC ainda agradeceu McCarthy por ter lhe dado a oportunidade de se recuperar dentro do combate.

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Cormier fatura mais de R$ 3 milhões no UFC 214, o dobro de Jon Jones

Jones nocauteou Cormier (Foto: Reprodução/Twitter UFC Brasil)
Vídeo: Veja o nocaute brutal de Jon Jones em Cormier no UFC 214

Inicialmente, Cormier ficou chateado com “Big John”, pois achou que a interrupção do árbitro havia sido prematura. Na verdade, ele chegou a ser criticado por deixar DC levar muitos golpes, mesmo não se defendendo. No entanto, o norte-americano se disse grato pela interrupção não ter sido cedo demais.

“Primeiramente, quero agradecer as palavras de todos. Senti o apoio de vocês. Parabéns a Jon Jones e à sua equipe. Eles fizeram um trabalho fenomenal em sua vitória. Também quero pedir desculpas a “Big” John McCarthy pela discussão. Sou grato pelo tempo que me foi dado para que eu pudesse tentar me recuperar dentro da luta. Você é o melhor árbitro do MMA por isso. Também quero agradecer meu treinador e a minha equipe. Amo todos vocês do fundo do meu coração. Seu tempo e energia é muito apreciado por mim. Vocês fizeram um ótimo trabalho e eu estava pronto. É uma luta e esse tipo de coisa acontece. Obrigado a Dana White e ao UFC por serem a principal organização de MMA do mundo. Mais uma vez, parabéns para a equipe de Jon Jones. Amo vocês todos. Irei vê-los em breve”, comentou DC.

Veja a postagem emocionada de Cormier:

 

First off, thank you all for the kind words. I have felt the support. Congratulations to Jon Jones and his team. They did a phenomenal job and got the victory. Also, to Big John McCarthy, I would like to apologize for acting up with you. I am thankful for the time you gave me to try and defend myself and stay in the fight. You are the best in the business for a reason. I also wanna thank my team and my coaches. I love you all from the bottom of my heart. Your time and energy is greatly appreciated. You guys did a wonderful job, I was ready. It’s a fist fight and things happen. Dana White and the @ufc, thank you for being the premiere organization in all of MMA. Again, congrats to Team Jones and JacksonWink. Love you all. I’ll see you soon. DC 📷@layziethesavage

Uma publicação compartilhada por Daniel “DC” Cormier (@dc_mma) em Jul 30, 2017 às 7:36 PDT

Source: Portal da Luta

Vídeo: Cormier fica inconsolável após derrota para Jon Jones

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A rivalidade entre Daniel Cormier e Jon Jones deixou de existir apenas dentro do octógono. É questão pessoal e DC, agora ex-campeão dos meio-pesados, já havia afirmado que vencer “Bones” ia muito além de continuar com o cinturão da categoria. Na luta principal do UFC 214, no último sábado (29), Cormier não conseguiu passar por cima do seu maior rival e teve uma reação inconsolável ainda dentro do cage.

Em vídeo, Daniel Cormier aparece desorientado e incrédulo com o resultado da luta. O ex-detentor do título precisou ser contido por membros da Comissão Atlética do Estado da Califórnia (CSAC), médicos, árbitro “Big” John McCarthy e até pelo presidente do UFC, Dana White, que precisou usar das suas artimanhas para convencer o lutador a voltar ao centro do cage para o anuncio da vitória de Jon Jones.

Veja o vídeo:

 

 

 

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Demian Maia descarta aposentadoria e projeta possível mudança de categoria

Brasileiro perdeu a segunda disputa de cinturão da carreira-
Foto: Dave Mandel/Sherdog

Se engana quem pensa que a derrota para Tyron Wodley no último sábado, pelo UFC 214, nos EUA, abalou o veterano Demian Maia para a sequência de sua carreira. Aos 39 anos de idade e com duas disputas de cinturão nas costas, o faixa-preta de Jiu-Jítsu garantiu que vai seguir em frente no octógono e projeta até uma possível mudança de categoria.

“Infelizmente para os caras da minha divisão, eu vou continuar. Ainda tenho energia e quero lutar mais. Vamos ver o que acontece. Estão pensando em abrir divisões de 74,8kg e 79,4kg… Nunca desisto. Vim para esta luta com cinco semanas de aviso, e deixo esta luta de cabeça erguida”, declarou o meio-médio em coletiva de imprensa logo depois da luta.

O campeão Tyron Woodley evitou todas as investidas de quedas do brasileiro e abriu mão de soltar seu jogo para não correr o risco de ser quedado. A falta de contundência desagradou os fãs presentes, que vaiaram o duelo. Demian se isenta de culpa.

“Não sinto que fui vaiado, acho que ele foi vaiado por andar muito pra trás. Acho que o meu legado está construído e não vai mudar na minha vida. Vou continuar trabalhando com jiu-jitsu”, garante.

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Max Fight retorna com duas disputas de cinturão e GP de Muay Thai

Após duas edições, o Max Fight está de volta a cidade de Campinas (SP). Uma megaestrutura, com direto a um decágono e um ringue, será montada no Tênis Clube Campinas. O local receberá no dia 26 de agosto, a partir das 19h, 10 lutas de MMA e um Grand Prix de Muay Thai, envolvendo oito dos principais strikers do cenário nacional.

A 19ª edição do evento, que terá transmissão ao vivo e exclusiva do canal Combate, também trará duas disputas de cinturão, entre Claudiere Freitas x Lucas Almeida (até 70kg) e Vinícius Salvados x Roberto de Souza (até 57kg), e duas superlutas de muay thai.

Além do cinturão do World Muay Thai Organization (WMO), o vencedor do Super 8 Muay Thai receberá em premiação R$ 5 mil e um camp de 30 dias na Tailândia. O chaveamento do GP será conhecido em 25 de agosto, dia da pesagem.

Os participantes do Super 8 Muay Thai são: Lincoln “Buakaw”, Júlio Máximus, Jhonatan Ferreira, Samuel Brito, Tiago Bom, Victor Hugo, Arnaldo “Moska” e Rodrigo “Sub-zero”.

Outros destaques da noite ficam por conta dos confrontos entre Diego Gaúcho x Dill Furacão, Anderson Buzika x Guilherme Faria e Eduardo Tourinho x Felipe Kazú.

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Vídeo: Jon Jones fala em recomeço e se mostra disposto a seguir os passos de Conor McGregor

De volta ao topo da categoria dos meio-pesados, Jon Jones desafiou o peso pesado Brock Lesnar para uma superluta no UFC. Em entrevista ao canal oficial da organização logo após a reconquista do título, o polêmico lutador explicou os motivos que o levaram as fazer o desafio.

“Todo mundo está aqui para fazer lutas enormes e por que não? Por que não ir lá e fazer algo que será muito importante para o esporte e trazer a parte convencional dos Estados Unidos para o MMA? E por último, ter um bom pagamento também. Eu não estou ativo há muito tempo, então seria ótimo ir lá e ganhar um bom dinheiro”, explicou Jones, que ficou mais de um ano afastado do octógono.

Bastante emocionado com a vitória, Jon Jones declarou que considera o seu retorno ao topo como um recomeço na carreira, que num passado recente foi interrompida devido a problemas com drogas. De acordo com o campeão, algo que ficou no passado.

“É um novo começo, é um novo começo com certeza. Agora eu tenho a oportunidade de ver as coisas de uma maneira melhor e não ser aquele cara que era conhecido pelas coisas negativas, mas levar esse esporte para um outro nível e ser parte disso”, afirmou. “Eu passei por momentos muito difíceis, e ficou muito obscuro, muito obscuro. Eu passei muito tempo deprimido. E estar de volta aqui e ter uma luz que te anima, foi um sonho se realizando. Eu me senti como se fosse a minha primeira disputa de cinturão, e fiquei emocionado”.

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Cris Cyborg elogia adversária e oferece ajuda nos treinos: “Espero que ela tenha outra oportunidade”

Para conquistar, enfim, o cinturão peso-pena do UFC no último final de semana, em Anaheim, EUA, Cris Cyborg teve que ser paciente para não ser surpreendida pela resistente norte-americana Tonya Evinger, que só se rendeu no terceiro round após inúmeros golpes recebidos. Em entrevista à imprensa logo após a conquista, a brasileira exaltou a adversaria e se colocou à disposição para ajudá-la a treinar para lutar em sua verdadeira categoria, a dos galos.

“A Tonya é uma atleta dura, espero que ela tenha outra oportunidade na categoria dela, porque ela mostrou que é uma guerreira. Como eu falei para ela, ‘acredito em você’, e posso ajudar ela a treinar para a categoria dela”, revelou a nova campeã do UFC.

Cris Cyborg também comentou sobre a atuação mais cadenciada, sem afobação, sem desperdiçar golpes e, principalmente, sem correr riscos.

“A cada luta eu venho melhorando um pouco mais. Eu acredito que estava mais calma, eu estava vendo aonde bater, estava vendo a oportunidade que dava para abrir. Acho que isso você consegue com o tempo, ou com a idade. Tomara que seja com o tempo de luta (risos)”, brincou.

Se engana quem acha que Cyborg quer descansar depois da conquista. De olho na primeira defesa de cinturão, ela se mostra interessada num duelo contra a ex-campeã peso-galo Holly Holm.

“Acredito que seria uma grande luta entre nós duas, porque ela gosta da luta em pé, e os fãs vão gostar, e ela já lutou nos penas. Quem sabe será a próxima adversaria, vamos ver…”.

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