Algoz de Lee, Léo Santos detona cinturão interino do leves: ‘Palhaçada’

L. Santos já nocauteou K. Lee (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

L. Santos já nocauteou K. Lee (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

A notícia de que Tony Ferguson e Kevin Lee irão disputar o cinturão interino dos leves no UFC 216, dia 7 de outubro, em Las Vegas (EUA), não agradou o brasileiro Leonardo Santos. O atleta da Nova União, inclusive, foi o último a derrotar Lee – em dezembro de 2015, Léo nocauteou o norte-americano ainda no primeiro round. De acordo com o carioca, o fato do rival estar disputando o título é uma ‘palhaçada’.

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“Vou ser sincero. Mérito dele, mas é uma grande palhaça ele estar lutando pelo cinturão interino. Estou com cinco vitórias no UFC, não perdi ainda, e não me colocaram nem no top 10. Aí o pessoal fala que o Kevin Lee lutou mais vezes, beleza, mas depois que perdeu para mim lutou três vezes e entrou no top 10. O (Francisco) Massaranduba fez sete lutas, não tinha perdido para ninguém, e foi até 12° só. Quando eles querem botar alguém lá em cima, eles colocam e f***, a gente que tem que se virar. Mérito dele, tem ganho as lutas, parabéns, mas também acho que merecia estar no top 10, lutando com um top 10. Desafiei o (Mike) Chiesa na mesma época que ele desafiou, aí o UFC falou que o Chiesa já estava com luta marcada, e olha que o Kevin Lee não tinha nem lutado ainda com o Massaranduba (…). Depois que o Kevin Lee lutou com o Massaranduba, aí lançou três semanas depois Chiesa x Kevin Lee. Que p*** é essa? Não dá para entender”, declarou, em entrevista ao site do canal Combate.

Desde que bateu Lee, Santos atuou apenas uma vez, na vitória sobre o compatriota Adriano Martins. Kevin, por sua vez, engatou cinco vitórias consecutivas. Para Léo, isso se deve a uma suposta ‘proteção’ da organização para com o rival, uma vez que o brasileiro garante estar sendo injustiçado por ainda não ter entrado no ranking dos leves.

“Eles estão protegendo uns caras, essa é a grande verdade, e estou aí esperando, pedindo um top 10 há séculos e não me colocam, colocam a galera de baixo e meu nome não sobe. Aí o pessoal quer inventar desculpa: “Poxa, o Léo não luta tanto”. O Al Iaquinta ficou dois anos sem lutar e ficou no top 10 um tempão. O Gilbert Melendez ficou um ano sem lutar e ficou no top 10. Então, isso é a maior palhaçada. (…) O UFC está me f***. Ia lutar em junho, aí foi cancelado e me retiraram (do card). A gente perguntou o que eles iam fazer, se iam contratar alguém para lutar comigo, e eles falaram que não iam contratar ninguém. Iam procurar alguém que estivesse sob contrato, e aí ninguém aceitou lutar com duas semanas. Eles me prometeram colocar em julho, aí quando cobramos disseram que o evento estava cheio, e estamos esperando. Vamos ver o que vai acontecer agora. Espero lutar em novembro ou dezembro, pelo menos esse ano tenho que lutar ainda, pelo amor de Deus”, concluiu o lutador.

Campeão do TUF Brasil 2, Léo Santos está invicto no Ultimate, com cinco vitórias e um empate. Com uma sequência de quatro resultados positivos, atuou pela última vez em outubro de 2016, quando derrotou Adriano Martins por pontos no UFC 204. Aos 37 anos, seu cartel tem 16 triunfos, três reveses e um empate.

Source: Portal da Luta

Em busca do décimo ouro na temporada, Lucas Pinheiro treina forte para o Pan-Americano No Gi

Manauara está radicado em Dallas, EUA – Foto: Cooper Nel

O ano de Lucas Pinheiro está a todo vapor. Se em 2016 ele pouco competiu por conta do grave acidente de carro que o deixou no estaleiro por oito meses, este ano o jovem de 23 anos só pensa em tirar o atraso. Depois de participar de mais de dez competições na temporada, conquistando nove medalhas de ouro e um honroso terceiro lugar no Mundial de Jiu-Jitsu, o faixa-preta já traçou a sua nova meta: conquistar a décima medalha de ouro. E ele espera alcançar o seu objetivo no Pan-Americano No Gi, torneio sem kimono que acontece no dia 30 de setembro em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

“Esse será o meu primeiro Pan-Americano na faixa-preta e também será a minha primeira vez em Nova Iorque. Estou super ansioso para competir. Estou me dedicando bastante, treinando com e sem kimono, com muito foco, fazendo uma dieta boa e tenho certeza que vai dar tudo certo e eu vou conquistar minha décima medalha de ouro na temporada”, disse Lucas.

Nos torneios sem kimono que disputou este ano, o peso-galo conquistou o Dallas Open, o Miami Open e o American National, além de um bronze no absoluto do Austin Open. Para esse torneio, Lucas treinou com o campeão Mundial No Gi Marcelo Mafra, além de fazer um trabalho diferenciado de preparação física.

“Estamos usando métodos que darão ao Lucas pico de energia tanto na força relativa, que é a quantidade de força para o tamanho do corpo, quanto na resistência da força do atleta. Seu condicionamento físico específico vai depender principalmente do seu treinamento de Jiu-Jitsu. O objetivo de todo o treinamento de força é complementar o sistema de energia que o competidor precisará para ganhar o ouro na competição”, explicou Ron Incerta, treinador de força e condicionamento físico de Lucas.

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Source: Portal

Treinador revela que Aldo planeja ida para o boxe: ‘Ele tem esse sonho’

Aldo quer migrar para o boxe depois do UFC (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

Aldo quer migrar para o boxe depois do UFC (Foto: Reprodução/Facebook UFC)

José Aldo sequer definiu qual será seu próximo desafio no UFC, mas o futuro de sua carreira parece já estar definido. André Pederneiras, líder da academia Nova União e principal treinador do brasileiro, voltou a afirmar que seu pupilo tem o sonho de competir profissionalmente no boxe, e por isso está planejando migrar para a arte nobre após o término de seu contrato com o Ultimate.

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“Ele está treinando boxe porque ele tem o sonho de competir boxe profissionalmente. Se dependesse dele, ele lutaria todas as lutas restantes em seu contrato com o UFC em três meses e migraria para o boxe. Ele quer lutar boxe profissionalmente”, declarou Dedé, entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

Quanto ao futuro de Aldo no UFC, a expectativa é que o ex-campeão seja escalado para algum card ainda em 2017. De acordo com Pederneiras, seu pupilo ainda sonha em reconquistar o cinturão dos penas.

“Estamos esperando o UFC. Estamos tentando arrumar essa luta, contra o Cub Swanson ou algum outro atleta. Ele quer enfrentar alguém bem ranqueado e esperar uma oportunidade de lutar pelo cinturão”, concluiu.

Aos 30 anos de idade, José Aldo é o maior campeão da história da divisão de penas. Após realizar sete defesas de cinturão, ele foi destronado ao ser nocauteado por Conor McGregor no UFC 194, em dezembro de 2015. Na sequência, ele bateu Frankie Edgar no UFC 200, em 2016, e recuperou cinturão interino da divisão até 66 kg, que se tornou linear depois de seu algoz migrar para o peso leve. No entanto, em sua última luta, no UFC 212, em junho passado, ele perdeu novamente o título ao ser nocauteado por Max Holloway “em casa”, no Rio de Janeiro. Ao todo, ele possui um cartel com 26 vitórias e somente três derrotas.

Source: Portal da Luta

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Berto quer ser contratado pelo UFC (Foto: Reprodução/Facebook AndreBerto)

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A ideia de Conor McGregor em se aventurar no boxe parece ter mexido com a cabeça de outros lutadores. Andre Berto, duas vezes campeão de boxe dos meio médios pela WBC (Conselho Mundial de Boxe), revelou o desejo de fazer o caminho inverso do irlandês. De acordo com ele, seu desejo é assinar com o UFC e iniciar sua trajetória no MMA.

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“Eu quero ser o primeiro lutador a ser campeão no boxe e no UFC. Isso nunca aconteceu antes. Diga para o Dana falar comigo. Eu quero todos eles. Dana White, você me conhece, sabe que a minha família já está no MMA há algum tempo. Eu vou para o UFC, Dana White me ligue!”, declarou Andre, em entrevista ao site ‘TMZ’

Vale destacar que Holly Holm já conseguiu o feito citado por Berto, de ser campeã mundial no boxe e no UFC, em 2006 e 2015, respectivamente. Perto, por sua vez, tem carreira consolidada no boxe, com um cartel de 30 vitórias e somente quatro derrotas. Aos 33 anos, seu último combate foi em setembro de 2015, quando foi superado justamente por Floyd Mayweather, que bateu McGregor na superluta de boxe realizada no último sábado (26), em Las Vegas (EUA).

Source: Portal da Luta

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O mundo das lutas está novamente em luto. Morreu nesta terça-feira (29), vítima de infarto, a francesa Angélique Duchemin, campeã mundial peso-pluma da WBF (Federação Mundial de Boxe). A pugilista tinha 26 anos e estava internada na cidade de Perpinhã, na França, desde que sofreu um infarto durante o treinamento. Nos últimos dias, ela teve uma embolia pulmonar, o que acabou culminando em sua morte.

Duchemin era campeã europeia desde dezembro de 2016 e campeã mundial há três meses. Ela tinha um cartel com 100% de aproveitamento, com 14 vitórias. Há 15 dias, um lutador de MMA amador também faleceu após ser nocauteado em uma luta nos Estados Unidos.

Source: Portal da Luta

Lutadores de MMA ajudam vítimas do furacão Harvey nos EUA

Foto: Divulgação

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Nas últimas semanas, o peso leve Kareem-Abdul Al-Selwady tem se notabilizado pela troca de provocações com o mexicano Alejandro Martínez. Dois dos grandes destaques do Brave, eles pretendem se enfrentar no próximo evento organizado pela promoção. Porém, Al-Selwady pausou sua rivalidade com “Pato” por uma excelente causa: ele está engajado na ajuda às vítimas do furacão Harvey, que vem devastando o estado do Texas, nos Estados Unidos.

Originalmente da Jordânia, Kareem-Abdul mora em Dallas há alguns anos, onde treina na Fortis MMA. E, sob a tutela do técnico Sayif Saud, ele se tornou um dos nomes mais conhecidos do elenco do Brave Combat Federation, com duas vitórias em duas aparições no show. E, de acordo com Al-Selwady, foi a liderança de Saud que fez com que todos na Fortis MMA se engajassem na ajuda pelas vítimas de Houston, que fica há três horas de Dallas.

“O técnico Sayif foi quem começou todo esse movimento de ajuda a Houston. A Fortis MMA é uma academia familiar. Quando o treinador diz algo, todos nós o seguimos. Não é um lugar só para treinar. Todo mundo lá gosta um do outro, quer saber o que está acontecendo um na vida do outro. E também queremos que a população de Houston esteja a salvo. Pessoalmente, Houston foi muito legal comigo, tenho muitos amigos que moram lá e conheço excelentes pessoas residentes na cidade. Então, agora que a cidade foi atingida pelo furacão Harvey, todo mundo na Fortis MMA está dando uma mão e ajudando nossos irmãos de Houston. Estamos organizando uma doação de comida e roupas que vamos levar para lá em breve, então é o nosso jeito de ajudar”, comenta Al-Selwady.

No entanto, a Fortis MMA está indo um passo além e ajudando também a comunidade da luta. De acordo com o peso leve, lutadores de Houston que estiverem sem um lugar para treinar enquanto se preparam para lutas marcadas, poderão usar a estrutura da academia de graça.

“Lutadores de MMA lutam como profissão. Se não estão treinando, não estão lutando. Então estamos oferecendo um lugar na Fortis MMA para treinarem. Especialmente, jiu-jitsu e MMA. A Fortis MMA apoia todos que estão sofrendo com o furacão Harvey e queremos apenas ajudar”, declarou Kareem-Abdul, que quer voltar logo ao cage do Brave, após duas boas vitórias sobre Rami Azi e Michael Deiga-Sheck.

O furacão Harvey

O furacão Harvey é um ciclone tropical que está causando grandes inundações e destruição no sudeste do estado de Texas, nos Estados Unidos. Harvey é o primeiro grande furacão da categoria 3 ou de maior intensidade a chegar à terra firme norte-americana nos últimos 12 anos.

Até agora, o furacão causou pelo menos 30 mortes confirmadas nos Estados Unidos, além de mais uma casualidade na Guiana. Estimativas preliminares colocam os danos econômicos causados pelo fenômeno entre US$ 10 e US$ 50 bilhões.

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Source: Space

Michael Phelps desafia Conor McGregor para duelo na piscina

Photo by Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Photo by Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Após se aventurar no boxe contra um dos maiores lutadores de todos os tempos, Conor McGregor impressionou esportistas de outras modalidades com a sua coragem. Michael Phelps, maior atleta olímpico, foi um deles. O nadador recém-aposentado usou as redes sociais para fazer um “desafio” ao campeão dos leves do UFC:

“Toda essa falação… Deveríamos correr também, Conor McGregor?”, escreveu o dono de 28 medalhas – sendo 23 de ouro, seguido de uma imagem dos atletas com touca de natação.

Foto: Reprodução/Twitter

Foto: Reprodução/Twitter

Por enquanto, o irlandês ainda não se pronunciou sobre o desafio. Será que o falastrão aceita?

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Source: Space

Cormier acha ‘improvável’ nova luta com Jones e mira em recuperar título: ‘Sou um campeão orgulhoso’

No UFC 214, realizado há um mês, Jon Jones superou o então campeão dos meio-pesados Daniel Cormier e recuperou o cinturão da organização com um belo nocaute. Logo após a derrota, “DC” revelou que pensava em uma terceira luta com “Bones”, mas não imediatamente. No entanto, após a divulgação do doping de Jones e a possível […]
Source: Tatame