Durinho destaca evolução para volta ao UFC

Foto: Alexis Terrosa

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O angustiante período ausente do octógono está chegando ao fim para Gilbert Durinho. Neste sábado, dia 16 de setembro, ele retorna à ativa para medir forças com Jason Saggo no card do UFC Fight Night 116, em Pittsburgh, nos Estados Unidos. Válido pela categoria peso-leve (até 70,3 kg), o embate coloca frente a frente dois especialistas em jiu-jitsu, mas a novidade do brasileiro é a evolução completa em seu jogo. O Combate transmite o evento, ao vivo, a partir das 20h (horário de Brasília).

Em pouco mais de três anos como atleta do UFC, aos 31 anos de idade, Durinho se prepara para seu sétimo combate pela organização. Com quatro triunfos nesse período, ele precisa de nova boa apresentação para voltar ao lugar de vencedores da acirrada categoria. Em sua última luta, em 24 de setembro do ano passado, um revés diante do também brasileiro Michel Trator.

Ciente da necessidade da vitória, o líder e representante da equipe Combat Club tratou de otimizar o período sem luta para evoluir em seu jogo. Destaque para sessões de treinamento acompanhado por nomes como o ex-campeão da categoria meio-médio (até 77,1 kg) do UFC Robbie Lawler, o ex-dono do cinturão dos médios (até 83,9 kg) Luke Rockhold, que encabeça o card em Pittsburgh, e Vicente Luque, representante brasileiro entre os meio-médios do Ultimate.

“É ruim ficar sem lutar por muito tempo, mas isso acabou sendo bom para mim. Perdi minha última luta por detalhes, e analisei tudo o que aconteceu para corrigir minhas falhas. Hoje, sou um lutador melhor. Evoluí, principalmente, no boxe e no wrestling, além da parte física. Treinei com alguns dos melhores do mundo, evoluí bastante assim. Tudo isso me deixa ainda mais animado para lutar logo”, avisa.

O tempo longe do octógono seria menor para Gilbert Durinho, natural de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Escalado para encarar Paul Felder no UFC 208, em fevereiro deste ano, o fluminense foi forçado a deixar o combate por conta de uma lesão no cotovelo direito. Totalmente recuperado, ele aproveitou para desafiar alguns atletas da categoria, antes de ter o compromisso confirmado contra Saggo.

“Durante esse período, tive algumas opções de luta, mas nenhuma delas se concretizou. Chamei o Joe Lauzon para lutar, mas acabou não acontecendo também. Não é desrespeito nenhum a ele, apenas acredito que ele é um cara duro, com bom nome, um adversário ideal para meu momento. Minha vontade era encara um bom lutador de jiu-jitsu, e acabei sendo atendido com o Jason Saggo”, conta o brasileiro, que terá a companhia em seu córner de Henri Hooft, Greg Jones, seu irmão Herbert e Vicente Luque.

De fato, o confronto é de dois especialistas em jiu-jitsu. Oriundo e campeão mundial da modalidade, o brasileiro finalizou sete de suas 11 vitórias no MMA profissional, sendo três delas já pelo UFC. Por sua vez, o canadense finalizou em oito oportunidades no cartel de 12 triunfos, nenhuma no octógono. Toda a evolução em áreas como boxe e wrestling deixa o brasileiro mais confiante para colocar seu jiu-jitsu em prática.

“O Saggo é um cara bem duro, que tem um bom jiu-jitsu. Ele também é bom em pé, mas suas principais armas estão no chão. Estou ciente disso, e sei que o chão é o melhor para mim, mesmo com todas as qualidades que ele tem. Eu vou botar pressão nele o tempo inteiro, mostrando meu boxe, minhas quedas. Estou pronto para dominar as ações, mas confio que vou finalizar essa luta no sábado”, analisa.

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Source: Space

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