Lutador sofre três knockdowns no primeiro round, se recupera e conquista cinturão do Jungle Fight

Dênis Três Dedose Bruno The Talent fizeram a melhor luta da noite – Foto: Leonardo Fabri

No último sábado o ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte, foi palco de uma das melhores lutas do MMA nacional em 2017. No duelo que valeu o cinturão peso-mosca do Jungle Fight, Dênis Três Dedos desbancou o então campeão Bruno The Talent por decisão unânime mesmo depois de sair do primeiro round com três knockdowns sofridos.

Dênis Três Dedos sofreu no primeiro round, mas venceu os dois seguintes – Foto: Leonardo Fabri

A luta começou com o atual campeão apresentando toda a sua excelente técnica de Boxe, colocando golpes precisos no rosto de Dênis Três Dedos, que chegou a ir à lona em três oportunidades, se recuperando em todas. Quando veio o segundo round, o cenário da luta mudou da água para o vinho, e o anfitrião passou a acertar mais vezes o campeão, o balançando algumas vezes.

O enredo do segundo round se repetiu na última parcial da luta. Embalado pela performance do segundo round e empurrado por mais de duas mil pessoas presentes no ginásio, Três Dedos seguiu mais preciso que The Talent, que também buscou o combate até o último segundo. No fim, a vitória ficou com o atleta da casa, agora campeão peso-mosca do Jungle Fight.

Se Dênis Três Dedos teve que superar os três knockdowns para virar a luta e conquistar o cinturão de sua categoria, Felipe Cabocão também teve que se doar um pouco a mais para reverter um cenário desfavorável durante a luta. Isso porque o amapaense foi punido com a perda de dois pontos devido a ações irregulares, como aplicar cotoveladas de cima para baixo e segurar na grade.

Mesmo punido com a perda de dois pontos, Cabocão não deixou dúvidas de sua superioridade – Foto: Leonardo Fabri

Só que, tirando as infrações, Cabocão teve uma atuação bastante segura e consistente contra o anfitrião Caio Gregório, que era incentivado pela massa mineira presente no ginásio. Com pelos cinco quatro quedas cinematográficas, maior precisão na luta em pé e um amplo domínio na luta de solo, Cabocão venceu todos os rounds, minimizando os pontos deduzidos e conquistando o cinturão peso-pena da organização.

Na última luta da noite, Eric Parrudo defendeu pela segunda vez o cinturão peso leve do Jungle Fight. A luta contra Cleiton Predador não foi tão empolgante quando as anteriores, mas valeu para o lutador baiano a manutenção do título, com uma vitória por decisão dividida, construída na base de uma estratégia conservadora praticamente toda desenvolvida no solo.

Parrudo manteve o cinturão dos leves – Foto: Leonardo Fabri

Jungle Fight 92

Belo Horizonte-MG

30 de setembro de 2017

Eric Parrudo venceu Cleiton Predador por decisão dividid

Felipe Cabocão venceu Caio Gregório por decisão unânime

Denis Três Dedos venceu Bruno The Talent por decisão unânime

Marcus Montanha nocauteou Douglas Big Mionster aos 3m26s do 1R

Deivd Ramos venceu Luis El Dragon por decisão unânime

Carlin Soares finalizou Fernando ben 10 com triângulo aos 2m08s do 2R

Zeca Predador nocauteou Dill Furacão aos 53s do 1R

João Saldanha finalizou Erikson Lekin com triângulo de mão aos 53s do 1R

Rafael Cabeça nocauteou Júnior Marques aos 2m14s do 1R

Fabrício Negão venceu Marcus Sanatório por decisão unânime

João de Oliveira finalizou Jhony Winchester com mata-leão aos 2m15s do 1R

Luciano Boi venceu Tiago Naja por nocaute técnico aos 3m31s do 1R

Talita Guerreira finalizou Paty Borges com mata-leão aos 2m 46s do 1R

Neko ‘Doutrinador’ venceu Thiago Henrique por decisão unânime

Natália Silva finalizou Tarciara Santos com armlock aos 2m38s do 1R

Jonathan Branko venceu Kenner Xaropinho por nocaute técnico aos 4m33s do 3R

Macksuel Ferreira venceu Rafael Gonçalves com mata-leão aos 3m13s do 2R

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Source: Portal

Braulio Estima analisa seu papel no ACB JJ e projeta grande futuro: ‘Carro-chefe do Jiu-Jitsu profissional’

Por Diogo Santarém

Campeão de tudo dentro dos tatames, o experiente Braulio Estima começa a se aventurar em outras áreas relacionadas ao Jiu-Jitsu. Além de comandar a Gracie Barra – Birmingham, na Inglaterra, o brasileiro vem atuando nos bastidores como um dos representantes – e responsáveis pela expansão – do ACB Jiu-Jitsu (Absolute Championship Berkut).

Em entrevista exclusiva à TATAME, Braulio contou como conheceu Mairbek Khasiev – dono do evento -, sua relação com o empresário checheno, qual papel exerce dentro da organização e ainda o que espera do ACB Jiu-Jitsu em um futuro próximo no esporte.

“O conceito do ACB Jiu-Jitsu é bem diferente. É parecido com o formato dos maiores eventos de MMA, mas adaptado ao Jiu-Jitsu. São três rounds de cinco minutos, com as finais em cinco rounds. Estamos só começando! Ano que vem, em 2018, estamos planejando no mínimo nove eventos mundo afora. Eu vejo o ACB como o carro-chefe do Jiu-Jitsu profissional”, projetou o faixa-preta, que vem atuando à frente dos eventos na Europa e América do Sul, e esteve presente no último, realizado em setembro, no Rio de Janeiro, e que consagrou Marcio André e Josh Hinger na estreia da organização no Brasil.

Confira a entrevista com Braulio Estima na íntegra:

– Primeiro contato com o Mairbek, dono do Berkut

Eu conheci o Mairbek no Berkut 3 (atual ACB Jiu-Jitsu), onde fui convidado do evento e terminou que fui comentarista de última hora. Seis meses depois, ele me chamou para fazer um camp na academia central dele, em Grózni (capital da Chechênia). Então, tive a oportunidade de conhecê-lo mais e entender o ideal dele. Para se ter uma ideia, ele é um cara muito respeitado no país dele. Porém, mesmo assim, fez questão de dirigir 4h pra me pegar pessoalmente no Daguestão. Vi ali a humildade dele. Já no caminho de volta falamos bastante, inclusive de coisas que estão acontecendo agora. Nos demos muito bem.

– Evolução do contato para um papel na organização

Desde aquela conversa no carro nós vínhamos fazendo um brainstorming sobre a direção que o ACB Jiu-Jitsu deveria tomar. Ele tem uma visão muito boa, e ele faz porque ama o esporte, é praticante, faixa-marrom. Treina todos os dias e é muito duro. Então, três meses atrás fui contratado para estar à frente dos eventos na Europa e América Latina. Fiquei bem honrado pelo convite e pela confiança que me deram. Nós sempre conversamos sobre expandir o território, levar o show a mais lugares. É um formato único e inovador, bem intenso, e o público brasileiro ainda não tinha visto ao vivo.

Braulio vem atuando próximo aos lutadores e à organização, em nova função (Foto reprodução Instagram)

– Conceito do ACB Jiu-Jitsu e planos para o ano que vem

O conceito do ACB Jiu-Jitsu é bem diferente. É parecido com o formato dos maiores eventos de MMA, mas adaptado ao Jiu-Jitsu. São três rounds de cinco minutos, com as finais em cinco rounds. Ano que vem, em 2018, estamos planejando no mínimo nove eventos mundo afora. Eu vejo o ACB como o carro-chefe do Jiu-Jitsu profissional.

– Formato dos confrontos e valorização na premiação

Eu adoro a forma (dos duelos), como lutador e como telespectador. A luta fica bem mais movimentada e os atletas se soltam mais. E quando não existe a finalização, no decorrer dos rounds, existe a chance de melhorar sua estratégia. Por isso, eu acho bem interessante acompanhar como cada um volta de um round para o outro, muito bacana. A premiação também é bem justa. Todos atletas já entram ganhando mesmo que percam suas lutas, e ainda existem os bônus. Para a realidade do Jiu-Jitsu, é uma premiação bem generosa.

– Crescimento do Jiu-Jitsu em países do Leste europeu

Os países do Leste europeu têm uma tradição de luta muito forte no Sambo, Wrestling, Judô, etc… Agora, o Jiu-Jitsu também vem crescendo forte em Moscou, na Chechênia. De uns cinco anos pra cá, surgiram muitos atletas duríssimos dessa região. E pelo que eu venho acompanhando, muitos novos talentos vão brotar. Com esse intercâmbio com lutadores de alto nível compartilhando seus conhecimentos durante as visitas, tudo só tende a melhorar. Eles trabalharam duro e estão empolgados com a nossa arte suave.

Source: Tatame

Matheus Nicolau retorna de suspensão após um ano e enfrenta Louis Smolka no UFC 219

O tempo de espera está próximo do fim para o peso-mosca Matheus Nicolau. Suspenso por um ano após ser pego no doping ao testar positivo para anastrozol, o brasileiro, que ainda cumpre suspensão – até 13 de outubro -, já tem data marcada para retornar ao octógono. No dia 30 de dezembro, pelo UFC 219, em Las Vegas (EUA), no card que encerra o ano de 2017 da organização, Nicolau enfrenta o havaiano Louis Smolka.

Com 12 vitórias, uma derrota e um empate na carreira, Matheus Nicolau vinha bem no UFC até ser suspenso. Foram dois triunfos em duas lutas, sobre Bruno Korea, em sua estreia, e contra o ex-desafiante ao título John Moraga, quando desceu do peso-galo para o mosca.

Louis Smolka, por sua vez, não vive um bom momento na organização. Atual 14º colocado no ranking do peso-mosca, o lutador perdeu seus três últimos compromissos. Ao todo, o havaiano acumula 11 vitórias e quatro reveses em sua trajetória nas artes marciais mistas.

CARD PROVISÓRIO:

UFC 219
Las Vegas, nos Estados Unidos
Sábado, 30 de dezembro de 2017

Dominick Cruz x Jimmie Rivera
Cynthia Calvillo x Carla Esparza
Louis Smolka x Matheus Nicolau

Source: Tatame

Canabidiol deixará de ser doping a partir de 2018

N. Diaz (foto) usou um vaporizador com óleo de CBD. Foto: Reprodução / YouTube

N. Diaz (foto) usou um vaporizador com óleo de CBD. Foto: Reprodução / YouTube

Os defensores do uso da maconha no esporte conquistaram uma importante vitória neste final de semana. A WADA (Agência Mundial Antidoping) anunciou que o canabidiol (CBD) será retirado da lista de substâncias proibidas a partir de 2018.  A substância compõe cerca de 40% do extrato da maconha e é vendido em forma de óleo nos estados dos EUA onde o uso medicinal do produto é permitido.

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“Canabinoides não serão mais proibidos. O canabidiol sintético não é um cannabimimético. No entanto, o canabidiol extraído de plantas de cannabis também pode conter diferentes concentrações de THC, que continua a ser uma substância proibida”, escreveu a agência em seu website. Com isso, o uso da maconha em forma de cigarro continua proibido dentro do período de competição.

Em agosto de 2016, após a revanche diante de Conor McGregor, Nate Diaz foi até a coletiva do UFC 202 com um vaporizador que continha óleo de CBD. O lutador, que reside na Califórnia onde o uso da canábis é permitido, declarou que tem a licença para uso medicinal da droga.

Na ocasião, o lutador, que havia feito o exame antidoping minutos antes no vestiário, foi advertido pela USADA (agência antidoping dos EUA e que regula os atletas do UFC), mas não foi punido.

 

 

Source: Portal da Luta

Ícones do MMA, Sakuraba e Frank Shamrock fazem duelo de grappling pelo Rizin Fighting

Nomes de destaque na história do MMA, Kazushi Sakuraba e Frank Shamrock vão entrar em ação mais uma vez, porém, em duelo de grappling que acontece no dia 15 de outubro, pelo Rizin Fighting Federation, no Japão, conforme divulgou a organização.

Inicialmente escalado para enfrentar o também veterano Dan Henderson, Sakuraba viu seu adversário mudar após Hendo sofrer uma lesão no pescoço. Aos 48 anos de idade, o japonês é Hall da Fama do UFC e um dos maiores ídolos do seu país no MMA, onde não luta desde 2015, mas soma 26 vitórias, 17 derrotas, um empate e um “No Contest” no cartel.

Frank Shamrock, por sua vez, é quatro anos mais novo que Sakuraba. Sem lutar desde 2009, quando foi derrotado por Nick Diaz, o ex-campeão do UFC e do Strikeforce tem 23 triunfos, dez derrotas e dois “No Contests” em sua trajetória – de sucesso – no MMA.

Vale ressaltar que o combate entre Sakuraba e Shamrock acontecerá nos 84kg e com tempo limite de 15 minutos, sem sistema de pontos. Sendo assim, se nenhum dos dois lutadores conseguir a finalização até o fim do tempo, o duelo será declarado empate.

Source: Tatame

Em noite de lutas emocionantes, Jungle Fight 92 enche o Mineirinho e sagra três campeões; resultados

Mais de duas mil pessoas estiveram no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte, na noite do último sábado (30), para acompanhar a edição que marcou os 14 anos do maior evento de MMA da América Latina. Foram 17 lutas no Jungle Fight 92 e apenas seis terminaram por decisão da arbitragem, com todas as demais encerradas por nocaute ou finalização.

Pelo cinturão peso-mosca, o desafiante Denis “Três Dedos” iniciou o duelo com o prejuízo de três knockdowns aplicados pelo então campeão Bruno “The Talent” logo no primeiro assalto. Entretanto, Denis voltou melhor e, em atuação espetacular, venceu o segundo e terceiro rounds, sagrando-se campeão. Após o combate, o mineiro celebrou o triunfo.

“Foi uma luta muito difícil, o Bruno é um atleta duro e tive dificuldades no primeiro round, mas graças a Deus pude voltar melhor e conquistar esse tão sonhado cinturão. Agora é continuar trabalhando forte porque eu sei quero nível aqui no Jungle Fight é forte e tenho que estar preparado para manter o título, com certeza”, projetou Denis.

No co-evento, o amapaense da Team Nogueira Felipe Cabocão teve atuação de gala contra o ovacionado Caio Gregório, que lutava diante da sua torcida. Mesmo com a pressão contra, Cabocão impôs seu jogo e, ainda perdendo dois pontos devido a golpes irregulares, dominou os três rounds e venceu por decisão unânime, conquistando o cinturão peso-pena.

“Vim para Minas com três palavras na cabeça: foco, fé e força. Tenho que agradecer ao povo de Minas Gerais e, principalmente, ao Caio Gregório, que valorizou demais esse cinturão”, disse o atleta de 23 anos, que segue invicto no MMA, agora com oito vitórias.

Na luta principal da noite, em disputa do cinturão dos leves, Erick Parrudo subiu na arena para defender o título pela segunda vez. E teve sucesso. Após domínio dos três rounds, o baiano da equipe Champions manteve o título por decisão dividida da arbitragem.

RESULTADOS COMPLETOS:

Jungle Fight 92
Mineirinho, em Belo Horizonte (MG)
Sábado, 30 de setembro de 2017

Erick Parrudo derrotou Cleiton Predador por decisão dividida dos jurados
Felipe Cabocão derrotou Caio Gregório por decisão unânime dos jurados
Denis Três Dedos derrotou Bruno The Talent por decisão unânime dos jurados
Marcus Montanha derrotou Douglas Big Mionster por nocaute no 1R
Deivd Ramos derrotou Luis El Dragon por decisão unânime dos jurados
Carlin Soares finalizou Fernando Ben10 com um triângulo no 2R
Zeca Predador derrotou Dill Furacão por nocaute no 1R
João Saldanha finalizou Erikson Lekin com um triângulo de mão no 1R
Rafael Cabeça derrotou Júnior Marques por nocaute no 1R
Fabrício Negão derrotou Marcus Sanatório por decisão unânime dos jurados
João de Oliveira finalizou Jhony Winchester com um mata-leão no 1R
Luciano Boi derrotou Tiago Naja por nocaute técnico no 1R
Talita Guerreira finalizou Paty Borges com um mata-leão no 1R
Neko Doutrinador derrotou Thiago Henrique por decisão unânime dos jurados
Natália Silva finalizou Tarciara Santos com um armlock no 1R
Jonathan Branko derrotou Kenner Xaropinho por nocaute técnico no 3R
Macksuel Ferreira finalizou Rafael Gonçalves com um mata-leão no 2R

Source: Tatame

Após usar ‘termo homofóbico’ em discussão, Werdum fará trabalho comunitário LGBT; saiba

A discussão entre Fabrício Werdum e Tony Ferguson, na última quinta-feira (28), em evento promocional para o UFC 216, segue dando o que falar. Após os dois lutadores quase chegarem às vias de fato (reveja no vídeo abaixo), agora as críticas ficam por conta do peso-pesado brasileiro, pelo fato de Werdum ter usado a palavra em espanhol “maricón” para ofender Tony, considerada um termo homofóbico. Por isso, ele será “punido”.

Em suas redes sociais, o ex-campeão dos pesados até chegou a se desculpar pelo ocorrido. “Maricón é uma palavra comum na cultura espanhola e não quis ofender ninguém na comunidade LBG (sic), e se o fiz, eu peço desculpas”, escreveu Werdum em um post.

Entretanto, a retratação online não foi o suficiente para o UFC. Na sexta-feira, em um comunicado enviado ao site MMA Fighting, a organização se disse “desapontada” com os comentários do brasileiro e anunciou que ele irá prestar serviços comunitários com a comunidade LGBT como uma forma de diminuir o impacto negativo das suas palavras.

Confira o comunicado:

“O UFC está desapontado com os comentários recentes feitos por Fabrício Werdum em um evento promocional em Los Angeles (EUA). A natureza e implicações desses comentários não refletem a visão do UFC e não serão toleradas, não importando a maneira com que elas são usadas. Nós tomamos conhecimento e apreciamos o fato de Fabrício ter pedido desculpas à organização e a qualquer pessoa que ele possa ter ofendido com suas palavras. Como atletas de alto nível, modelos e embaixadores globais do esporte das artes marciais mistas, atletas em contrato com o UFC devem cooperar com o Código de Conduta dos Atletas. Por conta da violação dessa política, Fabrício concordou em desenvolver um trabalho comunitário junto à comunidade LGBT em Las Vegas (EUA), tomando medidas diretas para proporcionar mudanças e causar um impacto direto na comunidade”.

Vale lembrar que Werdum e Ferguson fazem parte do card do UFC 216, marcado para o próximo sábado (7), em Las Vegas, nos Estados Unidos. Enquanto o brasileiro enfrenta Derrick Lewis pela divisão dos pesados, Tony faz a luta principal contra Kevin Lee, em disputa bastante aguardada e valendo o cinturão interino dos leves do Ultimate.

Reveja a confusão entre Werdum e Ferguson abaixo:

Source: Tatame

TOP 10: o melhor de outubro dentro do octógono

As flores começaram a aparecer e a brisa quente está no ar. A primavera chegou com tudo e o calor que ela traz deve ser levado para dentro do octógono.As pessoas costumam associar outubro com a reta final do Campeonato Brasileiro, com a terceira semana de jogos da NFL e até mesmo com o Dia das Crianças e outras comemorações, mas devemos nos lembrar também que outubro sempre nos trouxe grandes lutas.Enquanto rotineiramente os grandes cards de final de ano são guardados para novembro e dezembro, algumas “lutas do ano” aconteceram em … Read the Full Article Here
Source: UFC