John Lineker está fora do confronto diante de Jimmie Rivera, pelo UFC 219; confira os detalhes

Marcado para acontecer no próximo sábado, em Las Vegas, nos Estados Unidos, o UFC 219 teve uma grande baixa confirmada para o seu card. Atual número seis do ranking peso-galo da organização, John Lineker está fora do evento, onde enfrentaria Jimmie Rivera. A informação foi confirmada primeiramente pelo site MMA Fighting no último domingo (24) e, logo em seguida, nas redes sociais do lutador, que estará ausente da edição por conta de um problema dentário.

O Ultimate ainda não confirmou se Rivera permanecerá no card ou se a luta será realmente retirada do evento. Através das redes sociais, o embalado Marlon Moraes, que vem de três lutas nos últimos cinco meses, se ofereceu para substituir seu compatriota e encarar Jimmie.

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Veja o comunicado divulgado nas redes sociais de John Lineker:

John Lineker, infelizmente, fica impossibilitado de lutar no UFC 219, do dia 30 de dezembro (próximo sábado). Há alguns dias, caiu uma obturação, buscou ajuda e passou por tratamento de canal. Logo após, começou a sentir dores, voltou a buscar ajuda e mexeram novamente no canal, e passou a tomar medicação. Continuou treinando, dieta, mesmo com dor, e assim foi piorando. Fomos buscar uma segunda opinião pois, ao invés de melhorar, estava piorando. Foi quando constatou, através de exames, uma INFECÇÃO PERIODONTAL DE ORIGEM BACTERIANA na raiz do dente siso (dente do lado do que foi feito o tratamento de canal). Mesmo assim, John Lineker foi para Las Vegas crendo que ia melhorar e poder lutar… Chegando, foi direto aos médicos do UFC, onde foi constatada a infecção mais uma vez, e foi cortado do UFC 219, que lutaria no próximo sábado…

Hoje (último domingo), mesmo com antibióticos e anti-inflamatórios, continua com dor, terá que passar por novos processos de tratamento. Está muito triste com o acontecido, mas ele tentou até o fim permanecer na luta contra Jimmie Rivera. Lineker continua em Las Vegas até o presente momento.

Lamentamos a todos que torcem pelo John Lineker, todos os treinadores, apoiadores, amigos, família… Logo estará de volta para fazer sempre o show que nosso povo merece!F eliz Natal a todos! Deus sabe de todas as coisas!

CARD COMPLETO:

UFC 219
Sábado, 30 de dezembro de 2017
Las Vegas, nos Estados Unidos

Card principal

Cris Cyborg x Holly Holm
Khabib Nurmagomedov x Edson Barboza
Jimmie Rivera x adversário a ser definido
Cynthia Calvillo x Carla Esparza
Carlos Condit x Neil Magny

Card preliminar

Khalil Rountree x Michal Oleksiejczuk
Dan Hooker x Marc Diakiese
Myles Jury x Rick Glenn
Louis Smolka x Matheus Nicolau
Marvin Vettori x Omari Akhmedov
Tim Elliott x Mark De La Rosa

Source: Tatame

Veja como os principais astros do MMA passaram o Natal

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Mesmo com o Ultimate ainda tendo um grande evento a organizar em 2017, o UFC 219, a maioria dos astros da companhia pôde curtir o Natal ao lado de seus familiares e amigos. Caso de Vitor Belfort, que se prepara para sua última luta no UFC em janeiro, longe da família, em Montreal. Porém, o Fenômeno recebeu a visita de Kiara, Victoria, Davi e Joana Prado, sua esposa. Outro ex-campeão que passou o Natal rodeado por seus familiares foi Lyoto Machida, que também posou para fotos com Chinzo Machida, seu irmão e lutador do Bellator.

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A brasileira Cris Cyborg, porém, não teve a mesma sorte. Escalada para defender seu cinturão peso pena no UFC 219, a campeã não teve descanso no feriado e treinou durante o Natal. Mesmo assim, ela manteve o bom humor e posou para fotos com o gorro do Papai Noel após mais um treinamento.

Outros astros, como Conor McGregor e Júnior Cigano passaram pela emoção de terem seus filhos passando por seus primeiros feriados. Conor Jr. e Bento foram embalados pelos orgulhosos papais em fotos nas redes sociais.

E teve gente que preferiu provocar rivais, mesmo na época de Natal. Foi o caso do ex-campeão Michael Bisping, que havia ganhado seu título diante de Luke Rockhold antes de perdê-lo para Georges St. Pierre. Em seu Instagram, o inglês postou uma montagem de sua luta com Rockhold, onde ele é o Papai Noel e o norte-americano é o Grinch, personagem de histórias natalinas, que busca estragar o feriado.

Source: Portal da Luta

Daniel Cormier considera aposentadoria em 2018: ‘Estou em paz com isso’; veja

Campeão linear meio-pesado do Ultimate, Daniel Cormier vem se preparando para mais uma disputa de cinturão, desta vez contra Volkan Oezdemir, no dia 20 de janeiro, pelo UFC 220. Com 38 anos e um cartel de 19 vitórias e apenas uma derrota, “DC” possui uma longa estrada no mundo da luta e, desta forma, uma aposentadoria já está nos planos do americano, que luta profissionalmente no MMA desde 2009.

Em entrevista ao site da ESPN, Cormier deixou claro que sua carreira dentro da modalidade está próxima do fim e que, por conta disso, seu investimento está sendo feito no filho, a quem considera como seu “sucessor”.

“Sempre fui muito aberto com isso, vocês nunca vão me ver (lutando) aos 40 anos. Nós, talvez, estejamos entrando no meu último ano em 2018. E estou em paz com isso. É hora desse cara, Daniel Jr., assumir o posto nos esportes. Estou competindo em alto nível desde os meus 15 anos. Não posso fazer isso para sempre. Estou pronto para me comprometer e focar no meu garoto, depois de mais algumas lutas. Ainda tenho algumas lutas para fazer”, revelou Daniel, que ainda falou sobre Jon Jones, responsável por sua única derrota no esporte.

“Acho que um dos meus maiores erros foi colocar tudo em cima de uma pessoa só. É injusto basear a minha carreira em Jon Jones. Mas sim, sinto que ele me deu um banho de água fria. Não tem nada como uma derrota. Algumas pessoas levam um tempo e as superam. Eu não. Todas as minhas grandes derrotas, inclusive as minhas para o Jones, ficam presas em mim. Acho que isso é o que me torna eu mesmo”, finalizou.

Source: Tatame

Tyron Woodley mira sua volta e analisa Dos Anjos: ‘Ele não me impressionou’

Atual campeão meio-médio do Ultimate, Tyron Woodley viu o nome de Rafael dos Anjos surgir com força dentro da categoria. Após três vitórias, o brasileiro já é o segundo colocado do ranking da divisão, atrás somente do próprio campeão, e muitos já começam a especular um duelo entre os dois lutadores.

O americano, que vem de duas defesas de cinturão, no entanto, parece não estar impressionado com as boas atuações do brasileiro, ex-campeão peso-leve da organização. Em entrevista ao site “TMZ Sports”, Woodley garantiu não ter gostado da atuação de Dos Anjos na vitória contra Robbie Lawler, em luta que foi realizada no último dia 16 de dezembro, pelo UFC on Fox 26.

“Não fiquei muito impressionado com ele (Rafael dos Anjos), sendo bem honesto. Não me impressionei com a sua performance (na luta contra Robbie Lawler). Porque as pessoas estão socando e esquivando, se você está socando e esquivando e você erra, então você está acertando luvas e cotovelos. Isso não é precisão. Eu não fiquei animado com a inteligência dos dois. Estou aberto para lutar com ele? Sim. Mas ele é o lutador no topo da minha lista? Não”, disse o americano, que vem de uma cirurgia no ombro, realizada na última semana, e planeja seu retorno para os primeiros meses de 2018.

“Tive uma cirurgia ortopédica no meu ombro direito. Meu ombro estava mais ferrado do que imaginaram. Tive esporas nos ossos na região. Eles tiveram que me virar do avesso e limpar algumas coisas. Vou voltar como o homem biônico. Com a nova tecnologia e ciência, estarei de volta no primeiro trimestre do ano que vem. Em dois meses estarei socando algo”, concluiu.

Source: Tatame

Na ‘briga’ por US$ 1 milhão em GP, Ronys Torres descarta UFC: ‘Eu fui injustiçado’

Por Mateus Machado

Experiente no mundo da luta, com um cartel de 36 vitórias e apenas cinco derrotas no MMA profissional, Ronys Torres vive o momento mais especial de sua carreira atualmente. Em dezembro de 2016, o brasileiro, então campeão do Shooto Brasil, foi convidado para fazer parte do GP peso-leve do evento Road FC, onde o campeão receberá o pomposo prêmio de 1 milhão de dólares. O amazonense fez sua estreia pela organização em fevereiro e, desde então, contabilizou três vitórias, todas por finalização no primeiro round. Com vaga garantida na semifinal, Ronys terá pela frente o russo Shamil Zavurov, em duelo considerado por muitos a “final antecipada” do GP, já que Zavurov era considerado um dos grandes favoritos a conquistar o torneio.

Atualmente com boas chances de conquistar o GP peso-leve do Road FC e receber o grande prêmio de 1 milhão de dólares, Ronys Torres vê com bons olhos a oportunidade de dar um “salto financeiro” em sua vida, o que não aconteceu em sua breve passagem pelo UFC, em 2010, onde fez duas lutas, sendo derrotado em ambas, e foi dispensado pela organização. Após quase oito anos, vivendo uma fase completamente diferente em sua carreira, o amazonense não pensa em um retorno a maior franquia de MMA do mundo, como revelou em entrevista exclusiva à TATAME.

“Lutei o UFC, em 2010, mas hoje estou vivendo o momento mais feliz da minha carreira, prestes a realizar o maior sonho da minha vida, e não passa na minha cabeça voltar ao UFC, eu não quero. Fui injustiçado. Estava fazendo boas lutas, e eles não cumpriram a promessa de que se eu vencesse quatro lutas, voltaria a ter outra luta por lá. Depois que eu saí do UFC, eu venci umas 20 lutas e nada deles me chamarem. Eu vi eles chamando vários lutadores para assinar, vários lutadores que eu venci… Hoje eu vejo muita injustiça dentro do UFC”, declarou o lutador.

Veja a entrevista completa com Ronys Torres:

– Como surgiu o convite para fazer parte do Road FC?

Dois empresários americanos entraram em contato comigo em dezembro do ano passado. Um para lutar o WSOF, em um evento que seria realizado em junho ou julho desse ano, e o contato desse outro empresário foi para falar sobre esse GP de um milhão do Road FC, e que eu já lutaria em abril. Foi aí que entrei em contato com o Dedé (Pederneiras, organizador do Shooto), e ele me falou que eu poderia entrar em contato com esse empresário, caso ele conseguisse me colocar no GP. Pedi para ele correr atrás disso e, em menos de uma hora, ele já tinha resolvido. Disse que o Road tinha gostado do meu cartel de 36 vitórias e apenas 5 derrotas, porque eu era ex-UFC e vinha numa sequência boa de vitórias. Assim que eles me mandaram o contrato, eu já fui assinando, achando que já lutaria em abril ou maio, mas fui pego de surpresa e já lutaria em fevereiro. Ainda bem que eu tinha feito uma luta em dezembro e estava em um bom ritmo. Lutei e venci, e agora estou nessa semifinal do GP.

– Situação de lutar no Road sendo campeão peso-leve do Shooto Brasil

O campeão do Shooto Brasil ainda sou eu mesmo. Eu teria até dezembro agora para defender o cinturão, mas estou tentando dar uma ‘retardada’ para fazer a luta depois do duelo do GP do Road. Assim que eu vencer o GP, não quero abrir mão desse evento (Shooto), pois foi meu primeiro sonho realizado, vencer o Shooto Brasil, e eu não quero dar (o título) tão fácil assim. Eu pedi para o Dedé Pederneiras falar com a organização, para primeiro fazer a luta entre dois atletas bem ranqueados, e o vencedor lutaria contra mim. Eu não posso participar de outro evento enquanto o GP do Road FC não acabar.

– Análise do próximo adversário no GP e ‘final antecipada’

Eu venho me destacando no Road, graças a Deus, vencendo essas três lutas no primeiro round, e como o evento diz, sobre ser uma final antecipada, eu venho estudando ele (Shamil Zavurov, seu adversário). Já assisti 15 lutas dele, vi que é um lutador bem duro. Já temos uma estratégia para vencê-lo, será a luta mais difícil do GP. Lembro que no início do GP ele era o favorito, mas após minhas vitórias, eu cresci, vencendo todas por finalização, enquanto ele vencia por decisão. Seu estilo de luta é ‘chato’, mas eu confio no meu chão, na minha estratégia e na minha equipe. Eu espero chegar nessa luta 100% e tentar de todas as formas vencê-lo. Esse GP é minha vida que está em jogo, meu sonho, e não vou deixar ninguém roubá-lo.

– A alta premiação em jogo do GP, de certa forma, te pressiona?

Eu ainda não penso no prêmio, o prêmio que pode mudar a vida de qualquer um, sendo lutador ou não. Eu penso em encarar cada luta como se fosse uma final. Já ficaram vários grandes lutadores pelo caminho, mas a ficha sobre isso vai cair só na final, provavelmente, que será a hora que eu vou pensar no que fazer. No momento, esse prêmio todo não me atrapalha, estou bem focado na luta mesmo, porque quem perde, sai. Na final, vou pensar nisso, porque aí coloco minha vida em jogo, pensando no quanto pode mudar minha vida e da minha família.

– Nascimento da filha às vésperas da luta no GP

Para mim, foi bem difícil saber que minha filha ia nascer e eu não poderia acompanhar de perto, esse momento marcante. Ainda tentei vir, mas não consegui, porque estava na reta final da preparação, mas esses obstáculos eu uso para me motivar. Eu estava com muito medo de perder, porque passei todos esses meses longe da minha família, mas depois da vitória, tudo valeu a pena. Quando venci, isso (a filha) foi a primeira coisa que eu pensei, tanto que comemorei no ‘estilo Bebeto’, na Copa de 94 (risos). Hoje, eu consigo ver minha filha, mas não estou acompanhando tanto assim os primeiros passos dela por conta da sequência de lutas, e eu quero vencer o GP para poder me mudar aqui para o Amazonas e ficar sempre perto dela, acompanhando o crescimento das minhas filhas.

Duelo contra o russo Shamil Zavurov acontecerá em março, e valerá vaga na grande final (Foto: Reprodução)
Duelo contra o russo Shamil Zavurov acontecerá em março, e valerá vaga na grande final (Foto: Reprodução)

– ‘Injustiça’ no UFC e momento mais feliz da carreira

Lutei o UFC, em 2010, mas hoje estou vivendo o momento mais feliz da minha carreira, prestes a realizar o maior sonho da minha vida, e não passa na minha cabeça voltar ao UFC, eu não quero. Fui injustiçado. Estava fazendo boas lutas, e eles não cumpriram a promessa de que se eu vencesse quatro lutas, voltaria a ter outra luta por lá. Depois que eu saí do UFC, eu venci umas 20 lutas e nada deles me chamarem. Eu vi eles chamando vários lutadores para assinar, vários lutadores que eu venci… Hoje eu vejo muita injustiça dentro do UFC. Hoje, eu me sinto valorizado no evento que eu participo, me sinto muito bem na organização, é uma oportunidade única na minha vida. Hoje me sinto outro atleta, um atleta muito melhor, com a cabeça muito melhor, bem diferente de quando participava do UFC. Quero esse título do GP para mudar minha vida no ano de 2018.

Source: Tatame

Brasileira revelação do MMA feminino mira fase final de GP do Rizin e avisa: ‘Pressão não me assusta’; confira

Após uma grande estreia no Rizin FF, Maria Oliveira retorna à ação no dia 29 de dezembro pela semifinal do GP peso-átomo (até 48kg) da organização. A brasileira terá pela frente a japonesa Kanna Asakura na edição, que será realizada na Super Saitama Arena, no Japão.

Maria Oliveira chega com moral na semifinal do Rizin, afinal, a atleta da PRVT estreou na organização com uma grande vitória sobre a americana Alyssa Garcia, uma das favoritas, por decisão unânime. A promissora lutadora, de 21 anos, falou sobre seu primeiro duelo no evento japonês e garante que não sentiu a pressão de estar debutando internacionalmente.

“A minha primeira luta foi demais, sensacional, fiz tudo o que eu esperava, ainda superei minhas expectativas, pois sabia que ia fazer. Foi uma luta dura, sabia que ela ia tentar me colocar para baixo e eu sempre acreditei que ia conseguir defender bem as quedas. Eu tinha uma noção boa de quanto eu estava bem, pois conseguia defender bem as quedas e fui bem na trocação. Acho que fui muito bem e nem senti tanto a estreia, graças a Deus não fiquei travada na minha primeira luta, então acredito que posso estar mais solta para essa minha luta e vou conseguir impor meu jogo, pois acho que vai ser o mesmo da primeira”, disse Maria, que demonstrou conhecimento sobre sua adversária e confiança.

“Eu já tinha visto lutas dela e vi que ela tenta sempre pôr para baixo e insiste muito na queda. Ela é do grappling, tenta colocar para o chão, mas isso não me assusta tanto, pois a graduação de Jiu-Jitsu dela é a mesma que a minha, então acredito que o nível de chão nosso seja o mesmo. O que eu estudei dela foi isso, ela vai querer me colocar para baixo, e vai ser meio difícil para ela”, analisou a brasileira, dona de dez triunfos e dois reveses no MMA.

Em caso de vitória, Maria vai para a final e volta a lutar no dia 31 de dezembro, contra a vencedora do confronto entre Rena Kubota e Irene Cabello Rivera. Para chegar ao título, a atleta da PRVT terá que fazer duas lutas em dois dias, uma verdadeira maratona.

“Estou me preparando bem, pois eu vencendo, serão duas lutas em poucos dias, mas não me assusta, não, porque eu canso de quebrar na porrada na academia três dias seguidos e fico bem com dor ou sem dor. Estou bem preparada para as duas lutas, mesmo se eu me machucar na primeira, estarei firme para a segunda. A preparação para essa luta está bem mais intensa do que na luta anterior, porque na última luta fui bem, a adversária era boa, mas essa luta tenho que me preparar mais pois vou ter pela frente uma adversária dura e eu passando vou ter uma mais dura ainda, por isso a preparação está sendo sinistra e sei que tenho que estar com um gás bom, está tudo diferente do primeiro camp”, encerrou.

Source: Tatame

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Source: UFC

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Source: UFC

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A post shared by Rodrigo Nogueira (@minotauromma) on Dec 24, 2017 at 8:32am PST

 
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A post shared by Lyoto Machida (@lyotomachidafw) on Dec 24, 2017 at 7:06pm PST

 
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Source: UFC

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Source: UFC