Paulo Borrachinha sofre lesão e está fora da luta contra Uriah Hall no UFC Fight Night 128; saiba

Por Mateus Machado

Marcado para acontecer no dia 21 de abril, em Atlantic City, nos Estados Unidos, o UFC Fight Night 128 teve uma importante baixa em seu card. Vindo de três vitórias consecutivas no Ultimate e invicto em sua carreira, com 11 triunfos, Paulo Borrachinha está fora da luta contra Uriah Hall. O brasileiro teve um rompimento parcial de 30% do seu bíceps esquerdo, após treinamento realizado na última segunda-feira (12). A informação, veiculada pelo Canal Encarada em primeira mão, foi confirmada pela TATAME com fontes próximas à situação.

Borrachinha teve sua lesão confirmada nesta terça-feira (13), após a realização de alguns exames. A equipe do lutador comunicou ao Ultimate a contusão e, consequentemente, sua saída do card. A tendência é que Paulo realize fisioterapia pelas próximas seis semanas, sem realizar treinos durante esse período. Desta forma, o mineiro deverá lutar novamente somente no meio do ano.

Por outro lado, o Ultimate ainda não confirmou se o duelo entre Uriah Hall e Paulo Borrachinha será remarcado para uma data futura ou se Hall permanecerá no card do UFC Fight Night 128 enfrentando um novo oponente.

CARD PROVISÓRIO:

UFC Fight Night 128
Atlantic City, nos Estados Unidos (EUA)
Sábado, 21 de abril de 2018

Edson Barboza x Kevin Lee
Aspen Ladd x Leslie Smith
Magomed Bibulatov x Ulka Sasaki
Siyar Bahadurzada x Luan Chagas
Merab Dvalishvili x Augusto Tanquinho
David Branch x Thiago Marreta
Patrick Cummins x Corey Anderson
Uriah Hall x Adversário a ser anunciado
Aljamain Sterling x Brett Johns
Tony Martin x Keita Nakamura
Jim Miller x Dan Hooker

Source: Tatame

Shooto Brasil 81 coloca dois cinturões em jogo no Rio de Janeiro

Pedro Falcão (esq.) disputa cinturão do Shooto. Foto: Natalino Werneck

O Shooto Brasil realiza mais edição na sua história neste final de semana, no Rio de Janeiro. A noite de sábado (17) marca o 81° show da organização, com um card que promete estremecer a Upper Arena.

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O programa de lutas traz 11 duelos, com destaque para o duelo principal da noite entre Pedro Falcão e Glyan Alves valendo o cinturão da recém-inaugurada categoria super-galo (até 63,5kg). Na segunda luta mais importante, Mariana Morais e Lara Procopio duelam em busca do cinturão peso-galo (até 61,2kg), vago após a destituição de Priscila Souza do posto.

“Estamos muito satisfeitos em poder cumprir nossa promessa de realizar as edições do Shooto quase que mensalmente. E essa, em específico, promete muito. O Pedro está há bastante tempo vencendo e merecendo essa chance. E o Glyan vem de um ótimo resultado sobre o Luciano, um dos melhores atletas da categoria. Em relação às meninas, em respeito aos fãs e atletas do Shooto tivemos que retirar o cinturão da Priscila e colocar ele em jogo, já que ela estava há mais de dois anos sem defendê-lo e também não poderia lutar agora. É o mais justo. A Mariana e a Lara vão disputar esse título”, finalizou Dedé Pederneiras, presidente do Shooto Brasil.

Programa de lutas do Shooto 81

Até 63,5kg: Glyan Alves x Pedro Falcão

Até 61kg: Mariana Morais x Lara Procópio

Até 70kg: Benito Tavares x Jorjão Rodrigues

Até 70kg: Paulo Zé Doido x Guilherme Doin

Até 70kg: Victor Romero x Gláucio Eliziário

Até 66kg: Adriano Sargento x Pedro de Souza

Até 57kg: Thiago Dela Coleta x Macksuel Baiano

Até 52kg: Diney Souza x Michel Costa

Até 88kg: Cemey Meiota x A definir

Até 70kg: Jorge Filho x A definir

Até 59kg: Wallace Lopes x Lucas Cardoso

Source: Portal da Luta

Haitiano vai representar Itajaí (SC) em disputa no Boxe de Praia em Copacabana, no Rio de Janeiro

Por QST Sports

O Boxe de Praia vem ganhando não só a atenção do povo carioca, mas também do restante do Brasil. Em Itajaí, Santa Catarina, a modalidade vem crescendo e se propagando entre os praticantes de artes marciais. Vanessa Borba, lutadora, vice-presidente da Febop-SC e integrante da Golden Boxe Team, conversou com à TATAME.

Vanessa, que participou de uma superluta em uma edição do BeachBoxing no Rio, levou a ideia do Professor Moarcy Lima para SC e vem desenvolvendo o projeto nas praias locais.

“Com essa minha ida ao Rio de Janeiro, meu esposo, que é meu treinador de Boxe, e eu trouxemos a chancela da Febop-RJ. Aqui, em Santa Catarina, criamos a Febop-SC, aonde estamos organizando uma etapa em Balneário Camboriú, uma etapa para São Francisco do Sul e a ideia é criar um circuito. Somos os únicos aqui em SC que possuímos uma chancela dessa”, contou Vanessa, que falou sobre a diferença entre o Boxe na praia e no ringue.

“A diferença entre o Boxe de Praia e o Boxe tradicional é que o oriundo de qualquer modalidade pode vir participar de um torneio, de uma luta de Boxe de Praia. Isso é para agregarmos mais participantes para esta nova modalidade que está crescendo”, apontou.

Haitiano representa Itajaí

O haitiano Jean Joseph, que mora no Brasil há cerca de três anos e treina na Golden Boxe Team há um ano, vai participar do desafio internacional na edição do próximo domingo (18) do BeachBoxing, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O lutador de 23 anos tem experiência nas artes marciais e chegou a ser campeão nacional de Judô no Haiti. Vanessa, que vem sendo responsável pelo camp de Joseph em Itajaí, contou um pouco da preparação do haitiano para o confronto com Gledson Blayde e a sua expectativa.

“Sobre a preparação, ele tem treinado todos os dias nas praias aqui de Santa Catarina. As preparações têm sido intensas, porque requer muito do físico, do corpo. É bem diferente você lutar no ringue, do que na areia. É uma diferença grande, e tem o calor, porque o horário das lutas é quando está bem quente. O atleta precisa estar bem preparado”, disse.

Source: Tatame

Em programa de TV, Ronda afasta retorno ao UFC: ‘Tão provável quanto voltar às Olimpíadas’

Ronda (esq.) revela que é improvável sua volta ao UFC. Foto: Reprodução / YouTube

Apesar de nunca negar a possibilidade de voltar ao octógono, Ronda Rousey jogou um balde de água fria na expectativa dos fãs. De contrato assinado com a WWE – evento de telecatch nos EUA – a lutadora revelou que não pensa no retorno ao MMA.

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Apesar de ainda não admitir que pendurou as luvas, Ronda revelou a chance de voltar ao UFC é a mesma dela competir no Judô, modalidade que atuou até 2008, quando foi medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim.

“Eu não sei (se eu voltaria). Acho que é tão provável quanto eu voltar às Olimpíadas no judô. Ninguém exigiu que eu entregasse uma carta de demissão para o judô, e acho que o mesmo não é necessário para a luta. Eu estou apenas fazendo o que eu gosto, e WWE é o que gosto neste momento”, afirmou Rousey ao ao talk show “The Ellen Show”, do canal ABC, dos Estados Unidos.

A estreia na WWE

Ainda durante o programa, Ronda comentou sobre sua estreia na WWE, marcada para o dia 8 de abril no no WrestleMania 34. A loira não escondeu a empolgação para subir no ringue e revelou nervosismo para estreia.

“Estou extremamente empolgada. Estou nervosa, mas não nervosa como nas Olimpíadas. A pior coisa que pode acontecer é eu parecer idiota, que não é a pior coisa que poderia acontecer. Não consigo lembrar da última vez que eu estive tão empolgada com alguma coisa” encerrou.

Vídeo: Assista à entrevista de Ronda Rousey ao The Ellen Show”

Source: Portal da Luta

ONE Championship 69 é marcado por finalizações, e Nicolini engata terceira vitória seguida; assista

Na última sexta-feira (9), em Kuala Lumpur, na Malásia, aconteceu o ONE Championship 69: Visions of Victory. Na luta principal do evento, Reece McLaren finalizou Gianni Subba no segundo round e se credenciou para desafiar Adriano Moraes, brasileiro que é o atual campeão dos moscas da organização asiática e vive grande fase, com quatro vitórias.

Além da finalização no main event, esta edição do ONE teve mais cinco lutas terminando da mesma forma – o card não teve nocaute ou nocaute técnico. Em destaque, a brasileira Michelle Nicolini, faixa-preta de Jiu-Jitsu e que venceu sua terceira luta seguida na organização ao finalizar Iryna Kyselova com um estrangulamento, ainda no primeiro round.

Confira abaixo as finalizações:

Source: Tatame

Após frustrações no UFC e no Bellator, Diego Nunes fecha com o Rizin para tentar fazer história no Japão: ‘Das cinzas à glória’

Diego Nunes agora integra a Evolução Thai – Foto: Arquivo pessoal

Em 2010, quando o UFC anunciou a incorporação do WEC, Diego Nunes era uma das apostas brasileiras na categoria dos penas, mesmo, na época, sendo um dos parceiros de treinos do então campeão José Aldo. Sem conseguir corresponder às expectativas, “The Gun” acabou sendo cortado da organização em 2013. No mesmo ano, assinou com o principal concorrente do Ultimate, o Bellator, mas acabou demitido depois de duas derrotas consecutivas e alguns problemas burocráticos.

As coisas pareciam que iam melhorar no final de 2014. Depois de nocautear o ex-Pride Joachim Hansen no segundo round, Diego Nunes conquistou o cinturão do evento sueco Superior Challenge. Entretanto, apesar da vitória, o brasileiro sofreu uma séria lesão no joelho durante a luta, o que lhe afastou dos cages por quase dois anos. Em seu retorno, já em 2016, nova derrota: nocauteado por Rasul Mirazev no evento russo Fight Nights Global.

As coisas só voltaram a melhorar no ano passado. De volta ao Brasil depois de passar os últimos anos na China, Diego Nunes reencontrou a boa fase na curitibana Evolução Thai. Desde a sua chegada, já foram três vitórias consecutivas, todas na Europa: Itália, Suécia e Romênia, respectivamente. Agora, aos 35, o gaúcho de Caxias do Sul tenta seguir os passos do “padrinho” Wanderlei Silva no Japão, onde enfrenta a sensação japonesa Yusuke Yachi na 10ª edição do Rizin FF, que acontece no dia 06 de maio.

Confira abaixo a entrevista com Diego Nunes:

PVT: Para quem não tem notícias do Diego Nunes desde a época do UFC, o que aconteceu nesse período entre a sua saída do UFC, passando pela China, agora treinando na Evolução Thai?

 Diego Nunes: Até então, estava tudo bem, mas a situação ficou difícil no final de 2014. Eu estava morando em Hong Kong, e bem estabilizado financeiramente, pretendia seguir minha carreira na Ásia. Nesse período, eu disputei um título na Suécia contra Joachim Hansen, rompi o ligamento cruzado anterior e venci a luta. A partir desse momento, todos os meus planos mudaram. Fiquei dois anos sem poder treinar em uma grande equipe, tive complicações para operar e não pude focar na minha carreira. Foi um momento muito difícil para mim, eu via minha idade avançando e meus sonhos profissionais sendo adiados. Eu só pude retornar no começo de 2017, quando entrei na Evolução Thai. Para mim foi um recomeço! Como aquele jovem que aos 24 anos estava chegando no Rio de Janeiro, cheio de disposição, agora estou aqui em Curitiba, vivendo situações parecidas e na mesma pegada. Isso já tem me trazido frutos, como aqueles que comecei a ter 11 anos atrás.

PVT: Voltando no tempo, por que você acha que não rendeu no UFC? Acha que, na época de Nova União, você foi injustiçado por ser da mesma equipe que o campeão (José Aldo)?

Diego Nunes: Eu já trabalhava com a Zuffa há 3 anos, desde o WEC, e depois foram mais 3 anos com ela no UFC. Foi uma vida meio curta, porém bem sucedida. Logo de cara fui jogado com os leões, lutei com o top five dos pesos-penas do mundo, cheguei a uma luta de disputar o cinturão. Eu saí (da Nova União) por outros motivos que não tiveram nada a ver com as minhas atuações no cage, foram problemas extra oficiais. Tudo é uma fase, tudo é um momento e um aprendizado. Nós estamos aqui para aprender ajudando e sendo ajudado. Eu aprendi muito lá na Nova União e tive grandes experiências, que me ajudaram nas minha lutas e carreira. Não tenho do que reclamar, eu sou um cara bem resolvido. Hoje eu enxergo com esses olhos. Aproveitei ao máximo cada momento que passei tanto no UFC quanto na Nova União e agradeço pelas oportunidades que tive trabalhando com eles.

PVT: Qual a expectativa para lutar no Rizin? Sabemos que muitos brasileiros se tornaram ídolos mundiais no Japão.

 Diego Nunes: Conheci todos os que alcançaram o sucesso lá e sei o que eles fizeram para isto acontecer. Eu tenho o maior exemplo de todos ao meu lado neste momento, o Wanderlei Silva, que treina comigo na Evolução Thai. Eu sei que muitas pessoas vão duvidar, mas elas não conhecem pessoalmente a minha história. A verdadeira história de um homem contraria a opinião alheia. Basta eu acreditar, só eu acreditar que eu tenho capacidade de ser campeão do Rizin e me tornar uma grande estrela no Japão. Eu vou fazer isso acontecer! Minhas expectativa são as melhores, eu tenho tudo para ir lá e ser bem sucedido.

Diego Nunes fechou com o Rizin graças à influência do ídolo no Japão Wanderlei Silva – Foto: Arquivo pessoal

PVT: O André Dida disse que o Wanderlei Silva abriu as portas do Japão para você. Que responsabilidade!

 Diego Nunes: Creio que o primeiro a me ajudar foi o próprio André Dida, que vê o meu trabalho e acredita nesse trabalho que estamos desenvolvendo juntos. E foi através do nosso grande ídolo Wanderlei Silva que as portas se abriram para mim no Rizin. Serei pra sempre grato pelo que ele fez por mim e por acreditar no meu potencial. Não é só uma pessoa acreditando em mim, é toda uma equipe. E isso é forte. Um homem bem estruturado certamente irá longe. Eu sou esse homem agora. Obrigado, Wanderlei Silva e Evolução Thai, por tudo o que vocês têm feito por mim.

PVT: Você já chega enfrentando o atual campeão do torneio. Qual a sua expectativa para a estreia?

 Diego Nunes: A melhor possível, não poderia ser diferente. Os japoneses valorizam muito os grandes combates, não tem essa de proteção. Eles casam as lutas mais empolgantes . Quando eu soube do oponente, fiquei muito motivado. Sei que ele é o peso leve número 1 do Japão neste momento. Quando eu ganhar dele, então, eu serei o peso leve número 1 do Japão. Eu o respeito muito como atleta, mas agora é a minha chance, é a minha vez. Todo mundo tem algumas grandes chances na vida, esta é a minha hora! Eu não estou aqui para ser escada, eu estou aqui para quebrar a banca e fazer história naquele lugar.

PVT: Qual a diferença daquele Diego considerado promessa do UFC para o Diego de hoje, mais maduro?  

Diego Nunes: Como você mesmo disse na pergunta: “maturidade”. Ela faz você alcançar o conhecimento necessário para se obter um sucesso mais efetivo. Você consegue elaborar melhor os caminhos que você precisa seguir. Hoje eu só não acertarei o alvo para ser bem-sucedido na minha carreira se eu não quiser. Agora eu conheço esse caminho como a palma das minhas mãos. Hoje minha mente é blindada, por isso que eu adquiri uma cabeça de campeão!

PVT: Quais os planos do Diego Nunes daqui para frente? Carreira no Japão? Ainda pensa em UFC?

Diego Nunes: Meus planos são simples: passo a passo, viver e aproveitar o máximo esse momento, obtendo o maior número de bons frutos possíveis. Primeiro ganhado Yusuke Yachi. Me tornar campeão do Rizin até o final deste ano é a minha única meta neste momento. Depois, os meus resultados me levarão aonde eu devo estar. Como eu disse no início, pouca gente conhece minha vida pessoal, não sabem pelo que eu passei nesses últimos anos, eu sou um verdadeiro guerreiro, por isso eu mereço o melhor. Pouca gente passa por tudo o que eu passei, resiste e consegue se reinventar. Eu ressurgi das cinzas direto para a glória!

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Vídeo: Ex-campeão do UFC passa cinturão para Demi Lovato em show

Demi Lovato ao lado de M. Hughes. Foto: Twitter @ddlovato ‏

A cantora Demi Lovato é uma fã declarada de lutas. Praticamente de jiu-jitsu, a popstar namorou o lutador de MMA brasileiro Guilherme Bomba e é sempre vista nas primeiras fileiras de eventos ao redor do mundo. Neste final de semana, porém, a morena foi além. Durante show realizado na cidade de Rosemont (EUA), Lovato subiu ao palco com o cinturão do ex-campeão do UFC Matt Hughes. Com a peça ela apresentou uma de suas músicas para o público do Estado de Illinois.

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A cantora publicou em sua conta no Instagram o vídeo do momento em que Hughes passa a sua mão a honraria máxima do UFC. Demi Lovato, visivelmente empolgada, comemorou: ‘Tenho um cinturão essa noite de um campeão’.  O ex-lutador, demonstrando timidez com a filmagem, revela que ele é ex-campeão. Mas a morena, foi rápida no gatilho e emendou: “Você ainda é um campeão”.

Matt Hughes construiu uma sólida carreira no MMA e se aposentou com um histórico 45 vitórias e nove derrotas como profissional. O membro do ‘Hall da Fama’ pendurou as luvas em 2011, quando perdeu para Josh Koscheck no UFC 135. Em junho do ano passado, o ex-lutador passou por um momento complicado. Ele bateu seu carro contra um trem em movimento e passou dias em coma no hospital. Ainda em recuperação, ele tem dificuldades para andar. Em janeiro deste ano, o norte-americano foi homenageado pelo Ultimate no UFC St. Louis.

Source: Portal da Luta

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O Ultimate anunciou mais duas lutas para o UFC 224, que acontece no Rio de Janeiro, dia 12 de maio. Pela divisão dos médios, Cezar Mutante e Thales Leites enfrentam Karl Roberson e Jack Hermansson, respectivamente. Com os dois duelos confirmados, a edição em solo carioca já conta com oito embates programados e promete ser histórica.

Vindo de vitória sobre Nate Marquardt, em novembro, Mutante quer voltar a embalar na categoria dos médios para chegar ao Top 15. Já Roberson tem uma carreira curta no MMA, com apenas seis lutas. No entanto, o americano está invicto e estreou na organização ao finalizar Darren Stewart, no UFC Fight Night 120, também novembro do ano passado.

Thales, por sua vez, vem oscilando entre vitórias e derrotas nas últimas cinco lutas. Em outubro passado, o lutador da Nova União perdeu para Brad Tavares, no UFC 216. Hermansson também vem derrota, e para um brasileiro. O sueco perdeu por nocaute técnico para Thiago Marreta, no UFC São Paulo. Além disso, “The Joker” também já foi derrotado por Cezar Mutante em sua trajetória no Ultimate, e agora busca recuperação.

CARD PROVISÓRIO:

UFC 224
Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro (RJ)
Sábado, 12 de maio de 2018

Amanda Nunes x Raquel Pennington
Vitor Belfort x Lyoto Machida
Ronaldo Jacaré x Kelvin Gastelum
Thales Leites x Jack Hermansson
Davi Ramos x Nick Hein
Alberto Miná x Ramazan Emeev
Júnior Albini x Alexey Oleynik
Cézar Mutante x Karl Roberson

Source: Tatame

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Malfacine estreia no Brave em BH. Foto: Divulgação

Nove vezes campeão mundial de jiu-jitsu e invicto no MMA, o peso mosca Bruno Malfacine é o novo contratado do Brave Combat Federation. O brasileiro fará sua estreia no Brave 11, marcado para o dia 13 de abril, em Belo Horizonte. Seu adversário será divulgado nas próximas semanas.

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Aos 31 anos, Malfacine começou a focar no MMA após uma histórica sequência na arte suave, quando ganhou nove mundiais da IBJJF, além de quatro títulos Pan-Americanos e um Europeu. Em 2017, o brasileiro de Duque de Caxias, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, fez sua estreia no MMA, superando Romário Garcia com uma chave de braço ainda no primeiro assalto.

Durante sua transição para o novo esporte, o faixa-preta passou a integrar a American Top Team, um dos maiores times do mundo, e treina com grandes nomes do MMA.

Source: Portal da Luta