Bruno Bastos detalha treinos para vencer em Denver e em Dallas

Faixa preta vem de bons resultados – Foto: Mike Calimbas

Líder da LEAD BJJ e professor de Jiu-Jitsu radicado em Midland, no Texas, Bruno Bastos segue empolgadíssimo com a temporada 2018. O faixa-preta voltar a lutar nos dias 21 e 22 de abril pelo Denver Open, no Colorado, e nos dias 28 e 29 de abril no Dallas Open, no Texas, ambos torneios têm o selo da IBJJF de qualidade.

Assíduo competidor, Bruno conta o que tem feito de novo para melhorar seu desempenho nas próximas competições e qual a importância de disputar um open da maior federação de Jiu-Jitsu do mundo.

“Adicionei musculação nos meus treinos. Comecei o ano com outras prioridades no business e não tinha tempo para parte física com todas as aulas que dou na minha academia. Agora tenho tido mais tempo para treinar e isso já está refletindo na balança. Aguardem um Bruno mais leve, forte e ágil. Já nos Opens da IBJJF gosto de testar estratégias diferentes para ver o que pode ser adicionado nos maiores eventos. Digo aos meus alunos: ‘se vencer, nada de euforia, pois não é o Mundial. Se perder, nada de tristeza, pois não é o Mundial. São eventos testes”, explica Bruno.

Em março, Bruno completou 20 anos de carreira como professor de Jiu-Jitsu. Como atleta, ostenta medalhas de ouro do Mundial, Pan e diversos opens da IBJJF e vitórias em lutas casadas. Já como professor, é responsável por lapidar seus alunos e o reflexo disso é a quantidade de alunos campeões que ele tem na academia. A seguir, Bruno comenta as lições que aprendeu ao longo da carreira.

“Como atleta, o principal é que se você tiver disciplina e for consistente, você tem uma chance muito grande de conquistar os seus objetivos. Como professor, obviamente, fico feliz com as conquistas dos meus alunos nos tatames, mas o principal são as conquistas fora dos tatames. Aquelas em que pude influenciar e mudar a vida deles para melhor. Pode ser no trabalho, escola, a se defender contra bullying e etc”, detalha Bruno, antes de analisar o cenário do Jiu-Jitsu atual com o Jiu-Jitsu praticado há 10 anos.

“Sim, hoje existe mais possibilidades de viver do esporte. Sempre prego que você não precisa ser campeão mundial para viver do Jiu-Jitsu. Vejo que hoje em dia as equipes estão mais profissionais com relação a staff. As academias também, com modelo de empresa aqui nos Estados Unidos, e agora o Brasil seguindo essa tendência com cursos como, por exemplo, o curso do Fabio Gurgel. Quem não for 100% profissional daqui a pouco não vai sobreviver no mercado”, encerra Bruno.

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Source: Portal

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