Max Holloway defende cinturão dos penas contra Frankie Edgar em dezembro

Havaiano destronou o brasileiro José Aldo para tornar-se campeão – Foto: Josh Hedges /UFC

Responsável por destronar José Aldo, em julho, no Rio, Max Holloway tentará sua primeira defesa do cinturão dos penas contra outra pedreira, o ex-campeão dos leves Frankie Edgar, no UFC 218, marcado para o dia 2 de dezembro, em Detroit, EUA, conforme anunciou o Ultimate.

Agora campeão, Max Holloway não perde desde a derrota para Conor McGregor, em agosto de 2013. De lá para cá, o havaiano enfileirou 11 adversários em sequência, incluindo nomes como Cub Swanson, Charles Do Bronx, Jeremy Stephens, Ricardo Lamas, Anthony Pettis e, por fim, José Aldo.

Frankie Edgar vem de duas vitórias consecutivas, sobre Jeremy Stephens e Yair Rodriguez. Nos penas desde fevereiro de 2013, suas únicas derrotas foram para José Aldo, em 2013 e em 2016, ambas por decisão unânime em disputa de cinturão.

UFC 218

Detroit, EUA

02 de dezembro de 2017

Peso-pena: Max Holloway x Frankie Edgar
Peso-leve: Eddie Alvarez x Justin Gaethje *
Peso-pesado: Alistair Overeem x Francis Ngannou
Peso-mosca: Henry Cejudo x Sergio Pettis
Peso-meio-médio: Alex Cowboy x Yancy Medeiros
Peso-palha: Felice Herrig x Cortney Casey
Peso-palha: Angela Magaña x Amanda Cooper
Peso-meio-médio: Abdul Razak Alhassan x Sabah Homasi
Peso-leve: David Teymur x Drakkar Klose
Peso-meio-Pesado: Dominick Reyes x Jeremy Kimball

O post Max Holloway defende cinturão dos penas contra Frankie Edgar em dezembro apareceu primeiro em Portal do Vale Tudo.

Source: Portal

Cyborg revela que UFC quer reduzir seu salário para luta com Holm

C. Cyborg está na bronca com o UFC Foto: Alexandre Loureiro/Divulgação UFC

C. Cyborg está na bronca com o UFC Foto: Alexandre Loureiro/Divulgação UFC

O duelo da campeã peso pena Cris Cyborg com Holly Holm pode não acontecer no UFC 219, como a brasileira tanto deseja. Isso porque, segundo a lutadora, o Ultimate pretende reduzir seu salário para que ela enfrente a ex-dona do cinturão peso galo. Cris revelou ter cancelado uma reunião que faria com diretores do Ultimate por conta disso.

Veja Também

Duelo vai acontecer dia 2 de dezembro, em Detroit (EUA) (Foto: Reprodução/Divulgação UFC)
Holloway coloca o cinturão em jogo contra Frankie Edgar no UFC 218

McGregor falou sobre ex-rival (Foto: Reprodução/Facebook UFCBrasil)
McGregor elogia Holloway e se diz aberto a revanche no peso leve

Segundo a brasileira, a organização quer lhe pagar menos para enfrentar Holm do que ela ganhou quando superou Tonya Evinger no UFC 214 e garantiu o cinturão até 66 kg. do UFC. Na ocasião, Cris recebeu US$ 200 mil para superar Evinger com um nocaute.

“Minha reunião com o UFC da próxima semana foi cancelada. Eles querem me pagar menos para lutar com a Holly Holm do que eu fiz quando lutei com a Tonya Evinger”, declarou a brasileira através de postagens em suas redes sociais.

Após a reclamação, Cyborg postou os salários divulgados pelas comissões atléticas de algumas das últimas campeãs ou desafiantes do UFC. Os vencimentos de Ronda Rousey (US$ 3 milhões no UFC 207), Amanda Nunes (US$ 200 mil no UFC 207 e US$ 100 mil no UFC 200) e Holly Holm (US$ 500 mil) foram colocados pela brasileira em seu perfil no Twitter.

Source: Portal da Luta

Dominante, Lucas Hulk comemora ouro duplo no Dallas Open da IBJJF: ‘Mostra o meu potencial’

Lucas Hulk não para, de fato. No último fim de semana passado, em Dallas, no Texas (EUA), o faixa-preta da Atos usou seus poderes para dominar e confirmar o favoritismo no meio-pesado e absoluto com maestria, durante o Dallas Fall International Open da IBJJF.

Primeiro, Lucas foi dominante na categoria e ficou com o ouro, após finalizar Igor Paiva (Soul Fighters) no estrangulamento. Hulk aproveitou para destrinchar a finalização.
“Finalizei com um estrangulamento do norte-sul, porém essa finalização é mais usada no sem quimono mesmo. Essa eu aprendi com o André Galvão. Tive três lutas na categoria e consegui finalizar todas”, analisa o campeão, bastante feliz com o seu desempenho.

Com o ouro garantindo na categoria, Lucas inscreveu-se no absoluto e também saiu vitorioso. A divisão aberta para todos os pesos reuniu craques mundiais como, por exemplo, Gabriel “Fedor”, da Checkmat, e Jaime Canuto, da GFTeam, entre outros.

“Foi uma experiência muito boa, por ter lutado contra campeões mundiais e isso me diz o potencial que eu tenho. Isso mostra que tenho potencial para ser campeão mundial da IBJJF em 2018, e eu vou trabalhar duro para que isso vire realidade”, contou, antes de analisar sua vitória sobre o duro Gabriel na final do absoluto em Dallas.

“A luta contra o Gabriel Fedor… Eu já sabia que ele fazia uma meia-guarda e trocava queda, então, começamos trocando em pé. Durante a luta, tentei algumas quedas e consegui uma vantagem. Perto do fim, ele me puxou para a meia-guarda, eu fiquei trabalhando a defesa e tentei passar. Mas deu tudo certo e venci na vantagem, mas não consegui finalizar – esse é o meu objetivo para todos os campeonatos em que disputo. Agora minha próxima parada é o Charllote Open, seguir lutando e evoluindo”.

Desde o início do ano, Hulk vem acumulando medalhas douradas nos torneios de Jiu-Jitsu que participa. E qual seria o segredo para isso? Bom, o faixa-preta da Atos revelou.

“A diferença de 2016 para 2017 é que eu continuei os trabalhos e não parei de lutar, devido às derrotas no Mundial e na final do Pan-Americano, que não deram certo. Mas eu continuei treinando e ganhei outros eventos importantes. Eu estou melhorando minhas habilidades em tudo: estou aperfeiçoando minha passagem de guarda e por baixo também. Hoje em dia já coloco mais meu jogo por baixo em prática, o que eu não fazia antes, mesmo tendo um jogo por baixo. Se você ver minhas lutas, estou puxando mais e estou surpreendendo a galera”, encerra Lucas, que é o sétimo lugar no ranking da IBJJF.

Veja um pouco do jogo de Lucas Hulk:

Source: Tatame

McGregor elogia Holloway e se diz aberto a revanche no peso leve

McGregor falou sobre ex-rival (Foto: Reprodução/Facebook UFCBrasil)

McGregor falou sobre ex-rival (Foto: Reprodução/Facebook UFCBrasil)

Em uma de suas primeiras lutas no UFC, Conor McGregor enfrentou e venceu Max Holloway em 2014. Desde então, o havaiano não perdeu mais, conseguindo 10 vitórias seguidas, incluindo um triunfo sobre José Aldo, que lhe garantiu o título linear dos penas. A sequência de “Blessed” impressionou o irlandês e McGregor declarou estar aberto a uma revanche entre os dois no peso leve, em entrevista com fãs em Glasgow.

Veja Também

Duelo vai acontecer dia 2 de dezembro, em Detroit (EUA) (Foto: Reprodução/Divulgação UFC)
Holloway coloca o cinturão em jogo contra Frankie Edgar no UFC 218

Tanquinho não lutará mais no dia 28 de outubro (Foto: Reprodução/Facebook AugustoTanquinho)
Tanquinho sofre lesão na tíbia e é retirado do card do UFC São Paulo

Sheymon vai estrar no UFC em novembro (Foto: Reprodução/Facebook SheymonMoraes)
Sheymon Moraes assina com o UFC e estreia na China, em novembro

Conor disse que gostou da forma como Holloway digeriu o revés, manteve-se focado e seguiu em frente, se reinventando e conquistando importantes triunfos. McGregor também elogiou outras vítimas, como Eddie Alvarez e Dustin Poirier, ambos derrotados por nocaute.

“Eu fiz daquele garoto (Holloway) meu filho. Mas não estou bravo com ele. Ele conseguiu um grande feito. Subiu os degraus e conquistou o título peso pena. Você vê as lutas, assim como o público, e o vê indo lá e fazendo ótimas lutas, perdendo ou ganhando, e percebe como eles agem com isso e seguem em frente. Ele perdeu para mim, mas se manteve focado. O mesmo aconteceu com Poirier, outro cara que manteve a mente alerta e seguiu em frente. Alvarez também engoliu bem a derrota. Você perde e ganha nesse jogo. Volte à bicicleta, estude o jogo, trabalhe mais e corrija seus erros. Siga em frente”, declarou Conor, falando também sobre uma possível revanche com Holloway.

“Eu vi Holloway seguir em frente. Chegou lá e venceu Aldo. Eu venci os dois então essa é difícil para mim (…) Se ele quiser subir para o peso leve, podemos tratar disso. É uma opção nova, mas está abaixo de outras”, disse.

Source: Portal da Luta

Max Holloway defende o cinturão dos penas contra Frankie Edgar

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Max Holloway conquistou o cinturão peso-pena ao derrotar José Aldo, em junho, no Rio de Janeiro, e agora colocará o seu título para jogo pela primeira vez. O campeão enfrenta Frankie Edgar no UFC 218, dia 02 de dezembro, em Detroit, nos Estados Unidos.

Max Holloway nocauteou o brasileiro José Aldo no UFC 212, em junho, em duelo que serviu para unificar o cinturão dos penas. Com uma sequência de 11 vitórias consecutivas, o havaiano coleciona em seu cartel 18 vitórias e três derrotas – sendo a última diante de Conor McGregor, em agosto de 2013.

Ex-campeão dos leves, Frankie Edgar já foi desafiante ao cinturão dos penas duas vezes, em ambas foi derrotado por José Aldo. O americano tem 22 vitórias, cinco derrotas e um empate no seu cartel. Edgar acumula duas vitórias seguidas – contra Jeremy Stephens, por decisão, e Yair Rodríguez, por nocaute.

Confira o card do evento até o momento:

UFC 218
2 de dezembro, em Detroit (EUA)
CARD DO EVENTO
Peso-pena: Max Holloway vs Frankie Edgar
Peso-leve: Eddie Alvarez vs Justin Gaethje
Peso-pesado: Alistair Overeem vs Francis Ngannou
Peso-mosca: Henry Cejudo vs Sergio Pettis
Peso-meio-médio: Alex Cowboy vs Yancy Medeiros
Peso-palha: Felice Herrig vs Cortney Casey
Peso-palha: Angela Magaña vs Amanda Cooper
Peso-meio-médio: Abdul Razak Alhassan vs Sabah Homasi
Peso-leve: David Teymur vs Drakkar Klose
Peso-meio-Pesado: Dominick Reyes vs Jeremy Kimball

The post Max Holloway defende o cinturão dos penas contra Frankie Edgar appeared first on MMA Space.

Source: Space

Werdum cita preferência por Lewis ao invés de Hunt e analisa rival: ‘Bate forte, mas cansa logo’

Passado o calor inicial da confusão com Tony Ferguson, o peso-pesado Fabrício Werdum agora foca no seu duelo contra Derrick Lewis, no próximo sábado (7), pelo UFC 216, em Las Vegas (EUA). Vindo de derrota para Alistair Overeem, em julho deste ano, por decisão dividida dos jurados, o brasileiro busca retomar o caminho das vitórias atrás de um title shot na divisão dos pesados, categoria onde foi campeão entre 2015 e 2016.

Em entrevista à TATAME, Werdum, com seu bom-humor de sempre, falou sobre a preparação para o combate, sua escolha por Lewis ao invés de Mark Hunt – bastante comentada pela mídia – e a sua situação na divisão dos pesados do Ultimate atualmente.

“Me vejo entre os melhores. É um passo para poder lutar pelo cinturão de novo. Depende muito dessa luta contra o Derrick Lewis agora, conseguir uma boa vitória, com nocaute ou finalização, que a galera goste muito. Se rolar, aí já vou direto, eu tenho certeza que vou para o cinturão. O Miococ já está há um tempão sem lutar, até ouvi dizer que ele pode fazer uma luta antes, mas depende muito da minha luta com o Lewis. Se for a luta da noite, aquela que empolga o público, uma grande vitória, é title shot. Se não, se for aquele triunfo morno, aí acho que eu preciso de mais uma luta até disputar o cinturão”, projetou.

Confira o restante da entrevista com Fabrício Werdum:

– Preparação para o confronto contra o Derrick Lewis

A preparação está como sempre né. É difícil alguém dizer que não está bem, que está mal para a luta (risos). Então eu estou me sentindo bem, voltei rápido, não queria ficar esperando muito tempo para lutar. Treinando com o mestre Rafael Cordeiro, a parte de Jiu-Jitsu com o Cobrinha, Wrestling com o Mark Munhoz, preparação física com o Mike, então estou fazendo o meu melhor possível. O mais importante é que o psicológico está bem, a combinação do corpo com a cabeça está funcionando, então é fazer o meu melhor.

– Escolha para encarar o Lewis ao invés do Mark Hunt

Foram várias coisas. Eu preferi o Derrick Lewis, mas em nenhum momento por ser uma luta mais fácil. É um cara grande, com poder de nocaute, então foi mais o fato de eu não querer ir para a Austrália. Lá não é longe, é longe para cara*** (risos), 12h de fuso, então é uma diferença muito grande para os Estados Unidos. Além disso, tem o fato de que as pessoas veem só a luta, mas uma preparação de duas semanas na Austrália é muito dinheiro. Financeiramente é pesado, porque lá você arca com tudo. Eu já passei por isso antes, no México, mas foi um investimento bom pois eu sai com o cinturão (risos). Mas por exemplo, para passar dois meses lá, me preparando com a minha equipe inteira, foram US$ 50 mil, e sai do meu bolso, então eu pensei nisso tudo agora. Decidi que era melhor lutar aqui perto, esse foi o motivo. Nunca tive essa de escolher adversário mais fácil, só que, pela experiência que eu tenho, vi que não valeria a pena lutar lá na Austrália. Na hora eu não pensei nisso de casamento, que meu jogo combina melhor com um ou com outro. Os dois são perigosos, batem bem por cima, gostam de nocautear, então é o mesmo jogo.

– Pontos fortes e fracos do jogo do seu adversário

Ele (Lewis) é bruto, forte, acredita muito na força dele, bate sempre 100%, não tem aquela coisa de medir, é sempre com tudo, soco, chute… Porém, tem os contras também né. Cansa muito mais. Batendo forte, cansa muito mais. Eu, por exemplo, vou medindo minha força até conseguir ver que o cara está sentindo, aí é a hora de aumentar a pressão.

Alistair Overeem Fabrício Werdum (Foto: Getty Images)
Vitória de Overeem gerou muita reclamação por parte do brasileiro Werdum (Foto Getty Images / UFC)

– Pressão maior por você e Lewis virem de derrota

Essa coisa de pressão acho que já não existe mais no meu caso. Já passei por tanta coisa, então pra mim é normal. Quando eu perdi o cinturão todo mundo falou que foi a pressão e tal, mas não foi, foi o fato de eu não ter me concentrado o suficiente naquele momento. Eu errei tudo… Então pressão faz tempo que eu não sinto. Os dois estão vindo de derrota, óbvio, é muito ruim, mas não me pressiona, já estou acostumado a esse tipo de situação.

– Sua situação na divisão dos pesados do UFC

Me vejo entre os melhores. É um passo para poder lutar pelo cinturão de novo. Depende muito dessa luta contra o Derrick Lewis agora, conseguir uma boa vitória, com nocaute ou finalização, que a galera goste muito. Se rolar, aí já vou direto, eu tenho certeza que vou para o cinturão. O Miococ já está há um tempão sem lutar, até ouvi dizer que ele pode fazer uma luta antes, mas depende muito da minha luta com o Lewis. Se for a luta da noite, aquela que empolga o público, uma grande vitória, é title shot. Se não, se for aquele triunfo morno, aí acho que eu preciso de mais uma luta até disputar o cinturão.

– Duelo polêmico contra o Alistair Overeem no passado

A luta do Overeem já passou, não tem o que fazer, o resultado foi dado. Não volta atrás, fazer o que… Todo mundo viu que eu ganhei aquela luta, então isso vai ficar na memória das pessoas. É ruim pelo resultado negativo, ganho menos financeiramente, fica no meu cartel para o resto da vida, e foi uma derrota que não foi derrota né, mas o resultado está aí. Tentei entrar com um recurso, não tive resposta ainda, mas acho difícil que mude algo.

CARD COMPLETO:

UFC 216
T-Mobile Arena, em Las Vegas (EUA)
Sábado, 7 de outubro de 2017

Card principal
Tony Ferguson x Kevin Lee
Demetrious Johnson x Ray Borg
Fabrício Werdum x Derrick Lewis
Mara Romero Borella x Kalindra Faria
Beneil Dariush x Evan Dunham

Card preliminar
Tom Duquesnoy x Cody Stamann
Will Brooks x Nik Lentz
Lando Vannatta x Bobby Green
Pearl Gonzalez x Poliana Botelho
Walt Harris x Mark Godbeer
John Moraga x Magomed Bibulatov
Thales Leites x Brad Tavares
Matt Schnell x Marco Beltrán

Source: Tatame

Cruz desdenha de Rivera e explica razão de ter aceitado luta no UFC 219; entenda

Sem lutar desde 30 de dezembro de 2016, quando perdeu o cinturão dos galos para Cody Garbrandt, no UFC 207, Dominick Cruz estava esperando o vencedor de “No Love” x TJ Dillashaw para regressar ao octógono. No entanto, com a lesão do campeão, o confronto que iria acontecer em julho foi adiado para o UFC 217, em novembro. Desta maneira, Cruz revelou ao site MMA Fighting a conversa que teve com Sean Shelby, responsável por casar as lutas do Ultimate, para aceitar o desafio contra Jimmie Rivera, número 3 da divisão.

“O que se resume é que não sou o rei da divisão dos galos. Cody (Garbrantd) também não é o rei da divisão. Sean Shelby é o rei da divisão. Ele toma essas decisões sobre quem luta contra quem. E ele disse pra mim: ‘se você não lutar contra o Rivera, ele e (Raphael) Assunção vão lutar e o vencedor receberá o title shot, não você’. Então, ele acabaria por me dar o perdedor de Cody x TJ. Assim, sendo dito, é exatamente o que aconteceu”, revelou o ex-campeão, que vai encarar Rivera no UFC 219, marcado para 30 de dezembro.

Invicto no Ultimate, Rivera já derrotou nomes como Urijah Faber, Thominhas Almeida, Iuri Marajó e Pedro Munhoz. Ao comentar sua luta com Dominick, o lutador disse que estava “chocado” pelo fato do ex-campeão ter aceitado o duelo. Cruz, então, cutucou o oponente, mas também fez elogios e ainda disse que esta não é uma luta favorável financeiramente.

“Quem conhece Jimmie Rivera? Ele ficou chocado por isso. Aceitei a luta apenas porque eu quero ter um title shot na sequência. Eu acho que todo mundo acredita nisso. Não me importo de lutar com Rivera, porque, como eu disse, ele é bom. Ele é um lutador de nível muito alto. Ele é Top 3 da divisão por um motivo. Eu li tudo sobre seu estilo, então não há nada que eu não conheça sobre ele. Estou bem preparado. Estou aqui para lutar. Não se trata de dinheiro para isso. Pode não ser a maior decisão em relação aos negócios, mas é a melhor decisão de negócios para o UFC, e isso que importa para eles agora”, encerrou.

Source: Tatame

Werdum acredita em repetir Couture e reconquistar cinturão depois dos 40

Engana-se quem pensa que a apertada derrota para Alistair Overeem por decisão majoritária em sua última luta freou o plano de Fabricio Werdum de reconquistar o cinturão dos pesos-pesados do UFC.
Com 40 anos de idade completados no último mês de julho, o brasileiro tem plena confiança de que ainda tem gás no tanque para se tornar campeão novamente e repetir o feito de Randy Couture, único atleta na história da organização a conquistar um título depois dos 40.
“Tenho 40 anos, mas me sinto … Read the Full Article Here
Source: UFC

Davi Ramos encara Chris Gruetzemacher pelos leves no UFC Fresno

Mais um brasileiro estará presente no card do UFC Fresno, programado para o dia 9 de dezembro, nos Estados Unidos. O carioca Davi Ramos fará sua segunda luta pela organização contra o norte-americano Chris Gruetzemacher, em duelo válido pelos leves.- Garanta seu ingresso para o UFC SPDavi possui seis vitórias e duas derrotas em seu cartel, sendo quatro de seus triunfos por finalização. O lutador estreou na organização no UFC Fortaleza, em março deste ano, e foi batido por Serginho Moraes por decisão un&aci … Read the Full Article Here
Source: UFC

Com Sarafian na luta principal, ACB fará evento no Rio

ACB fará 73º evento no Brasil (Foto: Reprodução Facebook ACB)

ACB fará 73º evento no Brasil (Foto: Reprodução Facebook ACB)

Tido como maior evento de MMA da Europa, o ACB (Absolute Championship Berkut) fará sua estreia em terras brasileiras no dia 21 de outubro. A organização russa fará um show no Rio de Janeiro, ainda sem local divulgado, e terá o ex-The Ultimate Fighter e UFC Daniel Sarafian na luta principal. Ele enfrenta o também brasileiro Carlos Eduardo “Cachorrão”, que tem passagem pelo Bellator.

Veja Também

K. Lee disputa título interino no UFC 216 (Foto: Reprodução Twitter ufc)
Lee provoca McGregor: ‘Precisa provar que pode lutar comigo’

Cowboy luta em dezembro (Foto: Super Lutas/Laerte Viana)
Alex Cowboy enfrenta Yancy Medeiros no UFC 218

V. Oezdemir tem três vitórias no UFC (Reprodução Twitter ufc_europe)
Oezdemir garante que nocauteia Cormier ’em dois minutos’

Sarafian deixou o UFC em fevereiro do ano passado após se nocauteado por Oluwale Bamgbose e se recuperou na Leagcy Fighting Alliance, quando superou Austin Heidlage em decisão unânime lutando como meio-pesado. “Cachorrão”, por sua vez, vem de cinco vitórias consecutivas, as duas últimas pelo M-1 Global, outro evento russo.

Outra luta confirmada para o evento trará outro antigo lutador do Ultimate: Leandro “Buscapé” enfrenta o russo Islam Makoev, que vem de dois triunfos seguidos pela companhia. O peso leve tem uma vitória e uma derrota pelo ACB, tendo vencido o ex-UFC e Strikeforce Pat “Bam Bam” Healy na estreia e perdido para Joshua Aveles em julho deste ano.

O ACB foi criado em 2012 pelo checheno Mairbek Khasiev e já realizou 71 edições. O Brasil receberá o 73º show da história da organização, que fará ainda outro evento antes de desembarcar no Rio de Janeiro. O ACB 72 será realizado em Montreal, no Canadá, no dia 14 de outubro, com a luta peso mosca entre o ex-UFC e antigo campeão do Bellator Zach Makovsky e Yan Sherbatov. O brasileiro Thiago Tavares lutará neste show.

Source: Portal da Luta