Rani Yahya volta ao octógono contra Henry Briones no UFC México

R. Yahya vem de derrota (Foto: Reprodução/Facebook/Rani Yahya)

R. Yahya vem de derrota (Foto: Reprodução/Facebook/Rani Yahya)

O peso galo Rani Yahya já tem data marcada para retornar ao octógono. E a volta do brasileiro ao Ultimate acontecerá em menos de um mês: ele enfrentará Henry Briones no UFC México, que acontece no dia 5 de agosto na Cidade do México. A informação é do site mexicano “Indiscutidos”. Yahya tentará voltar à coluna das vitórias após ter sua sequência positiva de quatro lutas interrompidas no UFC Fortaleza de março deste ano, ao ser superado por Joe Soto na decisão unânime dos juízes.

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O brasiliense havia vencido Johnny Bedford, Masanori Kanehara, Matthew López e Michinori Tanaka antes de ser derrotado por Soto. Seu cartel profissional é de 23 vitórias, nove derrotas e uma luta sem resultado. Já Henry Briones vem de duas derrotas seguidas no UFC – primeiro foi superado pelo atual campeão dos galos, Cody Garbrandt, em 2015; e seu último revés foi para o também brasileiro Douglas D’Silva, em novembro do ano passado na última incursão do Ultimate no país latino.

A luta principal do UFC México irá opor dois grandes talentos do peso mosca, com o mexicano Brandon Moreno, revelado na 24ª temporada do The Ultimate Fighter, enfrentando Sergio Pettis, irmão mais novo do ex-campeão dos leves do UFC Anthony Pettis. O segundo duelo mais importante da noite terá outra revelação em ação: a peso palha Alexa Grasso tentará se recuperar da primeira derrota da carreira, para Felice Herrig, ao enfrentar Randa Markos. Ex-campeão meio-pesado, Rashad Evans fará sua segunda luta no peso médio contra Sam Alvey.

Source: Portal da Luta

Ferguson acusa McGregor de fugir de encarada: ‘Viu um fantasma’

Ferguson provocou McGregor (Foto: Reprodução/Facebook TonyFerguson)

Ferguson provocou McGregor (Foto: Reprodução/Facebook TonyFerguson)

Conor McGregor se afastou do MMA para focar no duelo contra Floyd Mayweather, que acontecerá dia 26 de agosto, em Las Vegas (EUA). No entanto, o nome do irlandês continua sendo assunto entre os outros lutadores do UFC. Tony Ferguson, número 2 no ranking dos leves, provocou o irlandês ao garantir que Conor fugiu de uma encarada quando o viu.

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“Ele olhou para mim por meio segundo, e eu percebi que aquele filho da p*** viu um fantasma. Ele desviou o olhar na mesma hora. Achei aquilo ótimo, porque ele sabe que eu estou lá. Eu poderia fazer muito pior se quisesse, mas não é o meu estilo. Vou ser eu mesmo. Não serei Conor McGregor. Particularmente, eu sou fã do estilo “Acerte e não seja acertado” de Mayweather”, declarou Tony, em entrevista ao site “MMA Junkie”.

Sem lutar desde novembro de 2016, quando bateu o ex-campeão Rafael dos Anjos no UFC México, Ferguson não escondeu sua insatisfação com a atual situação da categoria dos leves. De acordo com ele, McGregor está travando a divisão.

“Esse cara está travando toda a divisão dos pesos-leves. Conor não defende o cinturão porque quer tentar outros objetivos. Tudo bem, mas ou defenda o cinturão, ou deixe ele de lado”, concluiu.

Source: Portal da Luta

Roger Gracie compara seu estilo com o de Marcus Buchecha e minimiza “inatividade”

Roger Gracie tem 10 títulos mundiais – Foto: arquivo pessoal

Até este ano, apenas Roger Gracie havia atingido o número de 10 títulos conquistados no mundial da IBJJF, mas na última edição, com as conquistas no peso e absoluto, Marcus Buchecha igualou o feito do veterano. Com 10 títulos para cada lado, os faixas pretas duelam na edição de estreia do Gracie Pro Jiu-Jítsu, que acontece no dia 23 de julho, na Arena 1 do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Será o segundo duelo entre eles. No primeiro, há cinco anos, o combate terminou empatado, já que na regra daquele evento só haveria vencedor caso um finalizasse, o que não aconteceu em 20 minutos de luta. Desta vez, o embate será sob as regras da IBJJF, valendo pontuação.

Em entrevista ao PVT, Roger Gracie comentou sobre o duelo, rechaçou qualquer preocupação em relação ao tempo afastado das competições de Jiu-Jítsu e fez uma comparação entre o seu estilo de luta e o de Marcus Buchecha. Confira!

PVT: O que muda na sua rotina com o seu retorno ao tatame, mesmo que seja apenas uma superluta?

Roger Gracie: Minha rotina não muda muito. O que muda é que tenho que treinar mais. As horas de treino, independentemente do que luto, são as mesmos. A dedicação é igual. O que muda é só o tipo de treinamento.

PVT: Como fazer para compensar o tempo longe dos tatames, tendo em vista que seu oponente vem em um ritmo acelerado de competições?

Roger Gracie: Apesar de estar muito tempo sem lutar de quimono, estou me sentindo muito bem. Não luto há muito tempo, mas nunca deixei de treinar de quimono. Sempre treinei diariamente.

PVT: Na sua análise, qual a sua principal qualidade e o que você poderia apontar como uma deficiência?

Roger Gracie: Acho que minha técnica e minha perseverança. Nunca desisto, independentemente de qual situação me encontro. Minhas deficiências eu deixo para meus adversários tentarem descobrir (risos).

PVT: Qual a principal diferença entre você e o Buchecha?

Roger Gracie: Somos lutadores bem diferentes. O Buchecha tem um jogo solto, dá muito giro. Eu já jogo mais justo, faço um jogo mais travado.

PVT: O que achou dele ter igualado você no número de títulos mundiais?

Roger Gracie: Fiquei feliz por ele ter se tornado 10 vezes campeão mundial, e muito provavelmente ele ainda ganhará mais vezes.

PVT: Em relação à primeira luta de vocês, o que deve acontecer de diferente neste segundo encontro? Antes não valia ponto, agora vale. No que isso implica?

Roger Gracie: Não tem como prever essa luta. Tudo pode acontecer. Nossa primeira luta foi muito boa e tenho certeza que teremos outra excelente.

PVT: No MMA, você é campeão peso médio do ONE. Ainda tem a ideia de disputar o cinturão dos meio-pesados ainda este ano?

Roger Gracie: Devo lutar MMA mais para o final do ano. Deixa passar essa luta com o Buchecha, depois vejo o que vai acontecer.

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Para Dana, Conor pode nunca mais lutar após enfrentar Floyd

Foto: Evelyn Rodrigues

Foto: Evelyn Rodrigues

Conor McGregor pode nunca defender o cinturão peso-leve do UFC. Pelo menos é o que Dana White, presidente da companhia, pensa. Durante a primeira coletiva de imprensa para promover a luta, o chefão admitiu que o campeão dos leves do Ultimate pode decidir se aposentar depois do duelo de boxe contra Floyd Mayweather:

“Eu preciso ser sincero, já tive muitos caras no UFC que desapareceram depois de ganhar muito dinheiro. Não tem como saber. Ele vai entrar lá e ganhar toda essa grana, talvez ele nunca mais lute depois disso. (…) Faz parte do acordo, sabe? Esse cara fez muito pelo esporte, muito pela empresa e essa era a luta que ele queria, então nós estamos dando essa luta a ele. Se essa for a última luta da carreira do Conor, então é o que é”, disse White, em conversa reproduzida pelo site “Combate”.

O dirigente garantiu que o contrato de McGregor para a luta contra Mayweather não tem nenhuma cláusula sobre revanche:

“Não tem como nem falar sobre revanche sem ver como a luta será primeiro. Se Floyd Mayweather x Conor McGregor for uma das melhores lutas que você já viu na vida, provavelmente será uma luta que terá que acontecer de novo, mas se não for…eu quero voltar ao meu mundo depois disso.”

Conor McGregor vai receber US$ 100 milhões (cerca de R$ 330 milhões) para enfrentar o pugilista que se aposentou invicto na carreira com 49 lutas. A maior bolsa do campeão irlandês no UFC foi de US$ 3 milhões (aproximadamente, R$ 10 milhões).

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Dana White volta atrás e não garante retorno de McGregor ao UFC após luta contra Mayweather

Chefão do UFC mediou a primeira encarada de Mayweather e McGregor – Foto: Idris Erba / Mayweather Promotions

Recentemente Dana White revelou que Conor McGregor planejava voltar ao UFC para defender o cinturão dos leves após a superluta de boxe contra Floyd Mayweather, programada para o dia 26 agosto. Porém, em coletiva de imprensa realizada nessa terça-feira para a promoção do show, o presidente do Ultimate mudou o tom e colocou em xeque o retorno do irlandês ao octógono.

“Para ser bem sincero, não tem como saber. Ele vai ganhar uma grana alta para esta luta e talvez nunca mais volte a lutar novamente. Não seria o primeiro cara a sumir do UFC depois de ganhar uma bolada. Faz parte do acordo. Conor fez muito pelo nosso esporte, pela empresa, e por isso permitimos essa superluta. Mas, se ele entender que essa será sua última luta, então será”, disse o empresário.

Fora os valores ganhados em vendas de pay-per-view e de patrocinadores, a maior bolsa que Conor McGregor conseguiu numa luta do UFC foi US$ 3 milhões (cerca de R$ 9,7 milhões). Só para subir no ringue contra Floyd Mayweather, sem contar o que irá receber de patrocinadores, o irlandês embolsará US$ 100 milhões (cerca de R$ 323,4 milhões).

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Vídeo: primeiro encontro entre Conor McGregor e Floyd Mayweather tem promessas de nocaute

Nessa terça-feira aconteceu o primeiro evento promocional da superluta de boxe entre Floyd Mayweather e Conor McGregor. Em coletiva de imprensa realizada na T-Mobile Arena, em Las Vegas, EUA, os protagonistas do show deram suas primeiras declarações oficiais e fizeram a primeira encarada.

Campeão do UFC, o estreante no boxe profissional Conor McGregor não escondeu seu encantamento com o tamanho do espetáculo proporcionado pelo show, mas não deixou suas características de lado e, vestindo um terno com listras compostas pelas palavras “fuck you” (“vá se foder”, em português), prometeu nocautear o oponente.

“Conseguimos! É uma honra estar aqui com vocês. Ele (Mayweather) está com 40 anos, e eu vou nocautea-lo em quatro rounds, podem escrever o que estou dizendo. Batalhei muito para estar aqui e estou apenas aproveitando o meu momento. Anotem: ele não aguenta quatro rounds”, afirmou o irlandês, que ironizou o fato do duelo ser limitado às regras do boxe. “Essa não é uma luta de verdade, é um quarto de luta. Se fosse uma luta verdadeira, ele não passaria do primeiro round”.

Responsável por promover o show, Floyd Mayweather foi o segundo a se pronunciar, e sem o mesmo talento do irlandês para proferir palavras, buscou inflamar o público presente. Provocado por Conor McGregor sobre a sua vestimenta – casaco de moletom e calça jeans preta -, o norte-americano rebateu.

“Até que ele se veste bem para um lutador de sete ou oito dígitos, mas eu sou um lutador de nove dígitos. Esse otário faturou US$ 3 milhões em sua última luta, e isso para mim é troco de treino. Sou um campeão mundial há 18 anos. Agora ele está com um terno luxuoso, mas no dia 26 de agosto estaremos ambos vestindo a mesma coisa. Não sou o mesmo de 20, 10 ou cinco anos atrás, mas tenho o suficiente para derrota-lo. Eu vou atrás dele! Deus só fez uma coisa perfeita, e é o meu cartel no boxe”, declarou o invicto Floyd Mayweather, dono de 49 vitórias em 49 lutas.

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Werdum vai entrar com recurso contra derrota para Overeem

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O resultado da luta Fabricio Werdum x Alistair Overeem foi muito controverso e deixou “Vai Cavalo” engasgado. O ex-campeão peso-pesado do UFC perdeu por decisão majoritária dos juízes e não pretende deixar isso passar. Em entrevista ao site “Combate”, o brasileiro acredita que venceu o primeiro e o terceiro round contra o rival e conta que irá recorrer para tentar alterar o ocorrido:

“Eu acho que ganhei o primeiro round por uma pequena vantagem. Eu troquei muito mais, procurei a luta, corri atrás para que ela acontecesse. Se dependesse do Overeem, ficaríamos parados, um olhando para a cara do outro. Tive que tomar a iniciativa. Na hora do descanso, o mestre Rafael Cordeiro falou: “Werdum, ganhamos o primeiro, mas é para se movimentar mais, colocar mais o ritmo”. No segundo, puxei duas vezes para a guarda, ele acertou mais golpes naquele momento, acho que ganhou o segundo. No terceiro, eu venci claramente. Eu procurei a luta o tempo inteiro, dei o ritmo. Botei para baixo, dei o knockdown. Quem chegou mais perto da vitória fui eu. Ele chegou a cair. Foi o que eu vi, o que todo mundo viu. O que estou recebendo de mensagens… Vou entrar com recurso, não digo roubo, em nenhum momento disse isso. Erros acontecem, é normal. Não só no mundo do MMA, em tudo. Quantas vezes vimos resultados assim em outros esportes? Aconteceu um erro. A Comissão de Nevada deu essa oportunidade aos atletas de recorrerem, então vou recorrer. É um direito. É um resultado importante para mim, vou correr atrás disso. Não quero dizer que me roubaram ou coisa assim, quero deixar bem claro, mas enganos acontecem. Os juízes não viram a mesma luta. Não é perseguição, uma coisa comigo. Acontece, mas vamos ver se consertamos isso.”

No último assalto, Werdum optou por quedar Overeem quando chegou perto de nocautear. O brasileiro explica que a sua decisão foi de seguir a estratégia, por isso não continuou investindo na luta em pé com o adversário conhecido pela pouca capacidade de absorver golpes:

“Eu não continuei a bater em pé porque estava seguindo a estratégia toda que havíamos feito. Acertei aquele um, dois e uma joelhada, no terceiro round, fizemos no vestiário. E realmente aconteceu na luta. Não continuei batendo porque sempre sigo meus professores. Se eu batesse e não nocauteasse em pé, falariam: “Por que não botou para baixo, já que você é do jiu-jítsu?” Sempre tem as pessoas falando alguma coisa. Eu segui a estratégia, no momento que se encolhesse, ia botar para baixo. E foi o que fiz.”

Para finalizar, Fabricio Werdum conta que já pensa no seu próximo compromisso e revela que pretende voltar ao octógono em novembro:

“Quero lutar o quanto antes, pretendo lutar em novembro. Não quero ficar muito tempo sem lutar. Quero fazer duas ou três lutas por ano. Quanto mais luta, mais confiança, mais experiência. Três por ano é perfeito. Não tive nenhuma lesão grave. Tenho que tirar meu tempo, umas férias, cumprir os seminários, palestrar e presenças… Aproveitar o momento para fazer isso.”

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Overeem embolsa R$ 2,6 milhões por vitória sobre Werdum

Foto: Getty Images

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Além da vitória em cima de Fabricio Werdum no seu cartel, Alistair Overeem voltou para casa com o bolso cheio no último sábado (08). O holandês ganhou o maior salário do UFC 213, realizado em Las Vegas: aproximadamente, R$ 2,6 milhões, sem incluir o bônus pelo triunfo. O brasileiro recebeu cerca de R$ 900 mil.

Protagonistas do show, Yoel Romero e Robert Whittaker receberam a quantia de aproximadamente R$ 1,14 milhão. Whittaker derrotou o cubano por decisão unânime dos juízes e também ganhou um bônus pela vitória – que, obviamente, não está nessa conta.

O card do evento que fechou a Semana Internacional de Lutas contou com mais dois brasileiros. Thiago Marreta e Douglas D’Silva. Marreta venceu Gerald Meerschaert por nocaute e embolsou aproximadamente R$ 88 mil. Já Douglas, que foi derrotado por Rob Font, recebeu cerca de R$ 58 mil.

Confira os salários do UFC 213 completo:

Robert Whittaker: US$ 350 mil
Yoel Romero: US$ 350 mil

Alistair Overeem: US$ 800 mil
Fabricio Werdum: US$ 275 mil

Curtis Blaydes: US$ 38 mil (sendo US$ 19 mil como bônus pela vitória)
Daniel Omielanczuk: US$ 30 mil

Anthony Pettis: US$ 180 mil (sendo US$ 90 mil como bônus pela vitória)
Jim Miller: US$ 71 mil

Rob Font: US$ 39 mil (sendo US$ 19.500 como bônus pela vitória)
Douglas D’Silva: US$ 18 mil

Aleksei Oleinik: US$ 54 mil sendo US$ 27 mil como bônus pela vitória)
Travis Browne: US$ 120 mil

Chad Laprise: US$ 48 mil (sendo US$ 24 mil como bônus pela vitória)
Brian Camozzi: US$ 10 mil

Thiago Marreta: US$ 68 mil (sendo US$ 34 mil como bônus pela vitória)
Gerald Meerschaert: US$ 14 mil

Belal Muhammad: US$ 40 mil (sendo US$ 20 mil como bônus pela vitória)
Jordan Mein: US$ 25 mil

Cody Stamann: US$ 20 mil (sendo US$ 10 mil como bônus pela vitória)
Terrion Ware: US$ 10 mil

Trevin Giles: US$ 24 mil (sendo US$ 12 mil como bônus pela vitória)
James Bochnovic: US$ 12 mil

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Gegard Mousasi deixa o UFC e assina com o Bellator

Foto: Getty Images

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Após demonstrar insatisfação com os valores oferecidos pelo UFC durante o processo de renovação do seu contrato, Gegard Mousasi bateu o martelo e decidiu sair da maior organização de MMA do mundo. Vivendo bom momento na carreira, o potencial desafiante ao cinturão da companhia está migrando para o principal concorrente do Ultimate: o Bellator.

Em entrevista ao programa “The MMA Hour”, o iraniano naturalizado holandês revela que o seu contrato com o Bellator será de seis lutas e conta os seus planos na organização:

“Eu assinei com o Bellator e estou procurando ser campeão lá. Se der certo, vou tentar subir de categoria e lutar pelo cinturão dos pesos-meio-pesados também. Mas, em um primeiro momento, meu objetivo é conquistar o cinturão dos pesos-médios.”

Para finalizar, Gegard Mousasi afirma que as negociações chegaram ao fim quando o UFC desistiu de cobrir a proposta financeira do concorrente:

“Nós negociamos, mas essa foi a melhor escolha para minha carreira. Em determinado momento, eles decidiram não competir mais. Assim, ficou claro que eu iria para o Bellator.”

No UFC desde 2013, Gegard Mousasi estreou contra Ilir Latifi e venceu 09 lutas das 12 que fez. “Esnobando” a sua potencial oportunidade de conquistar o cinturão dos médios, o ex-campeão meio-pesado do Strikeforce de 31 anos deixa o Ultimate com cinco triunfos consecutivos, sendo quatro por nocaute.

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