Igor Silva encara pedreira russa de olho no cinturão do ACB Jiu-Jitsu

Igor Silva está com o russo na mira- Foto: Flash Sport

Duas lutas, duas finalizações. Esse é o saldo de Igor Silva pelo ACB Jiu-Jitsu em 2018. Sem muito alarde, o faixa-preta vai subindo degrau por degrau em busca de uma chance pelo cinturão da categoria. E o seu objetivo pode ficar ainda mais perto caso vença o seu próximo compromisso, que está marcado para dia 30 de junho contra a pedreira russa Abdurakhman Bilarov no ACBJJ 14, que será realizado em Moscou, na Rússia.

“A expectativa é sempre a mesma, vencer, mas sempre respeitando o adversário. Preciso tomar muito cuidado e redobrar atenção, pois ele é um atleta bem completo. Estou pensando nessa luta primeiro mas, em caso de uma nova vitória, espero ter uma chance de disputar o cinturão. Acho que tenho correspondido bem ao evento até o momento, mas vou dar um passo de cada vez”, disse Igor.

Igor Silva vive um bom momento na carreira. Além das vitórias no ACBJJ, ele também conquistou o título do ranking mundial de melhor faixa-preta da federação de Jiu-Jitsu de Abu Dhabi (UAEJJF). Ele tinha a expectativa de lutar o Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF e conquistar mais um pódio, mas uma série de lesões acabaram o impedindo de disputar o torneio.

“Infelizmente fiquei fora do Mundial da IBJJF por conta de umas lesões, que já estão bem melhores. No próximo ano estarei presente naquela pirâmide. Mas agora estou me sentindo muito bem para a sequência. Claro que essas lesões vieram em um momento ruim por ter acontecido perto do Mundial, mas acabou me deixando em melhores condições para o restante do ano”, encerrou o casca-grossa.

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Treinador de Muay Thai de lendas do MMA brasileiro, Grão-mestre Luiz Alves ganha biografia

Um dos mais importantes treinadores de MMA do mundo e um dos introdutores do Muay Thai no Brasil, o cearense Luiz Alves faleceu precocemente em 19 de março de 2010, vítima de um Acidente Vascular Cerebral. Quase dez anos depois, a jornalista Claudia Reis e José Alberto Rodrigues, também treinador de Muay Thai e irmão de Alves, lançam sua biografia – Diamante: a história de Luiz Alves, lenda do Muay Thai e do MMA (editora Forma & Conteúdo).

Com 304 páginas, o livro narra não apenas as lutas épicas que Luiz Alves protagonizou como coach no córner de seus atletas, mas partes da vida do treinador que poucos conhecem. “Tivemos uma infância muito difícil, mas sempre fomos muito felizes. Nascemos no Diamante, uma área rural que na época pertencia ao município de Nova Russas, no interior do Ceará. Nossos pais tiveram dez filhos e nunca ninguém pensou que algum de nós poderia chegar aonde meu irmão chegou. Ele viajou pelo mundo inteiro e foi reconhecido mundialmente como um dos melhores treinadores de luta de pé para o MMA”, explica José Alberto, acrescentando que o título do livro é uma alusão à localidade de nascimento de Alves e também ao fato dele ter dedicado a vida a lapidar lutadores, “como se fossem verdadeiros diamantes”.

Para apurar e escrever a biografia, a jornalista Claudia Reis entrevistou cerca de 70 pessoas, entre parentes, atletas, treinadores, jornalistas, amigos e adversários. A maior parte das entrevistas foi feita em Nova Russas (CE), onde ele nasceu e foi criado e cidade em que a maior parte da família ainda vive; Rio de Janeiro, onde descobriu seu talento para a luta; e Curitiba, também um dos berços do Muay Thai no Brasil. Além de atletas como Rodrigo Minotauro, Rogério Minotouro, Pedro Rizzo, Artur Mariano, Ebenezer Braga, Johil de Oliveria, Marcelo Aguiar, apenas para citar alguns, há o depoimento de personalidades como Thom Harinck, lendário treinador do K1 e fundador da Chakuriki, centro de lutas na Holanda em que Alves realizou alguns intercâmbios.

“A biografia do nosso mestre não é apenas uma história sobre lutas. É a história de um herói brasileiro, que mesmo vindo de uma condição desfavorável, com pouca oportunidade de estudar, enfrentando como podia grandes adversidades, se tornou um treinador lendário e um educador para seus atletas”, explica a jornalista, que conheceu Luiz Alves no início dos anos 80. “Foi meu mestre de Taekwondo na Academia Naja, junto com Flávio Molina, outra lenda do esporte. Qualquer um que o tenha conhecido sabe que tinha uma personalidade única. Como disse Pedro Rizzo durante o depoimento que me deu, Luiz não foi alguém que apenas passou por essa vida. Ele mudou a vida de muita gente e merecia que alguém contasse sua história”, ela afirma.

O texto resgata não apenas a vida de Alves, cheia de altos e baixos, perdas e vitórias, mas também a história do Muay Thai no Brasil. “Hoje há academias dessa arte marcial tailandesa em cada esquina do país. Mas a maior parte dos atletas não sabe como a luta chegou aqui. Muitas informações estavam perdidas. Para a primeira parte do livro, que vai do nascimento ao fim dos anos 80, tive que contar com recortes de jornal que alguns lutadores guardaram e com a memória dos entrevistados. Mas o resultado é um texto cheio de detalhes, que vai arrancar risadas e lágrimas de muita gente. Não esperem um livro sobre porrada. Esperem um livro sobre uma experiência de vida rica e muito interessante”.

Para assinar o prefácio, Claudia e José Alberto convidaram Artur Mariano, um dos principais lutadores treinados pelo Grão-Mestre e grande parceiro nos últimos dez anos de vida, ajudando Alves a organizar o esporte na Confederação Brasileira de Muay Thai (CBMT). Para o posfácio, contaram com um depoimento de Rudimar Fedrigo, coach em Muay Thai que foi um dos maiores parceiros na introdução do esporte no país e um dos maiores adversários nos ringues do MMA, com atletas como Wanderlei Silva e Anderson Silva. A foto de capa foi cedida pelo jornalista Marcelo Alonso, que não apenas acompanhou profissionalmente Alves, mas de quem se tornou um grande amigo.

O lançamento de Diamante: a história de Luiz Alves, lenda do Muay Thai e do MMA, será realizado no dia 30 de junho, no Rio de Janeiro, em duas sessões: das 11h às 15h, na Arena 3 do Parque Olímpico da Barra; e das 18h30 às 20h30, na academia Upper (Rua Marquês de Abrantes, nº 96, Flamengo), do coach André Pederneiras, o primeiro atleta de Jiu-Jitsu que Luiz Alves concordou em treinar e amigo durante toda a vida. Estão previstos lançamentos em Nova Russas, Curitiba e São Paulo.

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Após Cris Cyborg, Ketlen Vieira também cobra Amanda Nunes por mensagem a Holly Holm

Uma publicação compartilhada por Ketlen “Fenomeno” Vieira – UFC (@ketlenvieiraufc) em //www.instagram.com/embed.jsNo Twitter, Amanda Nunes deu o sinal de positivo para Holly Holm voltar à categoria dos galos para elas disputarem o cinturão. A resposta da brasileira já não havia agradado Cris Cyborg, que espera enfrentá-la em uma superluta. Agora, foi a vez de Ketlen Vieira tirar satisfação com a compatriota campeã dos galos.

“Não estou pedindo nada que eu não mereça, não estou passando por cima de ninguém, então não acho justo que passem por cima de mim. Desde o início da minha carreira no MMA eu nunca escolhi adversária, pelo contrário, eu sempre quis lutar com as melhores. Como o vídeo mostra, a própria campeã da categoria diz e reconhece que eu sou a próxima. O que falta? Estou à sua disposição, espero o tempo que você precisar”, publicou a amazonense em sua conta no Instagram.

Segunda colocada do ranking, Ketlen Vieira está atrás apenas de Holly Holm, mas com um porém: das quatro últimas lutas da americana, três foram pelos penas, e em duas ela saiu derrotada. Já a brasileira jamais perdeu na carreira, tendo vencido as 10 lutas que disputou, as quatro últimas pelo UFC.

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Sem preferência por adversário, Marlon Moraes aponta Dillashaw favorito contra Garbrandt: ‘60% a 40%’

Peso-galo brasileiro quer o cinturão – Foto: Divulgação/WSOF

O nocaute devastador sobre Jimmie Rivera em apenas 33 segundos de luta no último dia 1º deixou Marlon Moraes na expectativa de disputar o cinturão peso-galo do UFC já em seu próximo compromisso dentro do octógono. Caso a organização entenda que o brasileiro realmente fez por onde, ele enfrentaria o vencedor da revanche entre T.J. Dillashaw e Cody Garbrandt, marcada para o dia 04 de agosto. Para ele, embora não tem preferência por adversário, o atual campeão entra como favorito.

“Quem vai vencer, quem vai perder, eu não sei, eu só espero que eu seja o próximo a disputar o cinturão”, disse ao PVT. “Acho que o Dillashaw leva de novo. Mas luta é luta, qualquer um pode vencer. O Cody tem a mão pesada e rápida, pode nocautear qualquer um dessa categoria, é realmente uma luta muito difícil de prever o resultado, mas eu vejo 60% a 40% para o Dillashaw. Não tenho torcida, quero que vença o melhor, e espero enfrentar os dois ainda na minha carreira, condições de vencê-los eu sei que tenho”.

Na primeira luta entre eles, Dillashaw venceu por nocaute técnico no segundo round e retomou o cinturão que estava com o rival. Pelo histórico entre os ex-companheiros de equipe, caso Garbrandt vença desta vez e empate o confronto, pode ser que o UFC promova a trilogia, o que adiaria os planos de Marlon Moraes.

“Se não for dessa vez (a chance de disputar o cinturão), eu vou continuar trabalhando, aprendendo e me dedicando. Eu luto contra qualquer lutador, não tenho preferência por adversário e nem rivalidade com ninguém. Independentemente de qualquer coisa, eu quero os tops da categoria, então, uma hora ou outra, eu vou ter que lutar com aqueles que estão ali na frente”.

Mas no que depender do ex-campeão do WSOF, seu próximo passo na categoria é a disputa do título.

“Minha vontade é lutar pelo cinturão. Acho que eu mereço, que chegou a minha hora de ir e pegar meu cinturão. Minha primeira luta no UFC foi muito controversa, na minha opinião eu venci, e vencei as três lutas que tive depois, consegui dois nocautes em sequência contra atletas muito duros, então entendo que mereço lutar pelo cinturão”.

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Amanda mostra interesse em duelo contra Holm, e Cyborg ironiza: ‘Fico feliz em saber que sua perna está melhor’

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Após a vitória dominante sobre Megan Anderson no último sábado em Chicago, Holly Holm manifestou dois desejos: fazer uma revanche contra Cris Cyborg, que a derrotou no ano passado; e recuperar o cinturão peso-galo do UFC, perdido em 2016 e que hoje pertence a Amanda Nunes.

Ao saber disso, a campeã peso-galo foi ao Twitter convocar a norte-americana para o duelo:“Vamos fazer isso, Holly Holm”, publicou Amanda Nunes, que depois de sua última luta, em maio, declarou que precisaria de alguns meses de repouso para se recuperar de uma lesão no pé.

Ao ver a publicação da compatriota, Cris Cyborg respondeu de forma irônica: “Fico feliz em saber que sua perna está melhor. Estava me perguntando por que não está lutando”.

Vale lembrar que Nunes desafiou Cyborg no ano passado, mas a campeã peso-pena, de início, não mostrou interesse na superluta. Este ano as coisas mudaram, Cyborg passou a pedir pelo duelo e agora a campeã peso-galo dá a entender que tem outras prioridades.

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Marlon Moraes atropela Rivera no UFC Utica

marlon moraes

Marlon Moraes acertou um chute devastador em Rivera – Foto: UFC

A luta principal do UFC Utica, realizado na última sexta-feira, colocou frente a frente dois dos mais talentosos atletas da divisão dos galos, onde uma boa performance daria ao vencedor um grande salto até o title-shot. E parece que o resultado impressionou.

Marlon Moraes e Jimmie Rivera subiram ao octógono cheio de rivalidade, onde nem sequer tocaram as luvas após as instruções do árbitro. Mas o combate foi definido rapidamente. Após acertar um chute certeiro na cabeça do adversário, Marlon desferiu uma saraivada de golpes, conseguindo a vitória por nocaute técnico. Tudo isso com apenas 33 segundos de luta.

Outros dois brasileiros estiveram em ação no show, mas o resultado não foi bom. Johnny Eduardo começou bem contra Nathaniel Wood, mas acabou sendo finalizado no segundo round com um triângulo de mão. Já Gleison Tibau foi dominado por Desmond Green e amargou um revés na decisão dos jurados.

 

UFC Rivera x Moraes

01/06/2018

Utica, EUA

CARD PRINCIPAL

Marlon Moraes venceu Jimmie Rivera por nocaute aos 33s do R1

Gregor Gillespie venceu Vinc Pichel por finalização aos 4m06s do R2

Walt Harris venceu Daniel Spitz por nocaute técnico aos 4m59s do R2

Ben Saunders venceu Jake Ellenberger por nocaute técnico a 1m56s do R1

Julio Arce venceu Daniel Teymur por finalização aos 2m55s do R3

Sam Alvey venceu Gian Villante por decisão dividida

CARD PRELIMINAR

Sijara Eubanks venceu Lauren Murphy por decisão unânime

David Teymur venceu Nik Lentz por decisão unânime

Belal Muhammad venceu Chance Rencountre por decisão unânime

Desmond Green venceu Gleison Tibau por decisão unânime

Nathaniel Wood venceu Johnny Eduardo por finalização aos 2m18s do R2

Jose Torres venceu Jarred Brooks por nocaute técnico aos 2m55s do R2

 

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Gabriel Arges evita fazer previsões em sua caminhada rumo ao tricampeonato mundial de Jiu-Jitsu

Atual bicampeão Mundial, Gabriel Arges está confiante e espera manter a hegemonia na Califórnia – Foto: Bianca Garcia

Em apenas três anos como faixa-preta, ele conquistou os torneios mais importantes do Jiu-Jitsu como Europeu, Pan-Americano e Mundial, esse último por duas vezes consecutivas. Gabriel Arges é, sem dúvida, um fenômeno da arte suave. E, neste final de semana, o mineiro de Belo Horizonte mais uma vez terá a chance de mostrar todo o seu talento durante o Mundial da Jiu-Jitsu da IBJJF, evento que acontece em Long Beach, na Califórnia.

“A expectativa está bem grande. O Mundial é o campeonato que eu mais tenho vontade de lutar e agora acho que já não tenho tanto aquela pressão de vencer um Mundial. Acredito que, sem tanta pressão, dá uma aliviada, eu tiro um pouco o peso dos meus ombros e não fico tão ansioso para o campeonato. Como já fui campeão mundial, eu sei como funciona o torneio, já aprendi o caminho. Então, a expectativa é chegar lá e conquistar o meu tricampeonato”, disse Arges.

Aos 25 anos, o atual bicampeão mundial sabe que não terá moleza na sua caminhada até a final. Uma das categorias com mais atletas inscritos (são quatro chaves no peso médio), Arges sabe que a concorrência será grande. Além da nova geração do Jiu-Jitsu, outros três ex-campeões mundiais estão registrados no torneio.

“O peso médio está bem cheio e com vários caras com chances reais de serem campeões. Tem vários atletas despontando na categoria, mas não tenho como deixar de citar o Marcos Tinoco, que eu fiz a final do Mundial no ano passado. Ele vem ganhando vários torneios importantes, foi campeão Brasileiro, fizemos a final do Pan-Americano… É sempre luta dura. Tem também o Claudio Calasans, que já foi campeão Mundial, um cara que tem muita experiência. Acredito também que o Isaque Bahiense vem bem para embolar na categoria. Tem o Octavio Sousa, que é o meu parceiro de treino, um cara que dispensa comentários. Um cara que sempre chega na final. Enfim, são muitos atletas de alto nível. Difícil fazer uma previsão, mas eu estou confiante”, encerrou Arges.

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Johnny Eduardo faz a 40ª luta da carreira nesta sexta e comemora o fato do adversário também ser striker: ‘Se ele gosta de porrada, eu amo’

Johnny Eduardo é um dos lutadores há mais tempo em atividade no planeta – Foto: Divulgação

Quando pisar no octógono nesta sexta-feira em Utica, Nova York, Johnny Eduardo completará 40 lutas como atleta de MMA. Aos 39 anos de idade, quase 22 de carreira, o representante da Baixada Fluminense enfrenta Nathaniel Wood, que faz sua estreia no UFC. Será um duelo entre dois strikers, para alegria do brasileiro.

“Essa luta vai ser muito legal, grandes chances de receber um bônus. O Wood é um cara duro, é porradeiro também, gosta da trocação. Então, se ele gosta de porrada, eu amo. Vamos sair na mão e ver quem está melhor no momento. Tenho certeza que os fãs vão adorar essa luta”, acredita o “Pretinho”.

1997 foi ano de estreia de Johnny Eduardo, ainda quando a modalidade era chamada de Vale-Tudo. Hoje atleta da Nova União, ele já lutou no mesmo card que seu atual treinador, André Pederneiras, e de nomes como Rafael Cordeiro, João Roque, Johil de Oliveira, Pelé Landi, Jorge Pereira, Patino Macaco entre outros. Apesar disso, o “Sinistro de Bel” garante que a sua carreira está longe do fim.

“Ainda tenho muito lenha pra queimar, já quer me aposentar? (risos) Eu fico honrado em fazer parte da história, ser o cara que sobreviveu a todas as mudanças do esporte. Lutei sem luvas, sem regras, naquela época mais pela honra do que por dinheiro ou profissionalismo. Hoje é tudo diferente, e mesmo assim me mantenho em alto nível, lutando no maior evento de MMA do mundo. Quero lutar mais uns anos, me sinto bem para isso. Não penso em quando parar, só em seguir fazendo meu trabalho. Estou fininho, carcaça maneira, velocidade em dia, bigodinho lindo. Não tenho motivos para pensar em aposentadoria agora (risos)”, disse o sempre boa praça Johnny Eduardo.

Além dele, outros dois brasileiros entram em ação pelo UFC nesta sexta. Na luta principal, Marlon Moraes encara Jimmie Rivera e, em caso de vitória, pode ficar muito perto de uma disputa de cinturão nos galos. Pelos leves, o veterano Gleison Tibau mede forças contra Desmond Green em busca do reencontro com a vitória.

UFC Fight Night 131

New York, EUA

Sexta-feira, 01 de junho de 2018

CARD PRINCIPAL (23h, horário de Brasília):
Peso-galo: Jimmie Rivera x Marlon Moraes
Peso-leve: Gregor Gillespie x Vinc Pichel
Peso-pesado: Walt Harris x Daniel Spitz
Peso-meio-médio: Jake Ellenberger x Ben Saunders
Peso-pena: Julio Arce x Daniel Teymur
Peso-meio-pesado: Gian Villante x Sam Alvey

CARD PRELIMINAR (19h30, horário de Brasília):
Peso-mosca: Sijara Eubanks x Lauren Murphy
Peso-leve: Nik Lentz x David Teymur
Peso-meio-médio: Belal Muhammad x Chance Rencountre
Peso-leve: Desmond Green x Gleison Tibau
Peso-palha: Jessica Aguilar x Jodie Esquibel
Peso-galo: Johnny Eduardo x Nathaniel Wood
Peso-mosca: Jarred Brooks x Jose Torres

 

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André Galvão anuncia aposentadoria das competições

A poucos dias do principal torneio de Jiu-Jitsu do mundo, o multicampeão André Galvão anunciou a aposentadoria das competições. Aos 35 anos, o pentacampeão mundial planeja voltar aos tatames apenas para, além de dar aulas, fazer superlutas, como a que tem programada contra Felipe Preguiça no ADCC de 2019. Por falar em ADCC, Galvão é dono de cinco medalhas de ouro, incluindo títulos no peso, no absoluto e vitórias em superlutas.

Em publicação na sua conta no instagram, o líder da Atos listou as principais competições que faturou ao longo da vitoriosa carreira.

One of the all-time greatest competitors in jiu-jitsu, Andre Galvao has decided to start a new chapter in his life. For the last 13 years we all witnessed Andre Galvao achieving multiple world titles in our sport as black belt gi and no gi. Today marks the end of an era, but the legacy of the multiple time ADCC and World Champion Continues. Galvao– who is still committed to his 2019 ADCC superfight – will now focus entirely on his role as a mentor and coach for his Atos representatives. “I want to make sure they [his team] are not only champions on the mat but that they can overcome challenges and become a better person, living their dream just liked I lived my dream.” || “I would like to thank God above all, thanks to my family, my friends, friends, team mates and fans for everything during these years. Thank you!” || @maedabrand @choke_republic @atosjiujitsuhq || Vídeo & article by @flograppling Um dos maiores competidores de todos os tempos do jiu-jitsu, André Galvão decidiu começar um novo capítulo em sua vida. Nos últimos 13 anos, todos nós testemunhamos André Galvão conquistando vários títulos mundiais em nosso esporte como faixa-preta com e sem quimono. Hoje marca o fim de uma era, mas o legado do multi Campeão do ADCC e Mundial continua. Galvão – que ainda está comprometido com sua superluta do ADCC de 2019 – agora se concentrará inteiramente em seu papel como mentor e treinador de seus representantes da Atos. “Eu quero ter certeza de que eles [sua equipe] não sejam apenas campeões no tatame, mas que eles possam superar desafios, se tornando uma pessoa melhor, vivendo o sonho deles, assim como eu vivo o meu sonho.”

Uma publicação compartilhada por Andre Galvao Official (@galvaobjj) em

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Lucro certo: entenda por que apostar em Gregor Gillespie contra Vinc Pichel no UFC Utica

UFC

Gillespie fará uma das principais lutas da noite – Foto: Josh Hedges

Vai chegando a hora de mais uma evento do Ultimate Fighting Championship, que será realizado neste sexta-feira (01). Trata-se do UFC Utica, que terá um total de 13 combates, sendo o mais importante entre o brasileiro Marlon Moraes e o norte-americano Jimmie Rivera. Porém, o foco deste artigo é justamente sobre a luta que antecede á luta principal, entre Gregor Gillespie e Vinc Pichel. A seguir, confira o prognóstico completo neste duelo entre dois representantes dos EUA e saiba como tirar o melhor proveito das cotações do Oddsshark.com.

UFC NOVA YORK: GREGOR GILLESPIE X VINC PICHEL

Gillespie é um lutador que está atualmente invicto no MMA, quando tentará levar sua sequência de vitórias no UFC para cinco. Do outro lado, está Pichel, um talentoso e subestimado lutador que participou da 15 ª temporada de “The Ultimate Fighter” que, apesar de lidar com lesões e contratos desfeitos – não perde desde 2012. A divisão dos leves continua rica em talentos com um confronto representado por dois competidores que estão sem dúvida se aproximando cada vez da parte de cima do ranking.

DIFERENCIAIS DE GREGOR GILLESPIE

Apesar de ter entrado no MMA como um wrestler altamente talentoso, Gregor Gillespie construiu seu “arsenal de ataque” sob os cuidados de Kieth Trimble e da Bellmore Kickboxing Academy, sabendo que essas habilidades seriam cruciais para alimentar seu jogo de transição. Utilizando de fintas e um trabalho de corpo aprimorado, o norte-americano, que é tipo por uns como uma versão hiperagressiva de Frankie Edgar, trabalhará por trás de uma mão esquerda ativa, bombeando golpes ou ganchos variáveis ​​com instinto e precisão impressionantes.

Se Gillespie estiver atirando ao ar livre ou buscando o contato com a jaula, será bem difícil detê-lo. Como muitos wrestlers no MMA, ele sabe montar ou controlar posições muito bem. Dito isto, muitos lutadores não sentem-se normalmente confortáveis ​​(pelo menos no início) em colocar seus ganchos ou se comprometer com as finalizações de luta. Não é o caso deste nativo de Nova York, que estará diante da torcida.

Uma vez que colocar os pés no octógono, ele imediatamente começará a trabalhar na pressão contra Pcihel, quando a tática deve ser fechar as rotas de fuga do oponente.

DIFERENCIAIS DE VINC PICHEL

Pichel foi capaz de agregar uma série de habilidades no que tem sido um curto período de tempo no esporte, em comparação à maioria dos que estão em seu nível. Uma das explicações pode ser o histórico dele em motocross e esportes radicais, quando sua base e equilíbrio parecem permitir que ele forneça energia a partir de múltiplas posições e cenários. E embora o lutador, nascido na Califórnia, tenha tido que lidar com tantas adversidades fora do octógono, ele ainda é capaz de nos surpreender com constante evolução.

Ao possibilitar combinações com chutes potentes nas pernas ou contra-ataques com retornos de gancho do uppercut, Vinc Pichel provou que pode muito bem no avanço ou no recuo. Porém, seu instinto assassino é uma boa explicação para o apelido “From Hell” (Do Inferno).

A menos que o californiano consiga pegar Gillespie mais cedo, com um chute certeiro, ele provavelmente será forçado a mostrar o quão longe sua defesa de wrestling veio desde que empatou com Rustam Khabilov. Pichel obviamente ficou melhor desde a última derrota, há cinco anos. No entanto, a maio parte das melhorias foram no aspecto ofensivo.

Aos 35 anos, é um lutador de chão subestimado que exibe uma sólida percepção posicional e um ataque destrutivo no piso. Mas se ele não conseguir manter seus quadris longe de Gillespie, provavelmente sofrerá com finalizações ou agarramentos de baixo para cima.

MELHOR MANEIRA DE GANHAR DINHEIRO NO DUELO

Um investimento que tem toda pinta de aposta ganha é a escolha de Gillespie, que garante 20% de lucro na vitoria, enquanto o triunfo de Pichel traz o retorno de 450%.

PALPITE

Os oddsmakers e o público não parecem muito otimistas sobre as chances de Pichel, mas as chances dele no combate são maiores do que as cotações atuais indicam. Fora uma derrota difícil por decisão para Al Iaquinta no TUF, ele só foi batido uma vez em sua carreira profissional, demonstrando uma vontade implacável e capacidade de vencer.

Mas se Vinc não pode mudar significativamente o curso desta luta ferindo Gillespie – um homem que mostra um queixo insano e uma taxa de recuperação incrível. Será quase como um jogo de xadrez, quando o Gregor controlará todos os rounds com muita autoridade e será agraciado com a decisão unânime dos juízes laterais.

CONFIRA OS NÚMEROS DO ODDSSHARK.COM PARA AS LUTAS DO UFC FIGHT NIGHT 131

Card Principal

(R$ 1,83) Jimmie Rivera x Marlon Moraes (R$ 1,90)

(R$ 1,20) Gregor Gillespie x Vinc Pichel (R$ 4,50)

(R$ 1,33) Walt Harris x Daniel Spitz (R$ 3,30)

(R$ 1,57) Jake Ellenberger x Ben Saunders (R$ 2,45)

(R$ 1,60) Julio Arce x Daniel Teymur (R$ 2,35)

(R$ 1,71) Sam Alvey x Gian Villante (R$ 2,10)

Card Preliminar 

(R$ 1,64) Sijara Eubanks x Lauren Murphy (R$ 2,25)

(R$ 3,10) Nik Lentz x David Teymur (R$ 1,37)

(R$ 1,25) Belal Muhammad x Chance Rencountre (R$ 4,00)

(R$ 1,38) Desmond Green x Gleison Tibau (R$ 3,00)

(R$ 1,77) Jessica Aguilar x Jodie Esquibel (R$ 2,00)

(R$ 3,10) Johnny Eduardo x Nathaniel Wood (R$ 3,10)

(R$ 2,70) Jarred Brooks x Jose Torres (R$ 1,47)

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