Vídeo: veja, em câmera lenta, os melhores momentos do UFC 225, que consagrou Whittaker e Covington

Relembre, por um outro ângulo, alguns dos momentos mais marcantes do UFC 225, realizado no último sábado (9), em Chicago (EUA). Na luta principal, Robert Whittaker derrotou Yoel Romero por decisão dividida dos jurados após uma verdadeira guerra. Já no co-main event, foi a vez de Colby Covington superar Rafael dos Anjos por unanimidade para sagrar-se o campeão interino dos meio-médios, entre outros grandes confrontos.

Confira os melhores momentos do UFC 225 abaixo:

Whittaker e Romero comentam ‘guerra’ no UFC 225, e campeão diz: ‘Ele bate como um caminhão’

Realizado no último sábado (9), em Chicago (EUA), o UFC 225 reservou o melhor para o final para os fãs que acompanharam o evento. Na luta principal, Robert Whittaker e Yoel Romero promoveram uma verdadeira guerra de cinco rounds, vencida pelo australiano por decisão dividida dos jurados. Mesmo sem valer o cinturão – Yoel não bateu o peso para o combate -, os dois lutadores deram seu máximo e receberam os aplausos do público.

Em entrevista após a luta, ainda no octógono, Whittaker e Romero analisaram o duro duelo entre eles. Enquanto o campeão dos médios fez questão de destacar a força do cubano, que segundo ele “bate forte como um caminhão”, Yoel agradeceu o apoio dos presentes.

Confira as entrevistas abaixo:

Dos Anjos comenta drama de Till em corte de peso e relembra seu caso nos leves: ‘Eu poderia ter morrido’

As imagens de Darren Till em um duro processo de corte de peso para o UFC Liverpool, realizado no último dia 27 de maio, onde ele derrotou Stephen Thompson, provocaram reflexão a respeito do grande sofrimento que boa parte dos lutadores passam antes de entrar em ação no cage. No entanto, para outros, como Rafael dos Anjos, o sentimento foi de “déjà vu” ao assistir a árdua missão do inglês na tentativa de bater o peso.

Próximo de disputar o título interino da divisão meio-médio, no próximo sábado (9), pelo UFC 225, contra Colby Covington, Rafael dos Anjos encontra-se, atualmente, em uma categoria onde não passa por maiores dificuldades para atingir o peso estipulado. Todavia, quando estava nos leves, onde foi campeão, o brasileiro passou por grandes dificuldades antes das suas lutas, como contou ao site MMA Junkie ao relacionar com a situação de Till.

“Eu não o vejo (Darren Till) lutando por muito tempo nessa categoria dos meio-médios. Toda vez que você bate o peso, fica mais e mais difícil. Já estive lá antes. Sinto que cada vez que eu batia 70kg (categoria peso-leve) ficava mais difícil. Isso vai fazer ele subir para os médios (84kg) eventualmente”, disse Dos Anjos, que relembrou os “tempos difíceis” para bater o limite dos leves, inclusive no processo de corte de peso para a luta com Eddie Alvarez, onde esteve defendendo o cinturão da categoria, mas acabou saíndo derrotado.

“Desmaiei três vezes e voltei. Fiz isso, provavelmente, três vezes. Em uma dessas situações, fiquei fora (do ar) por três minutos. Quando caí de volta na banheira, quase bati a parte de trás da cabeça na pia. Eu poderia ter morrido. Essa foi uma luta que eu não deveria ter lutado, mas tudo acontece por um motivo. Fiz, perdi e aprendi muito com isso”, relembrou o brasileiro, que ainda fez mais uma luta nos leves, contra Tony Ferguson, onde foi superado mais uma vez e, com isso, realizou a transição para a categoria meio-médio.

“Depois de ganhar peso, não consegui ficar de pé por 40 minutos a uma hora. Deitei no chão, no corredor do hotel, no meu quarto, na porta do meu quarto. O cara disse: ‘Ok, Rafael, é hora de perder peso’, e eu não conseguia me levantar. Simplesmente não pude andar. Mas fiz isso”, concluiu Dos Anjos, que após a subida, emplacou três vitórias seguidas no UFC, diante de Tarec Saffiedine, Neil Magny e Robbie Lawler, respectivamente.


Source: Tatame

Ketlen Vieira acredita ser a próxima desafiante de Amanda Nunes e se analisa: ‘Minha evolução foi enorme’

Por Mateus Machado e Yago Rédua

Dona de quatro triunfos em quatro lutas desde que chegou ao Ultimate, o último deles contra Cat Zingano – última lutadora a derrotar Amanda Nunes -, no UFC 222, em março deste ano, Ketlen Vieira está embalada na divisão peso-galo feminino. Ao todo, a atleta da Nova União soma dez lutas na carreira, seguindo invicta com dez vitórias até agora.

Em entrevista aos jornalistas durante o UFC Rio, realizado no início de maio, Ketlen falou sobre o que almeja para a sua sequência na organização. Segundo a lutadora, natural de Manaus e hoje morando no Rio de Janeiro, ela merece ser a próxima desafiante ao cinturão da campeã peso-galo Amanda Nunes, que vem de vitória sobre Raquel Pennington.

“Com certeza eu mereço ser a próxima desafiante (ao cinturão). Se você olhar o ranking, eu sou a quarta colocada, a segunda é a Raquel Pennington (derrotada pela Amanda) e a terceira é a Juliana Peña, que teve bebê recentemente, então está fora. O meu objetivo está acima disso (lutar com uma brasileira ou americana). Eu preferia lutar com alguém que não fosse minha compatriota, mas faz parte e é preciso estar preparada”, afirmou Ketlen, atualmente a quarta colocada no ranking da categoria que tem a “Leoa” no topo.

Confira abaixo o resto da entrevista com Ketlen Vieira:

– Possibilidade de acontecer Amanda Nunes x Cyborg

Eu acho que eles podem sim marcar Amanda Nunes x Cris Cyborg e deixar o cinturão da categoria para quem quer disputar. A categoria peso-galo tem muitas lutadoras querendo disputar o título, atletas de qualidade, então não tem necessidade da campeã deixar a categoria para ir pra de cima. Se ela (Amanda) quiser sair, que saia e deixe o cinturão.

– Necessidade de mais uma luta antes do title shot

Quando a gente tem que ser campeã, a gente vai ser, independente do que aconteça. Se eu tiver que fazer mais uma luta, vou fazer. A minha equipe quer que eu luta diretamente pelo cinturão. Ganhei quatro lutas, sou merecedora disso, ganhei da única que venceu a Amanda, mas o UFC é quem tem que decidir isso. Se não for o cinturão e for coerente, aí a gente vê uma outra luta, mas minha equipe, treinadores, querem que eu lute pelo título.

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– Evolução desde a saída de Manaus e vinda para o Rio

A minha evolução foi enorme. Muitas pessoas que estão de fora talvez não percebam, mas quem está do meu lado, acompanhando desde o início, o meu dia a dia, sabe que a evolução que eu tive desde que sai de Manaus e vim para o Rio de Janeiro é monstruosa.

– Referência e importância do Dedé Pederneiras

O Dedé (Pederneiras) foi o cara na minha vida, tanto profissional como pessoal. Eu devo muito a ele, é a minha referência. A gente (na Nova União) sabe que o esporte passa por fases, tanto que já tem a nova geração vindo no UFC, e lá não é diferente. Agora uma nova era está começando e tenho certeza de que muitos atletas da Nova União vão brilhar.


Source: Tatame

Vídeo: confira as principais finalizações e o nocaute brutal de Walt Harris no UFC Utica

Na noite da última sexta-feira (1), aconteceu o UFC Utica, em Nova York (EUA), que ficou marcado por ótimas finalizações e nocautes. Na luta principal, Marlon Moraes precisou de apenas 33s para nocautear Jimmie Rivera. O brasileiro Johnny Eduardo, por sua vez, estava melhor na sua luta, mas optou por levar o confronto para o chão no segundo round, caiu por baixo e foi finalizado com um triângulo de mãos pelo estreante Nathaniel Wood.

No co-main event, Gregor Gillespie encaixou um katagatame para finalizar Vinc Pichel, enquanto Julio Arce usou um justo mata-leão para forçar os três tapinhas de Daniel Teymur. Na divisão dos pesados, Walt Harris venceu Daniel Spitz por nocaute técnico.

Confira abaixo as finalizações e o nocaute:

– Nathaniel Wood x Johnny Eduardo

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– Gregor Gillespie x Vinc Pichel

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– Julio Arce x Daniel Teymur

Julio Arce def. Daniel Teymur via Rear-Naked Choke!

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– Walt Harris x Daniel Spitz

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Source: Tatame

Marlon pede title shot após bater Rivera e atletas comentam confusão na arena

Realizado na última sexta-feira (1), em Utica, Nova York (EUA), o UFC Fight Night 131 coroou Marlon Moraes após o incrível nocaute do brasileiro sobre Jimmie Rivera na luta principal, em apenas 33 segundos. Quinto colocado no ranking peso-galo antes do duelo, o brasileiro deve ganhar posições importantes na busca pelo title shot depois do triunfo.

Em entrevista coletiva após o evento, Marlon comemorou bastante o resultado e destacou sua vontade de disputar o cinturão dos galos, hoje em posse de TJ Dillashaw. O brasileiro ainda se mostrou disponível para, caso seja necessário, entrar em ação no UFC 227, no dia 4 de agosto, quando Dillashaw defende o título em revanche contra Cody Garbrandt.

“Se precisar (substituir alguém), estou aí. Vou voltar para casa e treinar. Isso foi uma luta, e como disse, comparações constroem lutadores. Lutei com ele (Rivera) e, do jeito que venci, é assim que alguém que merece lutar pelo título deve se apresentar”, afirmou o brasileiro – que atingiu três vitórias consecutivas no UFC -, segundo o site MMA Junkie.

“Realmente não quero nenhuma outra luta. Eu quero lutar pelo cinturão. Definitivamente estou esperando. Eu quero ser campeão. É isso”, complementou o ex-campeão do WSOF.

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Diferenças só no octógono

A respeito da tensão que ocorreu entre Rivera, sua esposa e Ali Abdelaziz – empresário de Marlon -, registrada pela TV americana nos bastidores da arena, o brasileiro contemporizou, demonstrando respeito pelo americano, mesmo com as provocações.

“Fizemos o mesmo trabalho, não tem nada. Nós construímos a luta, todos queriam assistir e, graças a Deus, ganhei”, disse Moraes, que também recebeu palavras de apoio do rival.

“Não há tensões entre (Moraes) e eu. Não há tensão entre as equipes. Só seu empresário. Seu manager não para de falar besteira, mas faz parte. Vamos deixar pra lá”, respondeu Rivera em entrevista ao canal FOX Sports 1, também após o evento em Nova York (EUA).


Source: Tatame