Após dispensa inesperada, Yair Rodriguez acerta retorno ao UFC

Rodriguez (esq.) acerta retorno ao UFC. Foto: Reprodução / Facebook UFC

O atrito entre Yair Rodriguez e UFC chegou ao fim com um final feliz. No último dia 11, o evento chegou a demitir o lutador mexicano após ele recusar duas lutas na organização. Porém, neste final de semana, o peso galo (até 61,2 kg.) anunciou que foi recontratado pelo Ultimate e já tem, inclusive, data e adversário para subir no octógono.

Veja Também

Marlon Moraes mira em título e se coloca à disposição para o UFC 227: ‘Quero o cinturão’

Erick Índio Brabo substitui Al-Selwady no card do Brave 13

Rodriguez irá enfrentar Zabit Magomedsharipov no UFC 228, evento que acontece dia 8 de setembro, em Las Vegas (EUA). O duelo contra o russo, que foi originalmente rejeitado pelo mexicano, foi o motivo que causou sua dispensa em maio. Entretanto, ao que tudo indica, o acerto para a disputa foi um dos fatores para a recontratação de Yair.

Yair Rodriguez tem um histórico de 10 vitórias e apenas duas derrotas como profissional. O ‘Pantera’, como é conhecido, chegou ao Ultimate em 2014 e empolgou ao público com seis triunfos consecutivos, inclusive sobre o ex-campeão BJ Penn. Porém, em sua última luta, em maio de 2017, ele acabou derrotado por Frankie Edgar.


Source: Portal da Luta

Vídeo: lutadores brigam após interrupção do árbitro e duelo no Imortal FC 9 termina sem resultado

Realizado no último sábado (2), em São Luís, no Maranhão, o Imortal FC 9 teve em sua luta principal o retorno de Wagner Zuluzinho, filho do lendário Rei Zulu, lutador de Vale Tudo. Após quase oito anos longe do cage, o lutador de 40 anos fez um duelo em peso aberto contra o também veterano Edvaldo Gameth, de 42 anos. E apesar da grande expectativa, o “gigante” foi superado ao não conseguir retornar para o segundo round.

O motivo foram os fortes chutes desferidos por Gameth. Com as penas inchadas, Zuluzinho precisou de ajuda médica e ficou impossibilidade de voltar para a luta após o intervalo.

Briga e desclassificação

Além do retorno de Zuluzinho, derrotado no main event, o Imortal FC 9 protagonizou um polêmico confronto que terminou em “No Contest” (sem resultado). O maranhense Walter “Aires” Neto e o paranaense João “Alicate” Elias se enfrentaram na categoria peso-mosca, em combate que terminou com uma briga entre os lutadores dentro do cage. O fato ocasionou a interrupção do duelo e, consequentemente, a desclassificação de ambos.

O confronto ainda estava no primeiro round, mais precisamente com 3 minutos e 19 segundos de luta. Neste momento, Walter Neto tentava aplicar uma chave de perna em seu oponente, quando o árbitro interveio para que João Elias fosse avaliado pelos médicos por conta de um corte no rosto. O juiz central olhou para a direção contrária e, neste momento, “Alicate”, aparentemente, provocou seu adversário e conectou um cruzado de esquerda. “Aires” ficou irritado e os dois atletas começaram a trocar socos. O árbitro tentou separar, mas Walter Aires ainda acertou dois chutes que pegaram no rosto de “Alicate”. A partir disso, outras pessoas entraram no cage e separaram a confusão entre os lutadores.

Confira a briga abaixo:

https://platform.twitter.com/widgets.js


Source: Tatame

Marlon Moraes mira em título e se coloca à disposição para o UFC 227: ‘Quero o cinturão’

Marlon quer estar pronto para o UFC 227 (Foto: João Vitor Xavier/Super Lutas)

Marlon Moraes tem o objetivo de disputar o cinturão dos galos (até 62,1kg) e não abre mão disso. O brasileiro, que derrotou Jimmie Rivera, na última sexta-feira (01), em apenas 33 segundos, revelou que seu único é a disputa pelo título.

Veja Também

UFC Utica: Marlon Moraes atropela Jimmie Rivera e fica perto de cinturão

Vídeo: Assista à vitória de Marlon Moraes sobre Jimmie Rivera no UFC Utica

“Realmente não quero nenhuma outra luta. Quero lutar pelo cinturão. Definitivamente, estou esperando (pela chance). Quero ser um campeão”, afirmou Marlon.

O brasileiro, inclusive, abriu mão do descanso após a vitória deste final de semana e voltará aos treinamentos. Ele se colocou à disposição para lutar no UFC 227, dia 4 de agosto, onde o campeão TJ Dillhashaw concede a revanche a Cody Garbrandt. Caso algum dos atletas se lesione, Marlon quer entrar na possível vaga.

“Vou voltar para casa e treinar. Isso foi uma luta, e como disse antes, comparações constroem lutadores. Lutei com ele (Rivera) e, do jeito que venci, era assim que alguém que merece lutar pelo título deveria se apresentar”, completou.

Marlon Moraes tem um histórico profissional de 21 vitórias, cinco derrotas e um empate. O brasileiro é ex-campeão do World Series of Fighting (WSOF) debutou no UFC em 2017 com revés para o compatriota Raphael Assunção, mas depois emplacou quatro triunfos em série e deve ser o próximo desafiante ao cinturão dos galos.


Source: Portal da Luta

Marlon Moraes atropela Rivera no UFC Utica

marlon moraes

Marlon Moraes acertou um chute devastador em Rivera – Foto: UFC

A luta principal do UFC Utica, realizado na última sexta-feira, colocou frente a frente dois dos mais talentosos atletas da divisão dos galos, onde uma boa performance daria ao vencedor um grande salto até o title-shot. E parece que o resultado impressionou.

Marlon Moraes e Jimmie Rivera subiram ao octógono cheio de rivalidade, onde nem sequer tocaram as luvas após as instruções do árbitro. Mas o combate foi definido rapidamente. Após acertar um chute certeiro na cabeça do adversário, Marlon desferiu uma saraivada de golpes, conseguindo a vitória por nocaute técnico. Tudo isso com apenas 33 segundos de luta.

Outros dois brasileiros estiveram em ação no show, mas o resultado não foi bom. Johnny Eduardo começou bem contra Nathaniel Wood, mas acabou sendo finalizado no segundo round com um triângulo de mão. Já Gleison Tibau foi dominado por Desmond Green e amargou um revés na decisão dos jurados.

 

UFC Rivera x Moraes

01/06/2018

Utica, EUA

CARD PRINCIPAL

Marlon Moraes venceu Jimmie Rivera por nocaute aos 33s do R1

Gregor Gillespie venceu Vinc Pichel por finalização aos 4m06s do R2

Walt Harris venceu Daniel Spitz por nocaute técnico aos 4m59s do R2

Ben Saunders venceu Jake Ellenberger por nocaute técnico a 1m56s do R1

Julio Arce venceu Daniel Teymur por finalização aos 2m55s do R3

Sam Alvey venceu Gian Villante por decisão dividida

CARD PRELIMINAR

Sijara Eubanks venceu Lauren Murphy por decisão unânime

David Teymur venceu Nik Lentz por decisão unânime

Belal Muhammad venceu Chance Rencountre por decisão unânime

Desmond Green venceu Gleison Tibau por decisão unânime

Nathaniel Wood venceu Johnny Eduardo por finalização aos 2m18s do R2

Jose Torres venceu Jarred Brooks por nocaute técnico aos 2m55s do R2

 

O post Marlon Moraes atropela Rivera no UFC Utica apareceu primeiro em Portal do Vale Tudo.


Source: Portal

Dos Anjos comenta drama de Till em corte de peso e relembra seu caso nos leves: ‘Eu poderia ter morrido’

As imagens de Darren Till em um duro processo de corte de peso para o UFC Liverpool, realizado no último dia 27 de maio, onde ele derrotou Stephen Thompson, provocaram reflexão a respeito do grande sofrimento que boa parte dos lutadores passam antes de entrar em ação no cage. No entanto, para outros, como Rafael dos Anjos, o sentimento foi de “déjà vu” ao assistir a árdua missão do inglês na tentativa de bater o peso.

Próximo de disputar o título interino da divisão meio-médio, no próximo sábado (9), pelo UFC 225, contra Colby Covington, Rafael dos Anjos encontra-se, atualmente, em uma categoria onde não passa por maiores dificuldades para atingir o peso estipulado. Todavia, quando estava nos leves, onde foi campeão, o brasileiro passou por grandes dificuldades antes das suas lutas, como contou ao site MMA Junkie ao relacionar com a situação de Till.

“Eu não o vejo (Darren Till) lutando por muito tempo nessa categoria dos meio-médios. Toda vez que você bate o peso, fica mais e mais difícil. Já estive lá antes. Sinto que cada vez que eu batia 70kg (categoria peso-leve) ficava mais difícil. Isso vai fazer ele subir para os médios (84kg) eventualmente”, disse Dos Anjos, que relembrou os “tempos difíceis” para bater o limite dos leves, inclusive no processo de corte de peso para a luta com Eddie Alvarez, onde esteve defendendo o cinturão da categoria, mas acabou saíndo derrotado.

“Desmaiei três vezes e voltei. Fiz isso, provavelmente, três vezes. Em uma dessas situações, fiquei fora (do ar) por três minutos. Quando caí de volta na banheira, quase bati a parte de trás da cabeça na pia. Eu poderia ter morrido. Essa foi uma luta que eu não deveria ter lutado, mas tudo acontece por um motivo. Fiz, perdi e aprendi muito com isso”, relembrou o brasileiro, que ainda fez mais uma luta nos leves, contra Tony Ferguson, onde foi superado mais uma vez e, com isso, realizou a transição para a categoria meio-médio.

“Depois de ganhar peso, não consegui ficar de pé por 40 minutos a uma hora. Deitei no chão, no corredor do hotel, no meu quarto, na porta do meu quarto. O cara disse: ‘Ok, Rafael, é hora de perder peso’, e eu não conseguia me levantar. Simplesmente não pude andar. Mas fiz isso”, concluiu Dos Anjos, que após a subida, emplacou três vitórias seguidas no UFC, diante de Tarec Saffiedine, Neil Magny e Robbie Lawler, respectivamente.


Source: Tatame

Erick Índio Brabo substitui Al-Selwady no card do Brave 13

Indio Bravo aceita desafio de última hora e luta no Brave 13. Foto: Divulgação

O brasileiro Erick Índio Brabo da Silva foi escalado de última hora para integrar o card do Brave 13: Europe Evolution, evento que marca a estreia da organização na Europa. No dia 9 de junho, na Irlanda do Norte, o manauara enfrentará o sueco Erik Carlsson em duelo de peso casado de 72 kg. Ele será o segundo brasileiro no card do próximo sábado – o meio-médio Rodrigo Cavalheiro enfrenta Karl Amoussou também na porção principal do Brave 13.

Veja Também

UFC Utica: Marlon Moraes atropela Jimmie Rivera e fica perto de cinturão

Marlon Moraes embolsa mais de R$188 mil por ‘Performance da Noite’ do UFC Utica

Erick irá substituir Abdul-Kareem Al-Selwady, um dos maiores astros do Brave e que buscava sua quinta vitória na promoção. O “Orgulho da Palestina” acabou fraturando a mão durante os treinos e não poderá enfrentar Carlsson.

Curiosamente, “Índio Brabo” perdeu sua última luta justamente para Al-Selwady. No Brave 9, em novembro do ano passado, o brasileiro acabou tendo o duelo com o jordaniano interrompido pelo árbitro central por conta de um corte profundo no rosto. Ele havia vencido Brian Hooi em sua estreia pelo Brave.

O lutador da Astra Fight Team enfrentará Erik Carlsson, cuja última luta também aconteceu no Brave 9. Assim como Erick, “The Viking” vem de derrota, tendo sido superado por Ahmed Amir na ocasião. Carlsson tem três lutas pelo Brave e apenas uma vitória – sobre Gadzhimusa Gaziev no Brave 5.

O Brave 13: Euro Evolution terá, como atração principal, uma disputa de título, com o campeão peso galo Stephen Loman defendendo sua coroa diante do rival Frans Mlambo, companheiro de equipe de Conor McGregor. Os dois já se enfrentaram em 2016, no Brave 1, quando Loman levou a melhor por decisão.

A Irlanda do Norte se tornará o nono país a receber um evento do Brave, após Bahrein, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Índia, Cazaquistão, México, Jordânia e Indonésia.

Card completo do Brave 13:

Peso galo: Stephen Loman (c) x Frans Mlambo – Pelo título

Peso casado (73 kg): Norman Parke x Myles Price

Peso meio-médio: Karl Amoussou x Rodrigo Cavalheiro

Peso mosca: Andy Young x Bryan Creighton

Peso pena: Declan Dalton x Zack Zane

Peso casado (80 kg): Sidney Wheeler x Mohammad Fakhreddine

Peso leve: Erick Índio Brabo x Erik Carlsson

Peso médio: Konrad Iwanowski x Glenn Irvine

Peso médio: Chad Hanekom x Tarek Suleiman

Peso casado (73 kg): Cian Cowley Daniel Olejniczak

Peso casado (79 kg): Ben Bennett x Adam Byrne

Peso pena: Piotr Tokarski x Sam Slater

Peso pena: Aidan James x Tommy Martin


Source: Portal da Luta

Mário Reis fala sobre atual rotina como treinador: ‘Quero uma equipe exemplo para todos os atletas’

Multicampeão como atleta de Jiu-Jitsu e, atualmente, considerado um dos principais treinadores no mundo da arte suave, Mário Reis dedicou sua vida ao esporte e hoje colhe os frutos de uma trajetória vencedora. Líder da filial da Alliance em Porto Alegre, o gaúcho relembra com satisfação sua carreira como lutador. Em entrevista à TATAME durante o Brasileiro de Jiu-Jitsu da CBJJ, realizado em Barueri (SP), no início de maio, Mário reforçou a importância de dar o máximo em sua época de competidor e manter o mesmo foco nos dias atuais, onde reserva seu tempo na preparação de novos campeões para a modalidade.

“Eu fui muito bem resolvido como atleta. Deixei tudo o que eu podia ali, e na verdade, eu fiz as duas coisas durante toda a minha vida, então nesse processo eu me doei 100% para essas duas coisas (competidor e treinador), mas eu sentia que o lado profissional sugava um pouco a minha energia vital para que eu pudesse me doar 110% aos meus alunos, então eu passei 20 anos vivendo Mundiais, Pan-Americanos, Brasileiros, Europeus e, quando eu parei, já parei decidido de que fiz o meu melhor. Eu me mantive no pódio de todos os Mundiais que competi, desde o ano de 2000 até o último Mundial de 2015, sem falhar em nenhum. Ganhei três títulos mundiais, algumas pratas e alguns bronzes, mas sempre entre os tops da minha categoria, e quando eu parei, estava 100% decidido que o amor que eu queria sentir era para os outros, porque quando a gente é atleta, é um amor próprio, tem muito ego, então quando você migra (para a vida de treinador), o mais importante são os outros. Claro que temos que cuidar da gente, para estarmos bem, mas eu estava totalmente decidido a me doar aos meus alunos”, detalhou Mário Reis.

Tido como um dos treinadores mais respeitados e vencedores do Jiu-Jitsu, Mário se torna um “espelho”, não só para os seus atletas, mas também para lutadores que estão iniciando na arte suave e, consequentemente, para treinadores que ainda começam sua trajetória. Ao ser questionado se o fato de ser considerado um exemplo, de certa forma, o pressiona, o treinador citou a naturalidade de ter um estilo de vida relacionado a bons hábitos.

“Não tem pressão nenhuma quanto a isso. Eu sei que isso é uma responsabilidade, mas eu acho que quando a gente tem um estilo de vida já regrado naturalmente, quando a gente molda o lado pessoal, o atleta é um fruto disso, o lado profissional. Eu acredito que, através desse exemplo que a gente dá, sabemos que somos uma referência, então essa responsabilidade é totalmente natural quando o estilo de vida é exatamente esse. Eu sei que, se um aluno me vir ou vir um aluno nosso bebendo na noite, muitos vão se espelhar nesse lado. Se vir os nossos campeões fazendo coisas que não condizem com o estilo de vida de campeão que a nossa equipe preza, a gente sabe que é uma responsabilidade que a gente está usando de uma forma que inspira outros a fazerem isso, e na minha opinião é muito prejudicial. Eu acho que isso é uma responsabilidade de bons hábitos através do estilo de vida. É o exemplo que eu quero dar e que eu procuro mostrar aos meus alunos, porque quero que eles inspirem as pessoas a ser um modelo de campeão que não comemora bebendo álcool, entre outras coisas”, analisou Mário, que ainda falou de seus planos como treinador para os próximos anos e o trabalho na Alliance em Porto Alegre.

“Meu plano é formar uma equipe exemplo para todos os atletas e praticantes de Jiu-Jitsu como modelo de equipe que trabalha com muito amor e positividade, e que isso se perpetue nessa comunidade, porque o Jiu-Jitsu precisa disso, de mais pessoas que tenham um exemplo de vida legal e que inspire muitas outras pessoas”, encerrou o faixa-preta.


Source: Tatame

Ketlen Vieira acredita ser a próxima desafiante de Amanda Nunes e se analisa: ‘Minha evolução foi enorme’

Por Mateus Machado e Yago Rédua

Dona de quatro triunfos em quatro lutas desde que chegou ao Ultimate, o último deles contra Cat Zingano – última lutadora a derrotar Amanda Nunes -, no UFC 222, em março deste ano, Ketlen Vieira está embalada na divisão peso-galo feminino. Ao todo, a atleta da Nova União soma dez lutas na carreira, seguindo invicta com dez vitórias até agora.

Em entrevista aos jornalistas durante o UFC Rio, realizado no início de maio, Ketlen falou sobre o que almeja para a sua sequência na organização. Segundo a lutadora, natural de Manaus e hoje morando no Rio de Janeiro, ela merece ser a próxima desafiante ao cinturão da campeã peso-galo Amanda Nunes, que vem de vitória sobre Raquel Pennington.

“Com certeza eu mereço ser a próxima desafiante (ao cinturão). Se você olhar o ranking, eu sou a quarta colocada, a segunda é a Raquel Pennington (derrotada pela Amanda) e a terceira é a Juliana Peña, que teve bebê recentemente, então está fora. O meu objetivo está acima disso (lutar com uma brasileira ou americana). Eu preferia lutar com alguém que não fosse minha compatriota, mas faz parte e é preciso estar preparada”, afirmou Ketlen, atualmente a quarta colocada no ranking da categoria que tem a “Leoa” no topo.

Confira abaixo o resto da entrevista com Ketlen Vieira:

– Possibilidade de acontecer Amanda Nunes x Cyborg

Eu acho que eles podem sim marcar Amanda Nunes x Cris Cyborg e deixar o cinturão da categoria para quem quer disputar. A categoria peso-galo tem muitas lutadoras querendo disputar o título, atletas de qualidade, então não tem necessidade da campeã deixar a categoria para ir pra de cima. Se ela (Amanda) quiser sair, que saia e deixe o cinturão.

– Necessidade de mais uma luta antes do title shot

Quando a gente tem que ser campeã, a gente vai ser, independente do que aconteça. Se eu tiver que fazer mais uma luta, vou fazer. A minha equipe quer que eu luta diretamente pelo cinturão. Ganhei quatro lutas, sou merecedora disso, ganhei da única que venceu a Amanda, mas o UFC é quem tem que decidir isso. Se não for o cinturão e for coerente, aí a gente vê uma outra luta, mas minha equipe, treinadores, querem que eu lute pelo título.

//www.instagram.com/embed.js

– Evolução desde a saída de Manaus e vinda para o Rio

A minha evolução foi enorme. Muitas pessoas que estão de fora talvez não percebam, mas quem está do meu lado, acompanhando desde o início, o meu dia a dia, sabe que a evolução que eu tive desde que sai de Manaus e vim para o Rio de Janeiro é monstruosa.

– Referência e importância do Dedé Pederneiras

O Dedé (Pederneiras) foi o cara na minha vida, tanto profissional como pessoal. Eu devo muito a ele, é a minha referência. A gente (na Nova União) sabe que o esporte passa por fases, tanto que já tem a nova geração vindo no UFC, e lá não é diferente. Agora uma nova era está começando e tenho certeza de que muitos atletas da Nova União vão brilhar.


Source: Tatame

Kennedy conquista título mundial e recebe a faixa preta; Gabriela Fechter e Kaynan levam absoluto na marrom

As disputas não param no Mundial de Jiu-Jitsu 2018, realizado pela IBJJF na Califórnia, Estados Unidos. Com os campeões definidos nas faixas-azul e roxa, chegou a vez de conhecer os vencedores na faixa-marrom, que teve o seu encerramento neste sábado (2). Vale lembrar, porém, que o domingo ainda reserva as aguardadas decisões na faixa-preta.

Entre os destaques, Kennedy Maciel, filho da lenda Rubens Charles Cobrinha, faturou o título no peso-pluma e foi promovido à faixa-preta ainda no pódio. Em entrevista ao FloGrappling após a conquista, ele avisou: “Se preparem, tem um novo rei chegando”.

//www.instagram.com/embed.js

Outros nomes consagrados do cenário, Kaynan Duarte e Leonardo Lara, da Atos, e Victor Hugo Marques, da Ribeiro Jiu-Jitsu, também conquistaram o ouro em suas categorias. Já Matheus Gabriel, da Checkmat, assim como Kennedy, ganhou o título e a faixa preta.

No absoluto masculino, novo brilho de Kaynan. Após excelente campanha, o brasileiro encontrou o compatriota Victor Hugo Marques, que havia sido campeão no pesadíssimo, na final. E mesmo mais leve – peso-pesado -, impôs seu jogo para anotar 6 a 4 nos pontos.

//www.instagram.com/embed.js

Entre as mulheres, destaque máximo para Gabriela Fechter, da Checkmat, campeã no peso aberto e bronze na divisão dos penas. Na final do absoluto, Gabi encarou e venceu a fera Larissa Carvalho, da Gracie Reunion, que antes havia triunfado no peso-pluma.

Além da dupla, nomes como Ffion Davies – peso-pena -, Jessica Swanson – peso-médio -, Melissa Cueto – peso-meio-pesado – e Elizabeth Foster, no superpesado, também se sobressaíram e subiram no lutar mais alto do pódio na tradicional Pirâmide de Long Beach.

Veja a lista completa de campeões no Mundial de Jiu-Jitsu 2018 da IBJJF, aqui

Que dia! CAMPEÃ MUNDIAL ABSOLUTO faixa marrom e terceira na categoria. Estou em choque. Muito muito feliz. Sem palavras para agradecer meu mestre Ricardo Vieira e ao @leticia_e_sebastianlalli_bjj por acreditarem em mim e me motivarem até o final. Obrigada @lucasleitebjj e @tatawribeiro por tudo que vocês fizeram, pela ajuda, pelos treinos, pela dedicação à equipe. Vocês são FODA! Obrigada aos irmãos @matheusluna_lb e @mathias_luna pelos ajustes, pela amizade, pelo carinho… amizades fortes e laços como esse são os maiores prêmios que a gente leva na vida! Obrigada a todos meus patrocinadores: @atama @solutiio @brsenatore @mr.pgourmet @45performance @lilipamparo @clinicalongevity @rygy_oficial @depilalltime @fightzonerj #checkmat #ricovieira #bjj #jiujitsu #neverstopdreaming #worlds2018 #campeamundial #california #nuncadesistadosseussonhos #atamateam #bjjgirls

A post shared by GABRIELA FECHTER (@gabrielafechter) on

//www.instagram.com/embed.js

Confira abaixo todos os campeões na faixa marrom:

– Faixa-marrom / Masculino / Adulto
Peso-galo: Cícero Lívio Ribeiro Paiva (Ares BJJ)
Peso-pluma: Kennedy Leonardo Maciel (Alliance)
Peso-pena: Matheus Gabriel Barros (Checkmat)
Peso-leve: Levi Jones-Leary (Unity Jiu-Jitsu)
Peso-médio: Leonardo Teixeira Lara (Atos Jiu-Jitsu)
Peso-meio-pesado: Mauricio de Oliveira Neto (GFTeam)
Peso-pesado: Kaynan Casemiro Duarte (Atos Jiu-Jitsu)
Peso-superpesado: Devhonte M. Johnson (Unity Jiu-Jitsu)
Peso-pesadíssimo: Victor Hugo Marques (Ribeiro Jiu-Jitsu)
Absoluto: Kaynan Casemiro Duarte (Atos Jiu-Jitsu)

– Faixa-marrom / Feminino / Adulto
Peso-galo: Juliane dos Santos Wiggers (Alliance)
Peso-pluma: Larissa Campos Carvalho (Gracie Reunion)
Peso-pena: Ffion Eira Davies (ECJJA)
Peso-leve: Talia Marie Vaughan (Gracie Humaitá South Bay)
Peso-médio: Jessica Swanson (Soul Fighters BJJ)
Peso-meio-pesado: Melissa Cueto (Zenith BJJ)
Peso-pesado: Sarah Gail Rice (Team Royce Gracie)
Peso-superpesado: Elizabeth Foster (Cassio Werneck BJJ)
Absoluto: Gabriela Meireles Fechter (Checkmat)


Source: Tatame

Vídeo: confira as principais finalizações e o nocaute brutal de Walt Harris no UFC Utica

Na noite da última sexta-feira (1), aconteceu o UFC Utica, em Nova York (EUA), que ficou marcado por ótimas finalizações e nocautes. Na luta principal, Marlon Moraes precisou de apenas 33s para nocautear Jimmie Rivera. O brasileiro Johnny Eduardo, por sua vez, estava melhor na sua luta, mas optou por levar o confronto para o chão no segundo round, caiu por baixo e foi finalizado com um triângulo de mãos pelo estreante Nathaniel Wood.

No co-main event, Gregor Gillespie encaixou um katagatame para finalizar Vinc Pichel, enquanto Julio Arce usou um justo mata-leão para forçar os três tapinhas de Daniel Teymur. Na divisão dos pesados, Walt Harris venceu Daniel Spitz por nocaute técnico.

Confira abaixo as finalizações e o nocaute:

– Nathaniel Wood x Johnny Eduardo

//www.instagram.com/embed.js

– Gregor Gillespie x Vinc Pichel

//www.instagram.com/embed.js

– Julio Arce x Daniel Teymur

Julio Arce def. Daniel Teymur via Rear-Naked Choke!

Uma publicação compartilhada por ⚒ Kill Or Be Killed ☠ (@thefightcage) em

//www.instagram.com/embed.js

– Walt Harris x Daniel Spitz

//www.instagram.com/embed.js


Source: Tatame